O Parque Municipal de Loulé recebe este sábado, dia 6, entre as 10 e as 17h00, mais uma edição do “Bora Lá ao Parque”.
Numa iniciativa do Município de Loulé, e com a forte participação de parceiros locais, o evento, de entrada livre, oferece dezenas de atividades gratuitas, incluindo cultura, desporto, oficinas e jogos ao ar livre para toda a família, sessões dedicadas à saúde e bem-estar ou ao ambiente, e muita animação, em vários pontos daquele que é o “pulmão verde” da cidade.
O presidente da Câmara Telmo Pinto fará a abertura do evento, no Anfiteatro António Aleixo, pelas 10h00.
A partir daí, as propostas são muitas, promovidas por dezenas de associações locais, instituições desportivas, recreativas e culturais, forças de segurança e projetos sociais, num programa dinâmico e bastante diversificado.
A organização desafia ainda os residentes e visitantes a trazerem a sua lancheira para aproveitarem os espaços verdes do Parque, num “Piquenique em Família”, entre as 12h00 e as 14h00.
«Este será um dia em que o Parque Municipal de Loulé volta a transformar-se no grande ponto de encontro comunitário e intergeracional e espaço de partilha de saberes entre grupos de pessoas de diferentes faixas etárias», salienta a Câmara de Loulé.
Esta iniciativa, assente nos princípios da Carta das Cidade Educadoras, tem a chancela do “Loulé Cidade Educadora” e do programa “Bora Lá… Brincar!”, promovendo o direito ao brincar e o convívio entre pessoas de diferentes idades.
O Governo dos Açores está a averiguar um eventual crime ambiental relacionado com a morte violenta de um tubarão em Rabo de Peixe, após denúncias de cidadãos e participação ao Ministério Público. Na sequência da divulgação de um vídeo que mostrava a morte violenta de um tubarão no porto de Rabo de Peixe, em São Miguel, o executivo açoriano confirmou, esta quinta-feira, que está em curso um processo de averiguações por eventual ilícito criminal de natureza ambiental. O Governo dos Açores adiantou, esta quinta-feira, que está em curso um processo de averiguações respeitante a “eventual ilícito criminal” de natureza ambiental
Uma jovem de 16 anos morreu, na noite desta quarta-feira, em Famões, no concelho de Odivelas, depois de ter sido agredida com uma barra de ferro. O principal suspeito é o namorado da vítima, um jovem de 20 anos, que se colocou em fuga após o crime e foi atropelado cerca de uma hora depois. O alerta foi dado à Polícia de Segurança Pública por volta das 19h10, na sequência de uma ocorrência inicialmente sinalizada como violência doméstica na Rua Bernardo Santareno. Quando chegaram ao local, as autoridades encontraram a adolescente em estado grave. A jovem foi assistida por uma
É «um três em um», que permitiu dar nova vida e um futuro a um antigo espaço industrial que faz parte da história do concelho. A Praça 1914 foi inaugurada na segunda-feira, dia 1 de Junho, no coração da vila de São Brás de Alportel, e, para além de um espaço de fruição pública, presta homenagem a João Beatriz Rosa, considerado o “pai” do concelho, à indústria corticeira e à República.
No dia em que celebrou os 112 anos da elevação a concelho, São Brás de Alportel deu o nome 1914 à sua mais recente praça, que veio dar nova vida à antiga Fábrica de Cortiça Louro, um espaço que há muito estava inutilizado.
Nas últimas décadas, o município procurou chegar a acordo com os descendentes do fundador da fábrica, entretanto encerrada, mas as negociações demoraram a chegar a bom porto.
No passado dia 1 de Junho, este espaço foi devolvido ao público, já não em forma de edifício, mas mantendo, ainda assim, vários elementos da infraestrutura original, como os caraterísticos arcos, bem como equipamentos que faziam parte da fábrica, nomeadamente a prensa, a nora e a caldeira, entre outros.
«Eu sinto-me imensamente honrada por estar aqui a protagonizar este dia que, no fundo, não é meu, é do João Rosa Beatriz, é do seu legado, é de todos aqueles que representam estes 112 anos de história: todos os autarcas, todos os homens e mulheres que trabalharam, que se empenharam, para que São Brás de Alportel seja hoje o concelho que é, um concelho de respeito, de referência no Algarve e no país, um concelho de gente humilde, trabalhadora, muito honrosa da sua terra e muito honesta também», disse ao Sul Informação Marlene Guerreiro, presidente da Câmara de São Brás de Alportel, à margem da cerimónia.
«Quisemos aqui homenagear as origens do concelho. Nós só somos concelho desde 1 de Junho de 1914 porque tivemos um chão fértil, o chão da cortiça, da sustentabilidade económica, que nos deu o sustento, o rendimento, mas também porque houve homens com visão e com ideias, a ideia de liberdade que foi semeada por João Rosa Beatriz, naturalmente acompanhado por um conjunto de amigos, de adeptos deste movimento, mas também adubada pela República», acrescentou.
