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Tavira celebra Jornadas Europeias da Arqueologia com atividades abertas ao público

O Município de Tavira, no âmbito das comemorações das Jornadas Europeias da Arqueologia (JEA) 2026, e sob o mote ‘A Arqueologia a Acontecer’, propõe, para os dias 13 e 14 de junho, no Núcleo Islâmico do Museu Municipal e no Laboratório de Conservação e Restauro, momentos de descoberta, reflexão e participação ativa.

Um programa que convida cidadãos e visitantes a descobrir o que se esconde sob os pavimentos da cidade, dentro das vitrinas do museu e nos gestos dos arqueólogos e conservadores que, diariamente, trabalham para preservar a memória coletiva.

Realizadas em simultâneo a nível europeu, as JEA têm como objetivo aproximar o público da arqueologia e do seu vasto espólio de conhecimento. Este ano, o evento é dedicado à arqueologia preventiva e ao seu papel na proteção e salvaguarda do património arqueológico.

O programa do Museu Municipal de Tavira traduz o eixo central das JEA 2026 –“desde a escavação até ao museu” -, percorrendo as várias etapas do trabalho arqueológico: da investigação de campo à conservação em laboratório, dos objetos expostos às histórias que eles contam.

Programa:

Sábado, dia 13

  • 10h30: “Em Família no Museu: Oficina de Estampilhas”, no Núcleo Islâmico, orientada por Ana Sofia Vieira, Jaquelina Covaneiro e Sandra Cavaco (Museu Municipal de Tavira).
    • Os participantes são convidados a descobrir as cerâmicas da exposição “Tavira Islâmica” e a perceber de que modo eram aplicadas as estampilhas nas peças. Após esta visita, cada participante poderá criar a sua própria estampilha e aplicá-la em papel, reproduzindo gestos intemporais. A atividade destina-se a famílias com crianças a partir dos 10 anos.
    • Para inscrições clique aqui
  • 15h00: “A Conservação de Materiais Arqueológicos”, no Laboratório de Conservação e Restauro, orientada por Leonor Esteban (Conservadora Restauradora, Museu Municipal de Tavira).
    • A atividade proporciona a oportunidade para conhecer um espaço menos visível do Museu: as reservas, o espólio e o trabalho quotidiano de conservação.
    • Para inscrições clique aqui
  • 16h00: “Conversas sobre Arqueologia”, no Núcleo Islâmico, sob orientação das arqueólogas Jaquelina Covaneiro e Sandra Cavaco (Museu Municipal de Tavira).
    • Em dois momentos complementares — “Arqueologia em Tavira: Uma História em Construção” e “Conheces o que Comiam os Nossos Antepassados?” —, as arqueólogas partilham os resultados das últimas décadas de investigação em Tavira: das estruturas defensivas aos fornos de produção cerâmica, dos espaços habitacionais às espécies animais consumidas pelas populações que aqui viveram desde, pelo menos, o século X a.C.
    • Para inscrições clique aqui

Domingo, 14 de junho

  • 10h30: Visita orientada à Exposição “Tavira Islâmica”, no Núcleo Islâmico, conduzida por Celso Candeias (arqueólogo, Museu Municipal de Tavira).
    • Inaugurado em fevereiro de 2012, o Núcleo nasceu da descoberta de vestígios arqueológicos de excecional relevância durante a remodelação da antiga agência do Banco Nacional Ultramarino. Entre eles a mais antiga rede de pesca de atum conhecida (século VI a.C.), a muralha islâmica do século XII e o célebre Vaso de Tavira, do século XI.
    • Para inscrições clique aqui

Todas as atividades são gratuitas. A participação requer inscrição, através das ligações indicadas, dado o número limitado de vagas disponível.

Para mais informações, devem os interessados consultar o Museu Municipal de Tavira através do e-mail: edu.museus@cm-tavira.pt, ou dos telefones 281 320 545 | 281 320 568.

Polémica dos guarda-sóis. Ministra recomenda desenho à entrada da praia – RTP

A Ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, no decorrer da visita que fez esta sexta-feira, 5 de junho, à Praia da Fuseta-Mar, no concelho de Olhão, falou aos jornalistas sobre a polémica dos guarda-sóis e diz que quer um desenho à entrada das praias que esclareça onde é que as pessoas podem colocar o guarda-sol, cuja declaração foi registada pela reportagem da RTP.

