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Sim, podemos ser alérgicos ao exercício físico

6 June 2026 at 20:30
As pessoas que não gostam de fazer exercício brincam, por vezes, dizendo que são “alérgicas” à atividade física. Mas o que muitos não sabem é que a alergia ao exercício existe mesmo — e pode ser perigosa se não for detetada a tempo. A anafilaxia induzida pelo exercício é uma reação alérgica grave, pouco conhecida, desencadeada por exercício moderado. Pode causar comichão intensa em todo o corpo, seguida rapidamente por dificuldade em respirar. Estima-se que entre 2,3% e 5% de todos os casos de anafilaxia no mundo sejam desencadeados pelo exercício físico. Esta condição induzida pelo exercício foi identificada pela

Misericórdias reforçam o seu papel estruturante e apontam prioridades para o futuro da ação social e da saúde

6 June 2026 at 18:26

A União das Misericórdias Portuguesas (UMP) encerrou hoje o 15º Congresso Nacional das Misericórdias, que decorreu no Fórum Braga, dedicado ao tema “A atualidade de uma evolução segura”. O último dia dos trabalhos ficou marcado pela reflexão sobre o património cultural das Misericórdias, entendido como um elemento essencial de identidade e de continuidade, e pela […]

Timmy era baleia fêmea e tinha rede de pesca no intestino

By: ZAP
6 June 2026 at 18:15
Conhecidos resultados da (aguardada) autópsia à baleia-jubarte, que originou conflito nacional. Rede terá prejudicado a sua saúde. A baleia-jubarte mais conhecida dos últimos tempos chamava-se Timmy. Pesava cerca de 12 mil quilos e ficou encalhada durante 4 semanas no Mar Báltico, perto de Lübeck, no norte da Alemanha. Uma operação de resgate arriscada, cara e feita por privados, permitiu tirá-la do Mar Báltico e colocá-la em águas abertas no Mar do Norte, ao largo da costa da Dinamarca. Entretanto, a meio de Maio, a baleia foi encontrada morta junto a uma ilha dinamarquesa. Houve uma primeira fase de distanciamento, até

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Conhecidos resultados da (aguardada) autópsia à baleia-jubarte, que originou conflito nacional. Rede terá prejudicado a sua saúde.

Estudo aponta causa provável de estranho zumbido que se ouve em todo o mundo

6 June 2026 at 17:30
O misterioso zumbido de baixa frequência ouvido por algumas pessoas em várias partes do mundo poderá, em muitos casos, ter origem no próprio sistema auditivo, sob a forma de acufenos subjetivos, embora não exclua causas ambientais noutros casos. Durante décadas, pessoas em todo o mundo relataram ouvir um zumbido ténue, semelhante ao de um motor, a meio da noite, um perturbador som de baixa frequência sem origem aparente. Conhecido simplesmente como The Hum (“o Zumbido”), o fenómeno tem alimentado a investigação científica, a perplexidade do público e um fluxo constante de teorias da conspiração. Agora, investigadores da Universidade Norueguesa de

Acabou a sexologia na Rússia

By: ZAP
6 June 2026 at 16:00
A Rússia vai deixar de reconhecer a sexologia como especialidade médica certificada e criar, a partir do outono, a figura de “médico de longevidade saudável”, no âmbito de uma revisão do registo oficial das profissões de saúde. A alteração consta de um decreto do Ministério da Saúde publicado este fim de semana, noticiou a agência estatal TASS. A partir de 1 de setembro, serão retiradas 16 funções da lista oficial de profissões médicas e acrescentadas 11 novas categorias. Outras três designações deverão ser eliminadas até 1 de setembro de 2028. Diz Viktor Fomin, responsável pela academia médica de formação contínua

Porque é que o café não sabe a cafeína?

By: ZAP
6 June 2026 at 14:30
A cafeína é naturalmente amarga, mas moléculas formadas durante a torrefacção do café parecem mascarar esse sabor ao interagir com ela. Embora os apreciadores de descafeinado possam discordar, a cafeína é um componente essencial de uma chávena de café. Este composto é extremamente amargo quando isolado, mas o café comum não o é. Num novo estudo, publicado na quarta-feira no Journal of Agricultural and Food Chemistry uma equipa de cientistas investigou porquê — e explica que a resposta pode estar nas interacções entre a cafeína e outras moléculas do café, chamadas melanoidinas, produzidas durante o processo de torrefacção. Anteriormente, provadores

Nem precisa de ginásio: este hábito matinal pode ajudar a evitar picos de açúcar no sangue

6 June 2026 at 12:20

Controlar os níveis de açúcar no sangue não depende apenas do que se coloca no prato. A forma como o corpo se movimenta depois das refeições também pode influenciar a resposta da glicose, sobretudo em pessoas com diabetes, pré-diabetes ou maior risco metabólico.

