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Eriksen cai novamente inanimado. Particular entre Dinamarca e Ucrânia cancelado

By: ZAP
7 June 2026 at 20:30
O médio dinamarquês, que durante o Euro 2020 colapsou em campo e teve que ser reanimado, teve este domingo de novo um colapso no relvado. Está consciente e está bem: o seu pacemaker “fez aquilo para que foi programado: trazê-lo de volta”. O internacional dinamarquês de futebol Christian Eriksen caiu hoje inanimado no relvado durante o particular entre a Dinamarca e a Ucrânia, encontro que acabou cancelado. Em Odense, na Dinamarca, o médio de 34 anos agarrou‑se ao peito e colapsou ao minuto 66, numa altura em que a seleção dinamarquesa vencia por 2-1, levando colegas e adversários a chamarem

É a bebida energética da natureza. O mel ajuda a recuperar dos treinos

7 June 2026 at 19:30
O mel tem sido utilizado pelos seres humanos como adoçante natural e fonte de energia para sustentar o trabalho e o desempenho físico há milhares de anos. Este é composto principalmente por hidratos de carbono que fornecem uma fonte de energia rápida e acessível, o que é particularmente útil durante o exercício, quando o corpo precisa de energia rapidamente, explicam Henry Chung, Charlotte Gowers e Justin Roberts, num artigo do The Conversation. O nosso corpo armazena hidratos de carbono sob a forma de glicogénio nos músculos e no fígado. Estas reservas esgotam-se durante o exercício de intensidade moderada a elevada,

Naufrágio “quase inacreditável” surpreende arqueólogos na Noruega

By: ZAP
7 June 2026 at 17:30
Até agora, os arqueólogos recuperaram 40 artefactos desta descoberta: um naufrágio do século XVIII com uma carga de pratos de porcelana intactos e bens de luxo, que deverá ainda revelar milhares de tesouros. No Outono passado, Espen Saastad explorava o estreito de Skagerrak, entre a Noruega e a Dinamarca, quando percebeu que tinha encontrado algo especial. Escondido a quase 600 metros de profundidade, ali jazia um navio naufragado carregado de delicados pratos de porcelana. E muitos deles estavam ainda intactos. Saastad, relojoeiro e proprietário de uma pequena empresa de prospecção subaquática, contactou arqueólogos do Norwegian Maritime Museum, que ficaram assombrados

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https://www.youtube.com/watch?v=NCgf1nV1do0 Até agora, os arqueólogos recuperaram 40 artefactos desta descoberta: um naufrágio do século XVIII com uma carga de pratos de porcelana intactos e bens de luxo, que deverá ainda revelar milhares de tesouros. No Outono passado, Espen Saastad explorava o est

Porque precisamos de usar aparelho se os nossos antepassados não precisavam? O ouro explica

7 June 2026 at 14:30
Civilizações antigas tinham consciência dos problemas dentários e tentavam ocasionalmente soluções simples, mas não tinham nem a necessidade nem a tecnologia para mover dentes como fazemos atualmente. Os antigos egípcios e os etruscos foram pioneiros da ortodontia, usando delicados fios de ouro e categute para endireitar dentes. É uma história que aparece há décadas em manuais de medicina dentária, retratando os nossos antepassados como surpreendentemente modernos na sua busca pelo sorriso perfeito. Mas quando arqueólogos e historiadores da medicina dentária finalmente analisaram as provas com atenção, descobriram que grande parte disso é mito. Veja-se a ponte dentária de El-Quatta, no

Como é que a pedra gigante de Stonehenge se deslocou 700 km? Os glaciares podem ter ajudado

By: ZAP
7 June 2026 at 11:30
A pedra, que terá tido origem na Escócia, deslocou-se 700 quilómetros até ao famoso monumento. Os movimentos glaciares podem explicar 300 quilómetros da jornada, com os restantes 400 a ter tido dedo humano. Um novo estudo publicado na Journal of Quaternary Science trouxe novas informações sobre um dos mistérios mais duradouros da arqueologia: como é que a enorme Pedra do Altar de Stonehenge foi transportada centenas de quilómetros há mais de 4000 anos. O bloco de arenito de seis toneladas, localizado no centro de Stonehenge, intriga os investigadores há muito tempo. Estudos anteriores estabeleceram que a pedra não teve origem