Maria da Graça Carvalho diz que a lei é clara e antiga, nada mudou, ou seja, a concessão só pode ter 30 por cento da área da praia e nunca mais de 50 por cento da linha do mar, e há ainda as zonas de segurança, nas entradas da praia e junto aos nadadores salvadores, tudo o resto é livre. A governante apela à comunicação eficaz das autarquias.

Tavira assinala Jornadas Europeias da Arqueologia no concelho

5 June 2026 at 15:32

Tavira vai associar-se às Jornadas Europeias da Arqueologia 2026 com um programa que pretende aproximar o público do trabalho arqueológico e da preservação do património, através de várias atividades previstas para os dias 13 e 14 de junho.

As iniciativas terão lugar no Núcleo Islâmico do Museu Municipal e no Laboratório de Conservação e Restauro, propondo momentos de descoberta e participação que permitem conhecer de perto o percurso dos objetos arqueológicos, desde a escavação até à sua exposição museológica.

Sob o mote “A Arqueologia a Acontecer”, o programa integra-se numa celebração de âmbito europeu dedicada este ano à arqueologia preventiva, destacando o seu papel na proteção e salvaguarda do património arqueológico.

A proposta em Tavira convida residentes e visitantes a observar o trabalho desenvolvido diariamente por arqueólogos e conservadores, bem como a compreender os processos científicos e técnicos que permitem estudar, tratar e preservar vestígios do passado.

Com esta iniciativa, o município pretende reforçar a ligação entre a comunidade e o património local, promovendo uma maior consciência sobre a importância da investigação arqueológica e da preservação da memória histórica.

Museu Zer0 inaugura exposição «lugar-depois» sobre território e futuro

5 June 2026 at 09:41

Museu Zer0 apresenta «lugar-depois», uma exposição dedicada ao território, à identidade e ao futuro, entre 9 de junho e 7 de dezembro de 2026.

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Vento e temperatura trocam voltas a quem rumou ao Algarve para umas miniférias – SIC

Muitos portugueses aproveitaram o feriado esta quinta-feira para umas miniférias no Algarve, mas o vento e a descida das temperaturas afastou muitos banhistas das praias, como regsitou a reportagem da SIC.

O feriado do Corpo de Deus esta quinta-feira permitiu umas miniférias a muitos portugueses que rumaram ao Algarve, mas o tempo não está de feição, mas o vento vespertino de norte e a temperatura da água, não tornam apetecível a permanência dos turistas nas praias do Algarve.

Aguardando por temperaturas mais altas e menos vento, os portugueses que rumaram a Sul para umas miniférias, aproveitam para caminhar no areal e descontrair, por agora, sem dúvidas sobre onde colocar o chapéu de sol porque espaço não falta.

Quanto ao mar, o nadador-salvador, Júlio Fonseca, da praia de Quarteira, lembra os cuidados a ter, sobretudo com as crianças.

Imagem extraída da reportagem da SIC

“A dica que dou é a distância de segurança. Não é estar na linha de água, a distância de segurança é de um braço. (…) Começámos a temporada a 7 de maio e no dia 8 já houve um afogamento e, até então, já tivemos quatro afogamentos. Dos 12 aos 15 anos é a faixa que mais arrisca e se coloca em perigo”, alerta o nadador-salvador.

A época balnear está aberta e com ou sem chapéus de sol à frente dos espaços concessionados, o importante é que quem vai ao mar tenha mais cuidados, para evitar sustos.

Greve + feriado + ponte = férias para muitos portugueses no Algarve – TVI

Com a greve geral e o feriado, mais um dia de férias, deu um fim de semana XXL e muitos portugueses optaram por descansar, aproveitando as temperaturas, que já começam a subir, para rumar até ao Algarve, indo até à praia como mostra a reportagem da TVI.

Como é notório pelas imagens e entrevistas realizadas pelo jornalista João Mira Godinho em Quarteira, o Algarve foi mesmo o destino de muitos portugueses. Para uns podia estar menos vento que não fazia mal, outros queriam que a água estivesse um pouco mais quente, enquanto que outros afirmam que “estamos à vontade, não há confusões, enfim, agradar a gregos e troianos é muito dificil.

Museu Zer0 inaugura “lugar-depois” em Santa Catarina da Fonte do Bispo

Nova Exposição Redefine Território, Memória e o Futuro da Arte

O Museu Zer0, anuncia a sua nova e transformadora exposição, “lugar-depois“, que estará patente de 9 de junho a 7 de dezembro de 2026 – um projeto ambicioso que marca uma nova fase na trajetória do museu, afirmando um reposicionamento institucional e curatorial que explora as fronteiras entre o tangível e o efémero, o local e o global.