De acordo com a EatingWell, site especializado em saúde e bem-estar, uma caminhada curta depois do pequeno-almoço é apontada por especialistas como um hábito simples que pode ajudar a reduzir os picos de açúcar no sangue. Não exige ginásio, equipamento próprio ou muito tempo: bastam cerca de dez minutos de marcha ligeira a moderada.

O corpo usa melhor a glicose

Depois de uma refeição, é normal que os níveis de açúcar no sangue subam. Essa subida tende a ser mais evidente quando o pequeno-almoço inclui hidratos de carbono, como pão, cereais, fruta, bolachas ou outros alimentos ricos em amido ou açúcar. A médica Rebecca Jaspan, citada pela EatingWell, explica que uma breve caminhada após o pequeno-almoço pode ajudar a reduzir esses picos, uma vez que a glicose passa a ser usada como energia mais imediata, em vez de permanecer acumulada na corrente sanguínea.

Durante a caminhada, os músculos entram em atividade e precisam de combustível. Parte desse combustível vem da glicose disponível no sangue, o que pode ajudar a suavizar a subida dos valores após a refeição.

O momento da caminhada faz diferença

O efeito pode ser mais útil quando a caminhada acontece pouco depois de comer. Segundo o artigo citado, o ideal será fazer esse movimento nos minutos seguintes à refeição, especialmente quando houve ingestão de hidratos de carbono. A ideia não é fazer exercício intenso logo depois do pequeno-almoço, mas sim pôr o corpo em movimento. Uma caminhada curta, a ritmo confortável, pode ser suficiente para ativar os músculos e melhorar a forma como o organismo lida com a glicose.

Este hábito pode também ser adaptado à rotina de cada pessoa. Pode passar por caminhar na rua, dar uma volta pelo quarteirão, deslocar-se a pé até ao trabalho ou simplesmente andar dentro de casa durante alguns minutos.

Pode melhorar a resposta à insulina

A caminhada matinal também pode ajudar o corpo a responder melhor à insulina, hormona responsável por permitir a entrada da glicose nas células. A médica Amy Kimberlain, citada no mesmo artigo, lembra que, em pessoas com diabetes, pode existir resistência à insulina ou produção insuficiente desta hormona. A prática regular de atividade física ajuda as células a tornarem-se mais sensíveis à insulina, facilitando a utilização da glicose.

A nutricionista Lauren Plunkett acrescenta que este efeito é cumulativo. Ou seja, caminhar uma vez pode ajudar, mas transformar o gesto num hábito diário tende a trazer melhores resultados ao longo do tempo.

Também pode ajudar a reduzir o stress

O açúcar no sangue não é influenciado apenas pela alimentação. O stress também pode interferir nos valores de glicose. Quando o organismo está sob tensão, há libertação de hormonas como cortisol e adrenalina. Estas hormonas podem levar o fígado a libertar glicose para a corrente sanguínea, preparando o corpo para uma resposta de esforço, mesmo quando essa energia extra não é necessária.

Segundo Rebecca Jaspan, caminhar a um ritmo moderado pode ajudar a reduzir as hormonas do stress, sobretudo o cortisol. Por isso, uma caminhada depois do pequeno-almoço pode ter um duplo efeito: apoiar o controlo da glicose e ajudar a começar o dia com menor tensão.

Há ainda impacto na saúde intestinal

A investigação recente tem também apontado para uma ligação entre exercício físico, microbiota intestinal e controlo da glicemia. Amy Kimberlain refere que, em pessoas com diabetes, o exercício pode ajudar a regular os níveis de açúcar no sangue através de alterações na microbiota intestinal. Algumas bactérias benéficas produzem compostos com efeito anti-inflamatório, conhecidos como ácidos gordos de cadeia curta. Estes compostos podem contribuir para um metabolismo energético mais eficiente, melhor utilização da glicose e maior sensibilidade à insulina.