A força de preensão pode prever o tempo que vai viver

7 June 2026 at 10:00
A força de preensão de uma pessoa é um bom indicador da sua saúde geral e, por isso, pode servir como um indicador de quanto tempo poderá viver. A força das suas mãos não o torna mais saudável, mas indica o quão robusto o corpo é, desde a função muscular e nervosa até à saúde do coração e das veias, e como o corpo utiliza a energia. Segundo o Science Alert, uma forma típica como os investigadores têm estudado a relação entre a força de preensão, a saúde e a longevidade é medir a força de preensão dos participantes, pedindo-lhes

Quando a comida escasseia, torna-se um canibal gigante para sobreviver

By: ZAP
7 June 2026 at 09:00
Uma nova espécie de ciliado mostra que organismos unicelulares podem adoptar estratégias de sobrevivência muito mais complexas do que se pensava, alternando entre modos de vida distintos consoante a disponibilidade de alimento. O Euplotes gigatrox, uma espécie de ciliado recentemente recolhida num sistema de filtração de água do mar na ilha de Curaçau, nas caraíbas, consegue transformar-se num “supergigante” canibal, levantando novas questões sobre a complexidade da vida à escala microscópica. A espécie agora descoberta foi apresentada num artigo publicado na Proceedings of the National Academy of Sciences. “Os ciliados do género Euplotes chamam a atenção desde os primórdios da

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Uma nova espécie de ciliado mostra que organismos unicelulares podem adoptar estratégias de sobrevivência muito mais complexas do que se pensava, alternando entre modos de vida distintos consoante a disponibilidade de alimento. O Euplotes gigatrox, uma espécie de ciliado recentemente recolhida num s

Cromossoma de um rato congelado foi “ressuscitado”. A seguir… mamutes

7 June 2026 at 08:00
Cientistas criaram ratinhos que contêm células com um cromossoma adicional de rato. A equipa de investigadores vai agora tentar repetir o processo com tecido de elefante congelado — e, se resultar, fazê-lo também com mamutes. A controversa empresa de “desextinção” Colossal Biosciences, que tenta há anos trazer lobos gigantes, dodós e mamutes de volta ao mundo dos vivos, com resultados questionáveis, pode estar prestes a ser ultrapassada. Num novo estudo, uma equipa de cientistas da Universidade de Yamanashi, no Japão, transferiu para células vivas de ratinho um cromossoma de um rato que tinha estado ultracongelado durante mais de um ano

O Sistema Solar pode ter tido um quinto gigante gasoso que foi “cuspido”

By: ZAP
7 June 2026 at 07:20
Uma nova pesquisa descobriu que a existência de um quinto planeta gigante que foi ejetado pode ajudar a explicar as luas irregulares de Júpiter e Urano. Um novo estudo que ainda não foi revisto por pares levanta novas questões sobre uma das teorias mais populars sobre a evolução do Sistema Solar. A investigação, que está disponível para consulta pré-publicação no arXiv, sugere que a violenta reorganização planetária, que se acredita ter ocorrido há milhares de milhões de anos, pode ser difícil de conciliar com a sobrevivência de algumas luas de Júpiter e Urano. A investigação revisita o chamado Modelo de

Doença Hepática Esteatótica: o “fígado gordo” que não deve ser ignorado | Por Sofia Carvalhana

7 June 2026 at 07:30

Assinalado a 11 de junho, o Global Fatty Liver Day pretende sensibilizar a população para uma condição silenciosa, mas cada vez mais frequente: a doença hepática esteatótica.

A designação “Doença Hepática Esteatótica” engloba diferentes formas de doença hepática associadas à gordura acumulada no fígado. Entre elas, a doença hepática esteatótica associada a disfunção metabólica (MASLD), previamente conhecida como fígado gordo não alcoólico, que reflete melhor a forte ligação entre esta condição e alterações metabólicas como obesidade, diabetes tipo 2, síndroma metabólica e hipertensão arterial.

A MASLD é a doença hepática crónica mais comum no mundo. Estima-se que cerca de um em cada quatro adultos no mundo tenha algum grau de fígado gordo (esteatose), sendo que muitos desconhecem totalmente o problema. Em Portugal, tal como noutros países europeus, o aumento do sedentarismo, da obesidade, da diabetes e dos hábitos alimentares desequilibrados tem contribuído para o crescimento do número de casos.