Foto: Hugo Rodrigues | Sul Informação
Na nova Praça 1914, a Câmara de São Brás homenageou a cortiça, através da criação de um espaço museológico ao ar livre a ela dedicado, imortalizou a figura de João Rosa Beatriz, «enquanto livre pensador, homem de ideias», através da inauguração de uma estátua e enalteceu «também a República, que foi a mãe do nosso concelho».
«Não seríamos concelho sem a República, nem sem João Rosa Beatriz, nem sem a cortiça. (…) Aquilo que somos hoje também devemos a estes homens e mulheres que ao longo de 112 anos de história têm sido valorosos. Eu sou profundamente grata a todos eles e a poder estar aqui» a inaugurar a nova praça, reforçou Marlene Guerreiro.
Uma das caraterísticas mais diferenciadoras da praça é mesmo a sua vocação museológica.
«Nós há muito tempo gostávamos de ter um verdadeiro museu da cortiça, é uma aspiração do município e também é uma aspiração dos visitantes, dos turistas, que nos pedem sempre um museu da cortiça. Nós temos um bom setor dedicado à cortiça no Museu do Trajo, mas gostávamos de ter realmente mais um lugar para contar a história» desta matéria prima e da indústria à sua volta, revelou.
«Podíamos, de facto, ter um museu fechado, como tantos outros polos museológicos que temos. No entanto, pensámos que seria interessante, inovador e talvez mais eficaz, ter um espaço sem portas, onde todas as pessoas pudessem visitar, de forma autónoma, mas que, naturalmente, também vai ter espaço para visitas guiadas, interpretadas e um conjunto de dinâmicas promovidas pelo município e com agentes turísticos com quem vamos estabelecer parcerias», revelou a presidente da Câmara de São Brás de Alportel.
O que é certo é que «aqui não é preciso marcar ou reservar visita, aqui todos, a todas as horas do dia e da noite, todos os dias de semana, feriados, dias santos, no Verão e no Inverno, podem visitar».
Foto: Hugo Rodrigues | Sul Informação
Este «museu diferente» vai interagir com as pessoas e ter «muitas dinâmicas interessantes que não começam hoje [dia 1 de Junho], vão começar daqui a dias. Esperamos que seja, talvez não a cereja em cima do bolo, mas o fardo [de cortiça] em cima da rota da memória que nós já temos implementada no concelho».
São Brás já conta com a Casa Memória, «um dos ex-libris dessa rota da memória. A gora a visita aqui à Praça 1914, acho que é o elemento que nos faltava para consolidar a oferta turística, que é tão importante para o concelho e para a economia local».
No futuro, a Câmara de São Brás de Alportel pretende tornar este espaço «ainda mais interativo», embora, para já Marlene Guerreiro não possa «revelar tudo».
«Nós já temos painéis informativos, mas vamos ter mais interatividade, para que as pessoas consigam sentir-se dentro da fábrica João Viegas Louro, (…) usando as tecnologias de hoje para recriar, dentro do possível, o espírito da antiga fábrica e o espírito de 1914», adiantou, ainda assim, Marlene Guerreiro.
No Dia do Município, que se celebrou na segunda-feira, também foram homenageadas diversas personalidades que se distinguiram em diversas áreas, bem como funcionários da autarquia.
Da parte da tarde teve lugar a Festa da Criança e à noite houve um concerto de Vizinhos, onde foram sopradas 112 velas.
Fotos: Hugo Rodrigues e Nelson Ferreira | Sul Informação
Foto: Hugo Rodrigues | Sul Informação
Foto: Hugo Rodrigues | Sul Informação
Foto: Hugo Rodrigues | Sul Informação
Foto: Hugo Rodrigues | Sul Informação
Foto: Hugo Rodrigues | Sul Informação
Foto: Hugo Rodrigues | Sul Informação
Foto: Hugo Rodrigues | Sul Informação
Foto: Hugo Rodrigues | Sul Informação
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Foto: Hugo Rodrigues | Sul Informação
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Foto: Hugo Rodrigues | Sul Informação
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Foto: Hugo Rodrigues | Sul Informação
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Foto: Hugo Rodrigues | Sul Informação
Foto: Hugo Rodrigues | Sul Informação
Foto: Hugo Rodrigues | Sul Informação
Foto: Hugo Rodrigues | Sul Informação
Foto: Nelson Ferreira | Sul Informação
Foto: Nelson Ferreira | Sul Informação
Foto: Nelson Ferreira | Sul Informação
Foto: Nelson Ferreira | Sul Informação
Foto: Nelson Ferreira | Sul Informação
Foto: Nelson Ferreira | Sul Informação
Foto: Nelson Ferreira | Sul Informação
Foto: Nelson Ferreira | Sul Informação
Foto: Nelson Ferreira | Sul Informação
Foto: Nelson Ferreira | Sul Informação
Foto: Nelson Ferreira | Sul Informação
Foto: Nelson Ferreira | Sul Informação
Foto: Nelson Ferreira | Sul Informação
Foto: Nelson Ferreira | Sul Informação
Foto: Nelson Ferreira | Sul Informação
Foto: Nelson Ferreira | Sul Informação
Foto: Nelson Ferreira | Sul Informação
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Reunião na Câmara de Lisboa em dia de greve geral: “pressão sobre os trabalhadores”. Críticas à esquerda, reação diferente do Chega. Os partidos de esquerda na Câmara de Lisboa contestaram esta terça-feira o agendamento de uma reunião camarária para quarta-feira, dia de greve geral, considerando que representa uma forma de “pressão” e de “condicionamento” dos trabalhadores, defendendo o adiamento da sessão. Em comunicado, a vereação do PS – principal partido de oposição à governação PSD/CDS-PP/IL, liderada pelo social-democrata Carlos Moedas – manifestou “profunda discordância” com a convocação de uma reunião para o dia da greve geral. Por isso, os socialistas
Depois dos Leões, outros estaleiros desaparecem, ruas são reabertas ao trânsito. A Linha Rosa está quase a ficar pronta. As obras no Porto, por causa das novas linhas de metro, prolongam-se há anos. Desde 2020 que há intervenções visíveis (e a condicionar) na baixa e no centro da cidade. A Linha Rosa (G) terá apenas 4 estações, entre São Bento/Liberdade e Casa da Música. Mas, sendo totalmente subterrânea, as obras estão a demorar. A inauguração seria em 2024. Não foi. Seria no ano passado. Também não. E também não será neste ano. A previsão mais recente aponta para Março de
O feito alcançado pelo atleta algarvio foi reconhecido pelo presidente do município Rui Cristina, que o recebeu nos Paços do Concelho e felicitou-o pelo «feito notável que orgulha todos os albufeirenses».