Um hábito simples, não uma solução isolada

Uma caminhada de dez minutos depois do pequeno-almoço não substitui medicação, acompanhamento médico ou alterações alimentares quando estas são necessárias. Deve ser vista como uma medida complementar, simples e acessível. Para pessoas com diabetes ou outras doenças metabólicas, qualquer alteração relevante à rotina deve ser articulada com o médico, sobretudo quando há medicação que possa baixar a glicemia.

Ainda assim, para a maioria das pessoas, caminhar depois da primeira refeição do dia pode ser uma forma prática de ajudar o corpo a lidar melhor com a glicose. É um gesto pequeno, mas com potencial para reduzir picos de açúcar no sangue, melhorar a resposta à insulina e tornar a rotina matinal mais saudável.

Leia também: Segurança Social permite voltar a receber subsídio de doença pela mesma doença? Esta é a regra em Portugal

Teve 42 tratamentos contra o cancro durante 7 anos – mas não tinha cancro

By: ZAP
6 June 2026 at 12:15
Foi submetido a 42 procedimentos desnecessários antes de ser descoberto erro do sistema nacional de saúde do Reino Unido. Um homem inglês passou 7 anos a acreditar que sofria de uma forma rara e incurável de cancro no sangue, submetendo-se a diversos exames e tratamentos (42 no total). Até que descobriram que o diagnóstico estava errado. Não tinha qualquer cancro. Tudo começou em 2017, quando foi encaminhado para o departamento de hematologia do Hospital George Eliot, em Nuneaton, porque estava com constante cansaço, contagem elevada de glóbulos vermelhos e níveis anormais de ferro. Simon Pearson recebeu o diagnóstico no ano

Segurança Social permite voltar a receber subsídio de doença pela mesma doença? Esta é a regra em Portugal

6 June 2026 at 11:49

Em Espanha, a Segurança Social prevê regras específicas para trabalhadores que, depois de esgotarem a incapacidade temporária ou verem recusada a incapacidade permanente, voltam a ficar incapacitados pela mesma ou por semelhante patologia. Em Portugal, o regime não funciona nos mesmos termos, mas também existem regras para proteger quem continua temporariamente incapaz de trabalhar.

No sistema português, o apoio equivalente é o subsídio de doença, pago pela Segurança Social a trabalhadores que não podem trabalhar temporariamente por motivo de doença. De acordo com o portal Gov.pt, o pagamento é automático quando existe um Certificado de Incapacidade Temporária, conhecido como baixa médica, emitido por médico, desde que estejam cumpridas as condições legais.

Quanto tempo pode durar o subsídio de doença em Portugal

A principal diferença face ao regime espanhol está no prazo máximo. Em Portugal, o subsídio de doença pode ser atribuído, em regra, até 1095 dias aos trabalhadores por conta de outrem. Para trabalhadores independentes e beneficiários em situações equiparadas, como bolseiros de investigação científica enquadrados no Seguro Social Voluntário, o limite aplicável é de 365 dias. Em caso de tuberculose, não existe esse limite temporal enquanto se mantiver a incapacidade.

O Decreto-Lei n.º 28/2004, que regula a proteção social na doença, estabelece que, para efeitos de contagem do período máximo, são consideradas as situações de incapacidade que ocorram nos 60 dias imediatos ao fim de uma incapacidade anterior.

Isto significa que, se houver uma nova baixa pouco tempo depois, o período pode ser somado ao anterior, em vez de começar uma contagem totalmente nova. A regra não depende apenas de ser a mesma doença: o critério legal relevante é a proximidade entre incapacidades.

Esta regra afasta a lógica espanhola dos 180 dias. Em Portugal, o prazo relevante para a ligação entre incapacidades sucessivas é, em termos gerais, de 60 dias, embora cada situação dependa da avaliação médica e administrativa.

E se a pessoa continuar incapaz depois do limite

Quando o trabalhador esgota o período máximo de subsídio de doença e continua incapaz para o trabalho, o regime português prevê a articulação com a invalidez. A lei determina que, se o beneficiário tiver esgotado o período máximo de 1095 dias e mantiver a incapacidade para trabalhar, pode ser atribuída uma pensão provisória de invalidez a partir do dia seguinte à cessação do subsídio. Essa atribuição pode ser feita de forma automática, com base nos elementos constantes do sistema de informação da Segurança Social.