Os fatores de risco mais comuns para MASLD incluem excesso de peso, obesidade abdominal, diabetes tipo 2, resistência à insulina, colesterol e triglicéridos elevados, hipertensão arterial e sedentarismo. A predisposição genética e alguns hábitos alimentares, como uma dieta rica em açúcares, gorduras saturadas e alimentos ultraprocessados também contribuem para o desenvolvimento da doença.

Apesar de na maioria das vezes não provocar sintomas nas fases iniciais, esta doença pode evoluir para situações graves, como inflamação hepática, fibrose, cirrose e até cancro do fígado. O diagnóstico precoce, através de exames de imagem e análises específicas, bem como o acompanhamento médico, são fundamentais, sobretudo na presença de fatores de risco, permitindo intervir antes que os danos hepáticos se tornem irreversíveis.

A adoção de um estilo de vida saudável continua a ser a estratégia mais eficaz para travar a progressão da doença e, em muitos casos, reverter os danos iniciais. A perda de peso, a prática regular de exercício físico e uma alimentação equilibrada têm demonstrado benefícios significativos.

O Global Fatty Liver Day surge, assim, como uma oportunidade para reforçar a literacia em saúde e alertar para a importância do diagnóstico precoce. Apesar de frequentemente negligenciada, a Doença Hepática Esteatótica é hoje um importante problema de saúde pública, com impacto crescente a nível mundial.

Leia também: Aos 102 anos, algarvia Gracinda Andrade continua a encantar gerações

Sim, podemos ser alérgicos ao exercício físico

6 June 2026 at 20:30
As pessoas que não gostam de fazer exercício brincam, por vezes, dizendo que são “alérgicas” à atividade física. Mas o que muitos não sabem é que a alergia ao exercício existe mesmo — e pode ser perigosa se não for detetada a tempo. A anafilaxia induzida pelo exercício é uma reação alérgica grave, pouco conhecida, desencadeada por exercício moderado. Pode causar comichão intensa em todo o corpo, seguida rapidamente por dificuldade em respirar. Estima-se que entre 2,3% e 5% de todos os casos de anafilaxia no mundo sejam desencadeados pelo exercício físico. Esta condição induzida pelo exercício foi identificada pela

Misericórdias reforçam o seu papel estruturante e apontam prioridades para o futuro da ação social e da saúde

6 June 2026 at 18:26

A União das Misericórdias Portuguesas (UMP) encerrou hoje o 15º Congresso Nacional das Misericórdias, que decorreu no Fórum Braga, dedicado ao tema “A atualidade de uma evolução segura”. O último dia dos trabalhos ficou marcado pela reflexão sobre o património cultural das Misericórdias, entendido como um elemento essencial de identidade e de continuidade, e pela […]

Timmy era baleia fêmea e tinha rede de pesca no intestino

By: ZAP
6 June 2026 at 18:15
Conhecidos resultados da (aguardada) autópsia à baleia-jubarte, que originou conflito nacional. Rede terá prejudicado a sua saúde. A baleia-jubarte mais conhecida dos últimos tempos chamava-se Timmy. Pesava cerca de 12 mil quilos e ficou encalhada durante 4 semanas no Mar Báltico, perto de Lübeck, no norte da Alemanha. Uma operação de resgate arriscada, cara e feita por privados, permitiu tirá-la do Mar Báltico e colocá-la em águas abertas no Mar do Norte, ao largo da costa da Dinamarca. Entretanto, a meio de Maio, a baleia foi encontrada morta junto a uma ilha dinamarquesa. Houve uma primeira fase de distanciamento, até

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Conhecidos resultados da (aguardada) autópsia à baleia-jubarte, que originou conflito nacional. Rede terá prejudicado a sua saúde.

Estudo aponta causa provável de estranho zumbido que se ouve em todo o mundo

6 June 2026 at 17:30
O misterioso zumbido de baixa frequência ouvido por algumas pessoas em várias partes do mundo poderá, em muitos casos, ter origem no próprio sistema auditivo, sob a forma de acufenos subjetivos, embora não exclua causas ambientais noutros casos. Durante décadas, pessoas em todo o mundo relataram ouvir um zumbido ténue, semelhante ao de um motor, a meio da noite, um perturbador som de baixa frequência sem origem aparente. Conhecido simplesmente como The Hum (“o Zumbido”), o fenómeno tem alimentado a investigação científica, a perplexidade do público e um fluxo constante de teorias da conspiração. Agora, investigadores da Universidade Norueguesa de

