O recurso à Inteligência Artificial permite aos candidatos escrever cartas de apresentação melhores, mas também dificulta a distinção entre quem está verdadeiramente interessado e quem depende da IA. Era uma das partes mais aborrecidas do processo de candidatura a um emprego, mas também uma das que mais ajudava os candidatos a destacar-se. No entanto, a ascensão da inteligência artificial está a acelerar o declínio da tradicional carta de apresentação. Os recrutadores, os gestores de contratação e os empregadores defendem cada vez mais que as cartas de apresentação são agora menos úteis como ferramenta de avaliação de candidatos devido ao uso
Responsáveis de Google, Microsoft ou OpenAI, além de especialistas, deixam o apelo: atenção às compras de ADN sintético. O ADN sintético é um material genético produzido artificialmente. Pode ser feito à medida por empresas – mas também pode ser encomendado pela internet. É essencial na criação de medicamentos que salvam vidas, ajuda a modificar microorganismos e a armazenar grandes quantidades de dados digitais. O facto de ser comprado online acelerou o desenvolvimento de vacinas, impulsionou a investigação básica e permitiu que equipas pequenas acedessem a capacidades que só grandes instituições tinnham. Mas, ao ser encomendado pela internet (confirmado por empresas),
A inteligência artificial não está a chegar apenas para tirar o emprego. Está aí para lhe roubar também o salário. A tecnológica norte-americana Teradata informou os seus 5100 trabalhadores de que não deverão contar com aumentos salariais anuais em 2026, numa altura em que a empresa está a redireccionar orçamento para investimentos em inteligência artificial. A decisão foi comunicada em Janeiro através de um memorando interno do presidente executivo, Steve McMillan, conta o Business Insider. No documento, McMillan afirma que a prioridade da empresa para este ano é “vencer no mercado com IA” e que, para isso, a empresa vai
A iniciativa integra o Roteiro Estratégico da UE para a Digitalização e a IA no Setor Energético e consiste na implementação de contadores de eletricidade inteligentes que ajudam as famílias a ajustar o seu consumo em tempo real. A Comissão Europeia está a preparar nova legislação com o objetivo de incentivar as famílias a reduzir o consumo de eletricidade nas horas de ponta devido ao aumento acentuado da procura de energia impulsionada pela inteligência artificial, centros de dados e eletrificação da economia. De acordo com um roteiro divulgado na quarta-feira, a Comissão planeia propor uma lei ainda este ano para