Depois, o beneficiário deve ser sujeito a avaliação pela comissão de verificação de incapacidade permanente. Se for reconhecida incapacidade permanente, poderá ser atribuída pensão de invalidez. Se essa incapacidade permanente não for certificada, a pensão provisória cessa.

Há, no entanto, uma exceção importante: nos termos do Decreto-Lei n.º 187/2007, não há lugar à pensão provisória de invalidez se os 1095 dias forem atingidos sem que tenha passado um ano sobre uma decisão anterior da comissão de verificação ou de recurso que não tenha reconhecido incapacidade permanente, salvo se houver agravamento do estado de saúde. O beneficiário é notificado do valor provisório e da data de início do pagamento. A lei permite desistir do pedido de pensão no prazo de 15 dias a contar dessa notificação, com restituição dos valores já recebidos, quando aplicável.

Baixa temporária e invalidez não são a mesma coisa

A baixa médica serve para situações temporárias, em que se prevê que o trabalhador possa recuperar e regressar ao trabalho. Já a pensão de invalidez exige incapacidade permanente para o trabalho, certificada pelo Sistema de Verificação de Incapacidades da Segurança Social. Esta distinção é essencial. Uma pessoa pode estar incapaz de trabalhar durante meses, ou até por um período prolongado, sem que isso signifique automaticamente que tem direito a pensão de invalidez.

Da mesma forma, uma recusa da pensão de invalidez não significa, por si só, que o trabalhador esteja plenamente recuperado. Significa apenas que, na avaliação feita, não ficou demonstrada uma incapacidade permanente nos termos exigidos para essa pensão.

A Segurança Social pode reavaliar a baixa

Em baixas prolongadas, a Segurança Social pode chamar o beneficiário para avaliação pelo Sistema de Verificação de Incapacidades. Se a comissão concluir que já não subsiste incapacidade temporária para o trabalho, o subsídio de doença pode cessar.

Desde as alterações introduzidas ao regime de verificação de incapacidades, a comissão de reavaliação pode intervir em determinadas situações. A lei prevê que, quando o beneficiário requeira reavaliação dentro do prazo legal, a manutenção do direito ao subsídio de doença depende da deliberação dessa comissão. Na prática, se o trabalhador discordar da decisão que o considera apto, deve agir dentro dos prazos previstos e apresentar o pedido de reavaliação quando a lei o permitir. Este ponto é importante porque a continuação do pagamento pode depender dessa decisão.

Nova baixa pela mesma doença: o que muda

Se o trabalhador tiver uma nova baixa pela mesma doença pouco tempo depois de uma anterior, a Segurança Social pode não tratar o caso como um processo totalmente novo. A regra dos 60 dias é relevante para a contagem do período máximo de concessão. Ou seja, quando duas situações de incapacidade estão próximas no tempo, podem ser somadas para efeitos do limite máximo de 1095 dias, ou de 365 dias nos casos em que esse seja o limite aplicável. Isto evita que sucessivas baixas próximas reiniciem sempre o contador.

Mas há uma nuance importante: em Portugal, esta regra não está formulada apenas para a mesma patologia. O que a lei refere são situações de incapacidade que ocorram nos 60 dias imediatos à cessação da incapacidade anterior.

Já se a nova incapacidade surgir depois de decorrido esse intervalo, a análise pode ser distinta e pode iniciar-se um novo período de contagem. Ainda assim, o direito ao subsídio depende sempre do cumprimento das condições legais, da existência de baixa médica válida e das verificações que a Segurança Social possa determinar. Se o período máximo já tiver sido esgotado, a contagem do prazo de garantia para novo subsídio começa a partir da data em que ocorra novo registo de remunerações.

E se for uma doença diferente

Quando a nova baixa resulta de uma doença ou acidente diferente, o enquadramento clínico pode ser outro. A situação deve ser apreciada com base no novo Certificado de Incapacidade Temporária e nos elementos médicos disponíveis.

Ainda assim, uma doença diferente não elimina automaticamente a regra dos 60 dias para efeitos de contagem do período máximo, se a nova incapacidade surgir logo após a anterior. O que muda é a avaliação médica da causa da incapacidade e a forma como a Segurança Social enquadra o novo certificado. Continuam também a aplicar-se as regras gerais do subsídio de doença: prazo de garantia, certificação médica, eventual período de espera, limites máximos e possibilidade de verificação pela Segurança Social.