Acabou a sexologia na Rússia

By: ZAP
6 June 2026 at 16:00
A Rússia vai deixar de reconhecer a sexologia como especialidade médica certificada e criar, a partir do outono, a figura de “médico de longevidade saudável”, no âmbito de uma revisão do registo oficial das profissões de saúde. A alteração consta de um decreto do Ministério da Saúde publicado este fim de semana, noticiou a agência estatal TASS. A partir de 1 de setembro, serão retiradas 16 funções da lista oficial de profissões médicas e acrescentadas 11 novas categorias. Outras três designações deverão ser eliminadas até 1 de setembro de 2028. Diz Viktor Fomin, responsável pela academia médica de formação contínua

Porque é que o café não sabe a cafeína?

By: ZAP
6 June 2026 at 14:30
A cafeína é naturalmente amarga, mas moléculas formadas durante a torrefacção do café parecem mascarar esse sabor ao interagir com ela. Embora os apreciadores de descafeinado possam discordar, a cafeína é um componente essencial de uma chávena de café. Este composto é extremamente amargo quando isolado, mas o café comum não o é. Num novo estudo, publicado na quarta-feira no Journal of Agricultural and Food Chemistry uma equipa de cientistas investigou porquê — e explica que a resposta pode estar nas interacções entre a cafeína e outras moléculas do café, chamadas melanoidinas, produzidas durante o processo de torrefacção. Anteriormente, provadores

Nem precisa de ginásio: este hábito matinal pode ajudar a evitar picos de açúcar no sangue

6 June 2026 at 12:20

Controlar os níveis de açúcar no sangue não depende apenas do que se coloca no prato. A forma como o corpo se movimenta depois das refeições também pode influenciar a resposta da glicose, sobretudo em pessoas com diabetes, pré-diabetes ou maior risco metabólico.

De acordo com a EatingWell, site especializado em saúde e bem-estar, uma caminhada curta depois do pequeno-almoço é apontada por especialistas como um hábito simples que pode ajudar a reduzir os picos de açúcar no sangue. Não exige ginásio, equipamento próprio ou muito tempo: bastam cerca de dez minutos de marcha ligeira a moderada.

O corpo usa melhor a glicose

Depois de uma refeição, é normal que os níveis de açúcar no sangue subam. Essa subida tende a ser mais evidente quando o pequeno-almoço inclui hidratos de carbono, como pão, cereais, fruta, bolachas ou outros alimentos ricos em amido ou açúcar. A médica Rebecca Jaspan, citada pela EatingWell, explica que uma breve caminhada após o pequeno-almoço pode ajudar a reduzir esses picos, uma vez que a glicose passa a ser usada como energia mais imediata, em vez de permanecer acumulada na corrente sanguínea.

Durante a caminhada, os músculos entram em atividade e precisam de combustível. Parte desse combustível vem da glicose disponível no sangue, o que pode ajudar a suavizar a subida dos valores após a refeição.

O momento da caminhada faz diferença

O efeito pode ser mais útil quando a caminhada acontece pouco depois de comer. Segundo o artigo citado, o ideal será fazer esse movimento nos minutos seguintes à refeição, especialmente quando houve ingestão de hidratos de carbono. A ideia não é fazer exercício intenso logo depois do pequeno-almoço, mas sim pôr o corpo em movimento. Uma caminhada curta, a ritmo confortável, pode ser suficiente para ativar os músculos e melhorar a forma como o organismo lida com a glicose.

Este hábito pode também ser adaptado à rotina de cada pessoa. Pode passar por caminhar na rua, dar uma volta pelo quarteirão, deslocar-se a pé até ao trabalho ou simplesmente andar dentro de casa durante alguns minutos.

Pode melhorar a resposta à insulina

A caminhada matinal também pode ajudar o corpo a responder melhor à insulina, hormona responsável por permitir a entrada da glicose nas células. A médica Amy Kimberlain, citada no mesmo artigo, lembra que, em pessoas com diabetes, pode existir resistência à insulina ou produção insuficiente desta hormona. A prática regular de atividade física ajuda as células a tornarem-se mais sensíveis à insulina, facilitando a utilização da glicose.

