A mudança é subtil, mas está literalmente a alterar a estrutura física do próprio cérebro. Trabalhar no turno da noite até pode parecer bastante tranquilo. É verdade que é preciso estar atento a figuras suspeitas e a ladrões, mas o mundo está mais silencioso, mais calmo. É fácil perceber o apelo. Pelo menos até se conhecer a ciência que mostra como o trabalho noturno pode reduzir o volume de algumas partes do cérebro. Num novo estudo, recentemente publicado na revista NeuroImage, uma equipa de investigadores analisou dados de 14.198 participantes do UK Biobank. Concluíram que as pessoas que trabalham regularmente
Novo estudo examinou a complexa morfologia e diversidade molecular destas células em forma de estrela. Os astrócitos são as células que apoiam os neurónios do cérebro. Não são apenas estruturas de suporte passivas: acumulam funções antes subestimadas que, por exemplo, podem variar consoante a patologia ou durante a evolução desta. Um novo estudo, liderado João Filipe Oliveira, do ICVS/Escola de Medicina da Universidade do Minho, redefiniu a função destas células em forma de estrela. O trabalho examinou a complexa morfologia e diversidade molecular dos astrócitos – para entender a sua capacidade superior de comunicar com os neurónios e restantes células