O portal Gov.pt recorda que o subsídio de doença é pago a trabalhadores que descontam para a Segurança Social e que fiquem temporariamente impossibilitados de trabalhar por doença. O pagamento depende da existência de Certificado de Incapacidade Temporária e do cumprimento das restantes condições legais.

O que deve fazer o trabalhador

Quem recebe alta, mas continua sem condições para trabalhar, deve pedir nova avaliação médica junto dos serviços de saúde. Se houver nova baixa, esta é comunicada eletronicamente à Segurança Social, quando emitida pelos meios habituais.

Se a Segurança Social cessar o subsídio por considerar que já não existe incapacidade, e o trabalhador discordar, deve confirmar os prazos para pedir reavaliação. O regime legal prevê a intervenção de comissões de reavaliação em situações específicas e dentro de prazos curtos.

Em caso de baixa prolongada, recusa de invalidez, nova doença ou conflito com a decisão da Segurança Social, é aconselhável pedir informação diretamente à Segurança Social e, se necessário, recorrer a apoio jurídico. Quando existam também implicações laborais, pode fazer sentido contactar a ACT.

A resposta para Portugal

Em Portugal, não existe uma regra igual à espanhola que obrigue, em termos gerais, a esperar 180 dias para voltar a receber incapacidade temporária pela mesma patologia. O regime português trabalha com outros prazos e mecanismos.

O subsídio de doença pode durar até 1095 dias para trabalhadores por conta de outrem, as incapacidades ocorridas nos 60 dias seguintes podem contar para o mesmo período máximo e, quando esse limite se esgota, pode haver articulação com a pensão provisória de invalidez se a incapacidade para o trabalho se mantiver.

Assim, a ideia central é esta: se a incapacidade é temporária, o caminho é a baixa médica e o subsídio de doença; se se torna permanente, entra em causa a pensão de invalidez. Entre uma e outra situação, a Segurança Social pode avaliar, reavaliar e decidir se o pagamento deve continuar.

Leia também: Nova funcionalidade da Segurança Social promete pagamentos mais rápidos: veja o que muda

Descoberta a arte rupestre mais antiga do Reino Unido numa gruta no País de Gales

By: ZAP
6 June 2026 at 11:00
As marcas vermelhas em Bacon Hole, que se pensava serem uma formação geológica natural, são afinal as pinturas rupestres mais antigas das Ilhas Britânicas, com 17 mil anos de idade. Durante um século, uma série de misteriosas linhas vermelhas encontradas no interior de uma gruta no País de Gales foram descartadas como uma formação geológica natural. Agora, uma nova investigação confirmou que as marcas são arte rupestre paleolítica, tornando-as a mais antiga arte rupestre conhecida nas Ilhas Britânicas. A descoberta diz respeito a um painel de 11 linhas vermelhas paralelas localizado em Bacon Hole, uma gruta na Península de Gower,

Primeira “vacina universal” concebida por IA testada em humanos

By: AFP
6 June 2026 at 10:00
A vacina experimental pretende atingir um vasto leque de vírus, incluindo os responsáveis por surtos mortais como a SARS, a MERS e a covid-19. Os investigadores esperam que este tipo de vacina possa, um dia, ajudar a travar futuras pandemias. Uma vacina dirigida a um conjunto alargado de vírus, concebida com recurso a inteligência artificial, teve um efeito “modesto” no sistema imunitário num pequeno ensaio inicial, segundo um novo estudo, recentemente publicado no Journal of Infection. Esta é a primeira vez que uma vacina cujo princípio activo foi inteiramente concebido por IA foi testada em seres humanos, afirmaram esta sexta-feira

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https://www.youtube.com/watch?v=uBD86IG38CE A vacina experimental pretende atingir um vasto leque de vírus, incluindo os responsáveis por surtos mortais como a SARS, a MERS e a covid-19. Os investigadores esperam que este tipo de vacina possa, um dia, ajudar a travar futuras pandemias. Uma vacina di