A nutricionista Lauren Plunkett acrescenta que este efeito é cumulativo. Ou seja, caminhar uma vez pode ajudar, mas transformar o gesto num hábito diário tende a trazer melhores resultados ao longo do tempo.

Também pode ajudar a reduzir o stress

O açúcar no sangue não é influenciado apenas pela alimentação. O stress também pode interferir nos valores de glicose. Quando o organismo está sob tensão, há libertação de hormonas como cortisol e adrenalina. Estas hormonas podem levar o fígado a libertar glicose para a corrente sanguínea, preparando o corpo para uma resposta de esforço, mesmo quando essa energia extra não é necessária.

Segundo Rebecca Jaspan, caminhar a um ritmo moderado pode ajudar a reduzir as hormonas do stress, sobretudo o cortisol. Por isso, uma caminhada depois do pequeno-almoço pode ter um duplo efeito: apoiar o controlo da glicose e ajudar a começar o dia com menor tensão.

Há ainda impacto na saúde intestinal

A investigação recente tem também apontado para uma ligação entre exercício físico, microbiota intestinal e controlo da glicemia. Amy Kimberlain refere que, em pessoas com diabetes, o exercício pode ajudar a regular os níveis de açúcar no sangue através de alterações na microbiota intestinal. Algumas bactérias benéficas produzem compostos com efeito anti-inflamatório, conhecidos como ácidos gordos de cadeia curta. Estes compostos podem contribuir para um metabolismo energético mais eficiente, melhor utilização da glicose e maior sensibilidade à insulina.

Um hábito simples, não uma solução isolada

Uma caminhada de dez minutos depois do pequeno-almoço não substitui medicação, acompanhamento médico ou alterações alimentares quando estas são necessárias. Deve ser vista como uma medida complementar, simples e acessível. Para pessoas com diabetes ou outras doenças metabólicas, qualquer alteração relevante à rotina deve ser articulada com o médico, sobretudo quando há medicação que possa baixar a glicemia.

Ainda assim, para a maioria das pessoas, caminhar depois da primeira refeição do dia pode ser uma forma prática de ajudar o corpo a lidar melhor com a glicose. É um gesto pequeno, mas com potencial para reduzir picos de açúcar no sangue, melhorar a resposta à insulina e tornar a rotina matinal mais saudável.

Leia também: Segurança Social permite voltar a receber subsídio de doença pela mesma doença? Esta é a regra em Portugal

Teve 42 tratamentos contra o cancro durante 7 anos – mas não tinha cancro

By: ZAP
6 June 2026 at 12:15
Foi submetido a 42 procedimentos desnecessários antes de ser descoberto erro do sistema nacional de saúde do Reino Unido. Um homem inglês passou 7 anos a acreditar que sofria de uma forma rara e incurável de cancro no sangue, submetendo-se a diversos exames e tratamentos (42 no total). Até que descobriram que o diagnóstico estava errado. Não tinha qualquer cancro. Tudo começou em 2017, quando foi encaminhado para o departamento de hematologia do Hospital George Eliot, em Nuneaton, porque estava com constante cansaço, contagem elevada de glóbulos vermelhos e níveis anormais de ferro. Simon Pearson recebeu o diagnóstico no ano

Segurança Social permite voltar a receber subsídio de doença pela mesma doença? Esta é a regra em Portugal

6 June 2026 at 11:49

Em Espanha, a Segurança Social prevê regras específicas para trabalhadores que, depois de esgotarem a incapacidade temporária ou verem recusada a incapacidade permanente, voltam a ficar incapacitados pela mesma ou por semelhante patologia. Em Portugal, o regime não funciona nos mesmos termos, mas também existem regras para proteger quem continua temporariamente incapaz de trabalhar.

No sistema português, o apoio equivalente é o subsídio de doença, pago pela Segurança Social a trabalhadores que não podem trabalhar temporariamente por motivo de doença. De acordo com o portal Gov.pt, o pagamento é automático quando existe um Certificado de Incapacidade Temporária, conhecido como baixa médica, emitido por médico, desde que estejam cumpridas as condições legais.

Quanto tempo pode durar o subsídio de doença em Portugal

A principal diferença face ao regime espanhol está no prazo máximo. Em Portugal, o subsídio de doença pode ser atribuído, em regra, até 1095 dias aos trabalhadores por conta de outrem. Para trabalhadores independentes e beneficiários em situações equiparadas, como bolseiros de investigação científica enquadrados no Seguro Social Voluntário, o limite aplicável é de 365 dias. Em caso de tuberculose, não existe esse limite temporal enquanto se mantiver a incapacidade.