O autarca destacou o «espírito de campeão que permitiu alcançar a melhor marca da prova no último suspiro», e agradeceu a Gerson Baldé por «elevar o nome de Albufeira além-fronteiras, e contribuir para o prestígio internacional do nosso concelho».
«Esta receção é prova do reconhecimento de todos os albufeirenses por uma conquista merecida e fruto do trabalho desenvolvido ao longo de vários anos», acrescentou o autarca.
Em Março, na cidade polaca de Torun, foi à sexta e última tentativa que Gerson Baldé conseguiu saltar 8,46 metros, marca que ficou para a história do atletismo nacional.
O Bar da Fonte, localizado na Fonte Férrea de Cachopo, vai reabrir ao público no sábado, dia 13 de Junho.
A reabertura pretende «valorizar este espaço de natureza, convívio e tradição, criando um ponto de encontro para residentes e visitantes, onde não faltarão bebidas frescas, petiscos, boa música e um ambiente descontraído em plena serra».
A inauguração contará com um Sunset de Abertura, animado pelo DJ Duda.
«Mais do que um simples bar, pretendemos que este seja um espaço de encontro, partilha e valorização do património natural e cultural de Cachopo, contribuindo para dinamizar a região e atrair visitantes à serra», referem os responsáveis.
Vila do Bispo entregou as chaves de uma nova Viatura Florestal de Combate a Incêndios (VFCI) à Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários do concelho, comprada com o apoio do Programa Regional Algarve 2030, numa cerimónia que decorreu no quartel da corporação, este sábado, dia 30.
Este carro de combate a fogos foi adquirido no âmbito de uma candidatura conjunta dos 16 municípios algarvios ao Algarve 2030, para reforçar os meios das diferentes corporações de bombeiros, sendo Vila do Bispo a autarquia do Algarve a receber a primeira de 64 viaturas que vão ser compradas pelas diferentes câmaras do algarvias, com apoio de fundos europeus.
«Este momento assume particular relevância por fazer de Vila do Bispo o primeiro município do Algarve a entregar uma Viatura Florestal de Combate a Incêndios aos Bombeiros Voluntários no âmbito do programa Algarve 2030, refletindo o compromisso da autarquia com o reforço dos meios de proteção e socorro», ilustrou a Câmara vila-bispense.
«Através desta cedência, pretende-se aumentar a capacidade de resposta da corporação no combate aos incêndios rurais, garantindo maior eficácia e segurança nas operações de socorro e proteção civil, contribuindo para a proteção do território e para a redução do risco junto das populações», acrescentou.
A viatura custou cerca de 243 mil euros, dos quais cerca de 137 mil são financiados pelo programa Algarve 2030. O valor remanescente, cera de 105 mil euros, é suportado pela Câmara Municipal.
O procedimento de aquisição deste veículo «incluiu, também, a adjudicação de mais três novas viaturas destinadas ao reforço dos meios de proteção e socorro: um Veículo Ligeiro de Combate a Incêndios Florestais, um Veículo Ligeiro de Combate a Incêndios Rurais e um Veículo Tanque Tático Florestal».
«Após a respetiva entrega, estas viaturas serão igualmente cedidas aos Bombeiros Voluntários de Vila do Bispo, nos termos do contrato de comodato celebrado entre a Câmara Municipal e a Associação Humanitária, reforçando assim a capacidade operacional da corporação. A aquisição destas três viaturas representa um investimento de 630.600,00 euros, acrescido de IVA, sendo comparticipado em 60% pelo programa Algarve 2030. A autarquia assegura os restantes 40% do investimento, bem como a totalidade do valor do IVA», conclui a Câmara de Vila do Bispo.