Como informa a nota chegada ao nosso jornal, “lugar-depois” nasce da ideia de que um território nunca termina na sua forma visível. A exposição propõe um estado contínuo – um lugar que existe para além da obra, da presença e das formas convencionais de pensar o território e a criação contemporânea. Mais do que uma simples mostra, é uma proposta para o pensamento, refletindo sobre ecologia, sustentabilidade, identidade e os nossos futuros modos de habitar através de uma lente artística.

O Museu Zer0 encontra-se instalado numa localização única, longe dos circuitos saturados dos grandes centros urbanos e é, na sua essência, uma plataforma colaborativa onde o humano e o digital se cruzam.

O seu compromisso com a inovação e o seu impacto cultural e territorial foram recentemente reconhecidos com o prestigiado Prémio de Arquitetura do Algarve 2025, na categoria “Equipamento, Serviço e Indústria”.

Para o fundador do Museu, Paulo Teixeira Pinto, a filosofia é orientadora da instituição: “O zero não simboliza o vazio, o nada, mas, pelo contrário, consubstancia o todo, a plenitude.” Esta visão está no cerne de “lugar-depois“, que convida os visitantes a uma reconfiguração permanente do seu entendimento do espaço e da arte.

A exposição reúne um leque notável de artistas cujas práticas atravessam a instalação, o som, a media art e a experimentação contemporânea, incluindo: Francisca Aires Mateus, Openfield, Boris Chimp 504, David Bastos, José Jesus, Miguel Teodoro, António Rafael, Luís Fernandes, Miguel Pedro, Miguel C. Tavares, Francisca Rocha Gonçalves, Anna Van Der Velde, Gil Delindro, Inês Mendes Leal, ESEC – Universidade do Algarve e Luísa Cunha.

lugar-depois” não é apenas uma exposição para ser vista, mas um ecossistema para ser vivenciado – uma afirmação artística, contemporânea e de compromisso com o futuro.

Detalhes da Exposição:

– O quê: Exposição “lugar-depois”
– Quando: 9 de junho a 7 de dezembro de 2026
– Onde: Museu Zer0, Cooperativa Agrícola dos Produtores de Azeite de Santa Catarina da Fonte do Bispo

Abertas inscrições para a 30.ª Feira do Livro de Tavira

3 June 2026 at 16:48

Estão abertas até 20 de junho as inscrições para expositores da 30.ª Feira do Livro de Tavira, que decorre entre julho e agosto.

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Abertas as inscrições para 30.ª edição da Feira do Livro de Tavira

3 June 2026 at 15:10

Encontram-se abertas, até ao dia 20 de junho, as inscrições para a 30.ª edição da Feira do Livro de Tavira, que decorre entre 17 de julho e 4 de agosto, na Rua do Cais, junto ao Jardim das Palmeiras.

A participação é reservada a livreiros, editores, alfarrabistas e outras entidades cujo trabalho se relaciona com a divulgação do livro.

Os pavilhões – com o custo de 230 euros – destinam-se à exposição e venda de documentos impressos ou audiovisuais (DVDs, CDs e vinil). De acordo com a autarquia, não será permitida a exposição e venda de outros materiais.

Os interessados devem preencher o formulário disponível aqui.

Doença Hepática Esteatótica: o “fígado gordo” que não deve ser ignorado

Assinalado a 11 de junho, o Global Fatty Liver Day pretende sensibilizar a população para uma condição silenciosa, mas cada vez mais frequente: a doença hepática esteatótica.

A designação “Doença Hepática Esteatótica” engloba diferentes formas de doença hepática associadas à gordura acumulada no fígado. Entre elas, a doença hepática esteatótica associada a disfunção metabólica (MASLD), previamente conhecida como fígado gordo não alcoólico, que reflete melhor a forte ligação entre esta condição e alterações metabólicas como obesidade, diabetes tipo 2, síndroma metabólica e hipertensão arterial.

A MASLD é a doença hepática crónica mais comum no mundo. Estima-se que cerca de um em cada quatro adultos no mundo tenha algum grau de fígado gordo (esteatose), sendo que muitos desconhecem totalmente o problema. Em Portugal, tal como noutros países europeus, o aumento do sedentarismo, da obesidade, da diabetes e dos hábitos alimentares desequilibrados tem contribuído para o crescimento do número de casos.