O Decreto-Lei n.º 28/2004, que regula a proteção social na doença, estabelece que, para efeitos de contagem do período máximo, são consideradas as situações de incapacidade que ocorram nos 60 dias imediatos ao fim de uma incapacidade anterior.

Isto significa que, se houver uma nova baixa pouco tempo depois, o período pode ser somado ao anterior, em vez de começar uma contagem totalmente nova. A regra não depende apenas de ser a mesma doença: o critério legal relevante é a proximidade entre incapacidades.

Esta regra afasta a lógica espanhola dos 180 dias. Em Portugal, o prazo relevante para a ligação entre incapacidades sucessivas é, em termos gerais, de 60 dias, embora cada situação dependa da avaliação médica e administrativa.

E se a pessoa continuar incapaz depois do limite

Quando o trabalhador esgota o período máximo de subsídio de doença e continua incapaz para o trabalho, o regime português prevê a articulação com a invalidez. A lei determina que, se o beneficiário tiver esgotado o período máximo de 1095 dias e mantiver a incapacidade para trabalhar, pode ser atribuída uma pensão provisória de invalidez a partir do dia seguinte à cessação do subsídio. Essa atribuição pode ser feita de forma automática, com base nos elementos constantes do sistema de informação da Segurança Social.

Depois, o beneficiário deve ser sujeito a avaliação pela comissão de verificação de incapacidade permanente. Se for reconhecida incapacidade permanente, poderá ser atribuída pensão de invalidez. Se essa incapacidade permanente não for certificada, a pensão provisória cessa.

Há, no entanto, uma exceção importante: nos termos do Decreto-Lei n.º 187/2007, não há lugar à pensão provisória de invalidez se os 1095 dias forem atingidos sem que tenha passado um ano sobre uma decisão anterior da comissão de verificação ou de recurso que não tenha reconhecido incapacidade permanente, salvo se houver agravamento do estado de saúde. O beneficiário é notificado do valor provisório e da data de início do pagamento. A lei permite desistir do pedido de pensão no prazo de 15 dias a contar dessa notificação, com restituição dos valores já recebidos, quando aplicável.

Baixa temporária e invalidez não são a mesma coisa

A baixa médica serve para situações temporárias, em que se prevê que o trabalhador possa recuperar e regressar ao trabalho. Já a pensão de invalidez exige incapacidade permanente para o trabalho, certificada pelo Sistema de Verificação de Incapacidades da Segurança Social. Esta distinção é essencial. Uma pessoa pode estar incapaz de trabalhar durante meses, ou até por um período prolongado, sem que isso signifique automaticamente que tem direito a pensão de invalidez.

Da mesma forma, uma recusa da pensão de invalidez não significa, por si só, que o trabalhador esteja plenamente recuperado. Significa apenas que, na avaliação feita, não ficou demonstrada uma incapacidade permanente nos termos exigidos para essa pensão.

A Segurança Social pode reavaliar a baixa

Em baixas prolongadas, a Segurança Social pode chamar o beneficiário para avaliação pelo Sistema de Verificação de Incapacidades. Se a comissão concluir que já não subsiste incapacidade temporária para o trabalho, o subsídio de doença pode cessar.

Desde as alterações introduzidas ao regime de verificação de incapacidades, a comissão de reavaliação pode intervir em determinadas situações. A lei prevê que, quando o beneficiário requeira reavaliação dentro do prazo legal, a manutenção do direito ao subsídio de doença depende da deliberação dessa comissão. Na prática, se o trabalhador discordar da decisão que o considera apto, deve agir dentro dos prazos previstos e apresentar o pedido de reavaliação quando a lei o permitir. Este ponto é importante porque a continuação do pagamento pode depender dessa decisão.

Nova baixa pela mesma doença: o que muda

Se o trabalhador tiver uma nova baixa pela mesma doença pouco tempo depois de uma anterior, a Segurança Social pode não tratar o caso como um processo totalmente novo. A regra dos 60 dias é relevante para a contagem do período máximo de concessão. Ou seja, quando duas situações de incapacidade estão próximas no tempo, podem ser somadas para efeitos do limite máximo de 1095 dias, ou de 365 dias nos casos em que esse seja o limite aplicável. Isto evita que sucessivas baixas próximas reiniciem sempre o contador.