UMinho ajuda a redefinir a função dos astrócitos no cérebro

By: ZAP
6 June 2026 at 09:00
Novo estudo examinou a complexa morfologia e diversidade molecular destas células em forma de estrela. Os astrócitos são as células que apoiam os neurónios do cérebro. Não são apenas estruturas de suporte passivas: acumulam funções antes subestimadas que, por exemplo, podem variar consoante a patologia ou durante a evolução desta. Um novo estudo, liderado João Filipe Oliveira, do ICVS/Escola de Medicina da Universidade do Minho, redefiniu a função destas células em forma de estrela. O trabalho examinou a complexa morfologia e diversidade molecular dos astrócitos – para entender a sua capacidade superior de comunicar com os neurónios e restantes células

Qual foi o motor da separação de Pangeia? Cientistas têm nova teoria

By: ZAP
6 June 2026 at 08:00
Um novo estudo revê a história da fragmentação da Pangeia, o supercontinente cuja separação abriu caminho à configuração dos continentes que hoje conhecemos. O período Triássico terminou quando uma quantidade gigantesca de rocha ígnea fundida, conhecida como Província Magmática do Atlântico Central (CAMP), irrompeu do manto terrestre e se infiltrou na crosta sob o que são hoje os sopés orientais dos Apalaches. Milhões de anos mais tarde, o supercontinente Pangeia começou a abrir-se, com a costa leste do que é hoje a América do Norte a separar-se da África Ocidental, dando origem ao oceano Atlântico. Em termos geológicos, estes dois

São Pedro de Moel tem o registo mais completo do mundo de período crítico da história da Terra

By: ZAP
5 June 2026 at 11:00
Arribas de São Pedro de Moel guardam o registo geológico mais completo do mundo de um período crítico do Jurássico. São Pedro de Moel entra nos registos importantes da investigação arqueológica a nível mundial. As arribas costeiras de São Pedro de Moel e das Astúrias (Espanha) conservam o registo mais completo conhecido a nível mundial de um período crítico da história da Terra. O período em causa é a transição entre os andares Sinemuriano e o Pliensbaquiano, ocorrida há cerca de 193 milhões de anos, no Jurássico Inferior. A revelação surge num novo estudo, que contou com investigadores do Centro

Descobertos sinais de vida microbiana ativa em Ötzi, o Homem do Gelo

By: ZAP
5 June 2026 at 10:00
Uma nova análise à famosa múmia encontrou espécies de micróbios modernas que ainda podem estar ativas. Mais de cinco milénios após a sua morte nos Alpes, Ötzi, o Homem do Gelo, pode ainda albergar vida microbiana, de acordo com um novo estudo publicado na revista Microbiome. Ötzi, um caçador da Idade do Cobre que morreu por volta de 3300 a.C., foi descoberto em 1991 a emergir do gelo derretido de um glaciar nos Alpes de Ötztal, na fronteira entre a Itália e a Áustria. As condições de congelação que preservaram o seu corpo suprimiram a atividade microbiana normalmente responsável pela

Já ouviu falar da ADSE? Saiba o que é e quem tem direito a estes vários benificios

5 June 2026 at 09:30

Há um sistema de saúde em Portugal que funciona de forma paralela ao Serviço Nacional de Saúde e que já abrange cerca de 1,35 milhões de pessoas. Apesar de ser conhecido entre funcionários públicos, continua a levantar dúvidas sobre o seu funcionamento, benefícios e condições de acesso. Trata-se da ADSE, um subsistema com características próprias e regras distintas.

De acordo com o Notícias ao Minuto, a ADSE destina-se aos trabalhadores da Administração Pública e opera através de uma rede de cuidados médicos convencionados, incluindo hospitais, clínicas e profissionais de saúde, onde os preços são mais reduzidos face ao mercado privado.

Um modelo diferente do SNS e dos seguros

O funcionamento da ADSE distingue-se de outras soluções de acesso à saúde. Não depende diretamente do financiamento público tradicional nem segue o modelo típico dos seguros privados. Neste caso, são os próprios beneficiários que asseguram o financiamento do sistema, através de uma quotização mensal descontada automaticamente no salário.

Esse contributo dá acesso a uma rede alargada de prestadores, onde os custos são partilhados entre o utente e o subsistema. Ao longo dos anos, este modelo tem sido ajustado para acompanhar as necessidades dos beneficiários, procurando equilibrar acesso e sustentabilidade financeira.

Segundo a mesma fonte, esta lógica tem permitido à ADSE manter uma oferta diversificada, ao mesmo tempo que introduz alterações nas condições de acesso e nos serviços incluídos.

