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Tenista Carlos Alcaraz falha Roland Garros por lesão e escolhe esta praia no sul de Portugal para descansar

6 June 2026 at 17:40

O circuito profissional de ténis continua a ser marcado por exigências físicas elevadas e períodos de recuperação que condicionam a presença dos principais atletas nos grandes torneios internacionais. Nesse contexto, o tenista espanhol Carlos Alcaraz volta a ser notícia, desta vez por motivos ligados à sua gestão física e ao calendário competitivo.

De acordo com o Correio da Manhã, o número um espanhol aproveitou o último domingo, 31 de maio, para passar algum tempo de descanso no Jncquoi Beach Club, situado na Praia do Pego, na Comporta, concelho de Alcácer do Sal.

Pausa em território português

O jogador esteve acompanhado por amigos e regressou a um destino que já conhece bem. Segundo a mesma fonte, Portugal tem sido uma escolha recorrente para períodos de pausa entre competições, funcionando como local de recuperação física e mental.

A deslocação ao sul do país surge numa fase em que o atleta se encontra a recuperar de uma lesão no punho direito, sofrida durante um encontro frente ao finlandês Otto Virtanen, no ATP de Barcelona. O problema físico interrompeu a preparação do tenista para os torneios seguintes do circuito.

Ausências confirmadas no calendário

A lesão teve impacto direto na participação em algumas das principais provas do calendário. Uma das competições em questão é o Roland Garros, em Paris, que decorre até ao dia 7 de junho, prova que o espanhol venceu em 2024 e 2025.

A decisão de afastamento estende-se também a outros torneios importantes. O tenista indicou que, por precaução, não estará presente em Wimbledon nem no ATP 500 do Queen’s Club, em Londres.

Impacto no circuito

A ausência de Alcaraz altera o panorama competitivo do circuito de relva e terra batida, numa fase em que os principais nomes do ténis mundial ajustam a sua preparação para os grandes torneios da temporada.

O jogador espanhol, que já venceu Wimbledon em 2023 e 2024 e alcançou a final em 2025, onde foi derrotado pelo italiano Jannik Sinner, entra agora num período de recuperação sem calendário competitivo imediato definido.

A gestão da condição física torna-se, assim, o fator central na decisão sobre o regresso às competições, num circuito onde o calendário apertado continua a colocar pressão sobre os principais atletas.

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Está a chegar mais uma edição desta viagem histórica de comboio em Portugal com vista para o rio e numa carruagem do século XX

6 June 2026 at 11:30

O regresso de iniciativas ferroviárias históricas tem vindo a ganhar destaque no turismo em Portugal, combinando património, paisagem e experiência a bordo. No Douro, prepara-se uma nova temporada de viagens que recupera carruagens do século XX e um percurso marcado pela ligação ao rio.

De acordo com o site da CP, citado pelo portal Porto Secreto, o Comboio Histórico do Douro regressa este ano com 51 viagens previstas entre a Régua e o Tua, ao longo de um período que decorre de 6 de junho a 18 de outubro. As circulações distribuem-se por fins de semana e algumas datas adicionais em dias úteis durante o verão.

Segundo a mesma fonte, o percurso mantém o formato habitual, mas com carruagens históricas e um enquadramento operacional adaptado às condições atuais da Linha do Douro.

Carruagens históricas e mudança na locomotiva

A composição integra cinco carruagens restauradas, pintadas nas cores originais e associadas ao início do século XX. Ainda assim, a tração volta a ser assegurada por locomotiva a diesel, opção que se mantém pelo segundo ano consecutivo.

Conforme a CP, esta alteração resulta de restrições preventivas aplicadas na Linha do Douro pela Infraestruturas de Portugal, que condicionam o uso da locomotiva a vapor tradicional.