Mas há uma nuance importante: em Portugal, esta regra não está formulada apenas para a mesma patologia. O que a lei refere são situações de incapacidade que ocorram nos 60 dias imediatos à cessação da incapacidade anterior.

Já se a nova incapacidade surgir depois de decorrido esse intervalo, a análise pode ser distinta e pode iniciar-se um novo período de contagem. Ainda assim, o direito ao subsídio depende sempre do cumprimento das condições legais, da existência de baixa médica válida e das verificações que a Segurança Social possa determinar. Se o período máximo já tiver sido esgotado, a contagem do prazo de garantia para novo subsídio começa a partir da data em que ocorra novo registo de remunerações.

E se for uma doença diferente

Quando a nova baixa resulta de uma doença ou acidente diferente, o enquadramento clínico pode ser outro. A situação deve ser apreciada com base no novo Certificado de Incapacidade Temporária e nos elementos médicos disponíveis.

Ainda assim, uma doença diferente não elimina automaticamente a regra dos 60 dias para efeitos de contagem do período máximo, se a nova incapacidade surgir logo após a anterior. O que muda é a avaliação médica da causa da incapacidade e a forma como a Segurança Social enquadra o novo certificado. Continuam também a aplicar-se as regras gerais do subsídio de doença: prazo de garantia, certificação médica, eventual período de espera, limites máximos e possibilidade de verificação pela Segurança Social.

O portal Gov.pt recorda que o subsídio de doença é pago a trabalhadores que descontam para a Segurança Social e que fiquem temporariamente impossibilitados de trabalhar por doença. O pagamento depende da existência de Certificado de Incapacidade Temporária e do cumprimento das restantes condições legais.

O que deve fazer o trabalhador

Quem recebe alta, mas continua sem condições para trabalhar, deve pedir nova avaliação médica junto dos serviços de saúde. Se houver nova baixa, esta é comunicada eletronicamente à Segurança Social, quando emitida pelos meios habituais.

Se a Segurança Social cessar o subsídio por considerar que já não existe incapacidade, e o trabalhador discordar, deve confirmar os prazos para pedir reavaliação. O regime legal prevê a intervenção de comissões de reavaliação em situações específicas e dentro de prazos curtos.

Em caso de baixa prolongada, recusa de invalidez, nova doença ou conflito com a decisão da Segurança Social, é aconselhável pedir informação diretamente à Segurança Social e, se necessário, recorrer a apoio jurídico. Quando existam também implicações laborais, pode fazer sentido contactar a ACT.

A resposta para Portugal

Em Portugal, não existe uma regra igual à espanhola que obrigue, em termos gerais, a esperar 180 dias para voltar a receber incapacidade temporária pela mesma patologia. O regime português trabalha com outros prazos e mecanismos.

O subsídio de doença pode durar até 1095 dias para trabalhadores por conta de outrem, as incapacidades ocorridas nos 60 dias seguintes podem contar para o mesmo período máximo e, quando esse limite se esgota, pode haver articulação com a pensão provisória de invalidez se a incapacidade para o trabalho se mantiver.

Assim, a ideia central é esta: se a incapacidade é temporária, o caminho é a baixa médica e o subsídio de doença; se se torna permanente, entra em causa a pensão de invalidez. Entre uma e outra situação, a Segurança Social pode avaliar, reavaliar e decidir se o pagamento deve continuar.

Leia também: Nova funcionalidade da Segurança Social promete pagamentos mais rápidos: veja o que muda

Descoberta a arte rupestre mais antiga do Reino Unido numa gruta no País de Gales

By: ZAP
6 June 2026 at 11:00
As marcas vermelhas em Bacon Hole, que se pensava serem uma formação geológica natural, são afinal as pinturas rupestres mais antigas das Ilhas Britânicas, com 17 mil anos de idade. Durante um século, uma série de misteriosas linhas vermelhas encontradas no interior de uma gruta no País de Gales foram descartadas como uma formação geológica natural. Agora, uma nova investigação confirmou que as marcas são arte rupestre paleolítica, tornando-as a mais antiga arte rupestre conhecida nas Ilhas Britânicas. A descoberta diz respeito a um painel de 11 linhas vermelhas paralelas localizado em Bacon Hole, uma gruta na Península de Gower,

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