Os fatores de risco mais comuns para MASLD incluem excesso de peso, obesidade abdominal, diabetes tipo 2, resistência à insulina, colesterol e triglicéridos elevados, hipertensão arterial e sedentarismo. A predisposição genética e alguns hábitos alimentares, como uma dieta rica em açúcares, gorduras saturadas e alimentos ultraprocessados também contribuem para o desenvolvimento da doença.

Apesar de na maioria das vezes não provocar sintomas nas fases iniciais, esta doença pode evoluir para situações graves, como inflamação hepática, fibrose, cirrose e até cancro do fígado. O diagnóstico precoce, através de exames de imagem e análises específicas, bem como o acompanhamento médico, são fundamentais, sobretudo na presença de fatores de risco, permitindo intervir antes que os danos hepáticos se tornem irreversíveis.

A adoção de um estilo de vida saudável continua a ser a estratégia mais eficaz para travar a progressão da doença e, em muitos casos, reverter os danos iniciais. A perda de peso, a prática regular de exercício físico e uma alimentação equilibrada têm demonstrado benefícios significativos.

O Global Fatty Liver Day surge, assim, como uma oportunidade para reforçar a literacia em saúde e alertar para a importância do diagnóstico precoce. Apesar de frequentemente negligenciada, a Doença Hepática Esteatótica é hoje um importante problema de saúde pública, com impacto crescente a nível mundial.

* Gastrenterologista na ULS Santa Maria e Hospital Lusíadas Lisboa, vice-presidente da assembleia-geral da Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado (APEF)

A oliveira da Quinta da Sinagoga

Mais uma impressionante oliveira (Olea europaea L.) no concelho de Tavira, desta vez perto da localidade de S. Estêvão. Situa-se à entrada da Quinta da Sinagoga, na EN-514, a apenas dois quilómetros desta povoação.



O tronco encontra-se dividido em três segmentos, independentes até à base, o que lhe prporciona um perímetro assinalável. Possui ainda uma copa densa e de grande porte, manifestando um excelente estado de vitalidade.



As suas medidas são:

Altura = 10 metros
P.A.P. = 7,21 metros
Diâmetro médio da copa = 12,50 metros

Podem localizar esta árvore na fotografia de satélite do Wikimapia.

A oliveira de Pedras d'El Rei

"A mais famosa!"

Este bem que poderia ser o título deste texto, sobre a magnífica oliveira (Olea europaea L.) localizada no aldeamento turístico de Pedras d'El Rei, Santa Luzia, no concelho de Tavira.

Este é o exemplar referido com maior frequência em diversas publicações, quando se fala de oliveiras antigas em Portugal.

A idade desta árvore está calculada em 2 000 anos. Pode dizer-se que assistiu a toda a história do nosso país, incluindo a respectiva génese desde as invasões romanas.



Apesar da sua idade, encontra-se em bom estado vegetativo, pese embora o tronco esteja suficientemente aberto para albergar uma pessoa no seu interior (ver imagem abaixo).


Esta oliveira foi classificada como sendo de interesse público, em 1984, pelos serviços da Direcção-Geral dos Recursos Florestais.





Actualmente, as suas medidas são as seguintes:

Perímetro à altura do peito (P.A.P.) = 7,80 metros

Altura = 9 metros

Diâmetro médio da copa = 9,80 metros


Esta árvore pode ser visualizada no seguinte mapa do Algarve Digital.


P.S. - A escassos metros deste exemplar, por detrás da vivenda onde está situada, encontra-se uma outra oliveira de porte significativo (ver imagem abaixo), com um P.A.P. próximo dos 6 metros.
Noutros pontos do aldeamento, nomeadamente junto às piscinas do complexo, existem outros exemplares interessantes.


Cachopo reabre Bar da Fonte a 13 de Junho

1 June 2026 at 15:41

O Bar da Fonte, localizado na Fonte Férrea de Cachopo, vai reabrir ao público no sábado, dia 13 de Junho.

A reabertura pretende «valorizar este espaço de natureza, convívio e tradição, criando um ponto de encontro para residentes e visitantes, onde não faltarão bebidas frescas, petiscos, boa música e um ambiente descontraído em plena serra».

A inauguração contará com um Sunset de Abertura, animado pelo DJ Duda.

«Mais do que um simples bar, pretendemos que este seja um espaço de encontro, partilha e valorização do património natural e cultural de Cachopo, contribuindo para dinamizar a região e atrair visitantes à serra», referem os responsáveis.

A festa de inauguração é de entrada livre.

Sul Informação

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