A experiência decorre ao longo de cerca de 36 quilómetros, entre a Régua e o Tua, numa zona integrada na paisagem vinhateira do Douro classificada como Património Mundial da UNESCO. A bordo, o programa inclui momentos de animação e prova de vinho do Porto, com a viagem a começar habitualmente na estação da Régua ao início da tarde. O cenário exterior do vale do Douro assume-se como elemento central do percurso.

Programa detalhado da viagem

O programa da viagem inclui uma receção na Régua às 15 h, seguida de partida cerca de meia hora depois com animação musical a bordo. Acrescenta a mesma fonte que a chegada ao Tua ocorre por volta das 16:35 h, permitindo um período de pausa para observação da paisagem. No regresso, a composição parte às 17:07 h, com passagem pelo Pinhão e chegada prevista à Régua ao final da tarde.

As viagens decorrem sobretudo aos sábados e domingos entre junho e outubro, com reforço de datas durante o verão para responder à procura. Explica a CP que, nas semanas de maior afluência, estão também previstas circulações às quartas-feiras, sobretudo em julho e agosto, com o objetivo de distribuir o fluxo de passageiros.

Bilhetes e condições de acesso

Os bilhetes são disponibilizados através dos canais habituais da CP, com preços diferenciados para adultos, crianças e grupos organizados. Conforme a mesma fonte, os valores situam-se nos 60 euros para adultos, 32 euros para crianças entre os 4 e os 12 anos e 56 euros para reservas de grupo, sendo possível a compra online ou em bilheteiras físicas.

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Ao pé desta praia no Algarve há uma rocha que é o resto da chaminé de um vulcão com mais de 70 milhões de anos

6 June 2026 at 10:00

O litoral do Algarve combina praias muito procuradas com elementos geológicos que ajudam a contar a história antiga do território, visíveis em formações rochosas que se destacam na paisagem costeira. Entre esses pontos encontra-se uma estrutura natural que remonta a um passado vulcânico com dezenas de milhões de anos.

De acordo com o jornal online Algarve Marafado, junto à Praia da Luz, no concelho de Lagos, existe uma formação rochosa conhecida como Rocha Negra, que se tornou um dos elementos mais reconhecíveis daquela zona costeira. A mesma fonte descreve-a como um marco visual que sobressai pela cor escura e pela dimensão.

Trata-se de um afloramento com cerca de 40 metros de altura, identificado como o que resta da chaminé de um antigo vulcão, com origem estimada em mais de 70 milhões de anos. Segundo a mesma fonte, apesar de o vulcão estar extinto, a estrutura mantém-se visível e continua a marcar a paisagem.

Praia com enquadramento natural marcado

A Praia da Luz, situada a poucos quilómetros do centro de Lagos, integra este cenário geológico num ambiente costeiro que combina zonas urbanizadas e arribas naturais. De acordo com o portal de informação turística Algarve Portugal Tourism, trata-se de uma localidade com forte procura turística, especialmente por famílias, mantendo no entanto um ambiente descrito como tranquilo.

A mesma fonte refere que a praia apresenta diferentes enquadramentos ao longo da sua extensão, com uma zona mais aberta e outra mais protegida junto às falésias, onde a paisagem se torna mais recortada.

Entre falésias, areia e pequenas enseadas

Importa destacar que a Praia da Luz se caracteriza pela sua areia fina e águas geralmente calmas e pouco profundas, o que contribui para condições consideradas seguras para banhistas, incluindo crianças.

A mesma fonte acrescenta que o lado nascente da praia tende a ser mais sossegado, enquanto o lado poente inclui pequenas enseadas entre as rochas, onde se formam zonas de abrigo natural. Nestes espaços, a presença de formações rochosas cria pequenas piscinas naturais, embora com superfícies irregulares que exigem alguma atenção.

Ponto geológico integrado na paisagem turística

A Rocha Negra permanece assim integrada numa zona balnear que conjuga interesse geológico e utilização turística regular. A formação, resultante de processos vulcânicos antigos, tornou-se parte da identidade visual da Praia da Luz, sendo visível a partir de vários pontos da envolvente costeira.

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