Quem pode beneficiar do sistema

O acesso à ADSE não se limita ao titular do desconto. O regime prevê também a inclusão de familiares, nomeadamente cônjuges e filhos, desde que cumpram os critérios definidos de elegibilidade.

Esta abrangência ajuda a explicar o peso do subsistema no panorama nacional. Com mais de um milhão de beneficiários, a ADSE assume um papel relevante no acesso a cuidados de saúde fora do circuito tradicional do SNS.

Novidades recentes nos cuidados disponíveis

Nos últimos tempos, têm sido introduzidas alterações com impacto direto nos beneficiários. Um dos exemplos passa pelo alargamento do regime convencionado a novas áreas, como consultas de psicologia clínica e nutrição, reforçando a aposta numa abordagem mais preventiva e no bem-estar.

Outra mudança significativa está relacionada com as cirurgias realizadas dentro da rede convencionada. Foi introduzido um limite máximo de 500 euros a pagar pelo beneficiário. A partir desse valor, todos os custos adicionais passam a ser suportados pela ADSE, incluindo despesas com internamento, honorários médicos e materiais utilizados.

Resultados financeiros e evolução do sistema

Os dados mais recentes apontam para uma redução no resultado líquido da ADSE em 2025, que caiu 18,8 por cento face ao ano anterior. Ainda assim, o sistema mantém um saldo orçamental positivo e continua a registar crescimento no número de beneficiários e na utilização dos serviços.

Paralelamente, verificou-se um aumento do número de consultas e da rede de prestadores, com mais entidades e profissionais de saúde associados ao subsistema. Essas mudanças refletem uma maior procura e também o impacto das atualizações nas tabelas e condições de acesso.

Segundo a mesma fonte, os dados indicam que, apesar da pressão crescente sobre o sistema e da descida dos resultados, a ADSE tem conseguido manter a sustentabilidade financeira, ao mesmo tempo que reforça o acesso dos beneficiários a cuidados de saúde e avança na modernização dos seus serviços.

Leia também: PSD vê aprovada proposta para modernizar Mercado Municipal de Portimão

Identificado o maior escorpião do mundo. Media mais de um metro

By: ZAP
5 June 2026 at 09:00
Fragmentos fósseis encontrados no Reino Unido foram identificados como restos dos maiores escorpiões de sempre. O denominado Praearcturus gigas foi um dos primeiros grandes predadores na Terra. A Inglaterra e o País de Gales eram o habitat, há milhões de anos, do maior escorpião do mundo. Embora os fósseis de Praearcturus gigas sejam conhecidos há mais de um século, a sua identidade tem sido alvo de controvérsia. Com pinças de 16 centímetros de comprimento e um comprimento corporal estimado em mais de um metro, este escorpião terá dominado as planícies aluviais há 415 milhões de anos, detalha um novo estudo,

O pó de asteróide é mais “fofinho” do que pensávamos

5 June 2026 at 07:20
A descoberta pode ser importante para a criação do tipo certo de equipamento de escavação para a mineração de asteróides. A força da gravidade é diferente em cada corpo do Sistema Solar. Seja o peso esmagador de Júpiter ou a atração ínfima de um pequeno asteróide, esta força fundamental da física tem ainda um grande impacto no material que compõe estes corpos. Um novo artigo de investigadores da Universidade de Duisburg-Essen e do Centro Aeroespacial Alemão (DLR) demonstra o quão diferente esta gravidade pode ser, permitindo que os simulantes planetários caíssem em queda livre dentro de uma gigantesca torre de

A dieta cetogénica é a chave para a recuperação dos sintomas da anorexia

4 June 2026 at 12:30
A dieta cetogénica foi inventada na década de 1920, não para a perda de peso, mas como tratamento para a epilepsia. Esta dieta restringe os hidratos de carbono o suficiente para imitar o estado de jejum, ao mesmo tempo que fornecia gordura alimentar suficiente para evitar a perda de peso Atualmente, mostra-se promissora no tratamento da anorexia nervosa. Num pequeno estudo, três em cada quatro participantes com esta perturbação alimentar deixaram de cumprir os critérios de diagnóstico da doença. Segundo a New Scientist, é possível que esta situação se deva ao facto de a dieta restaurar a libertação de energia

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