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Loulé recebeu Seixas da Costa para uma reflexão sobre geopolítica internacional

8 June 2026 at 16:08

A Casa do Meio Dia, em Loulé, recebeu no passado sábado uma sessão de reflexão e debate dedicada à atualidade internacional, tendo como convidado o embaixador Francisco Seixas da Costa, uma das vozes mais reconhecidas da diplomacia portuguesa. Sob o tema “O Lugar de Portugal num Mundo Dividido”, a iniciativa reuniu um público atento e participativo para uma análise dos principais desafios geopolíticos que marcam o panorama mundial contemporâneo.

Com organização de Carlos Albino e João Guerreiro e apresentação/moderação da diretora do Jornal do Algarve, Luísa Travassos, a sessão decorreu num ambiente de proximidade e diálogo, permitindo aos presentes acompanhar uma reflexão alargada sobre as transformações em curso na ordem internacional, e os desafios que se colocam a Portugal num contexto global cada vez mais complexo e marcado por tensões políticas, económicas e estratégicas.

Ao longo da sua intervenção, Francisco Seixas da Costa recorreu à vasta experiência acumulada ao longo de décadas de carreira diplomática para enquadrar algumas das principais mudanças que têm vindo a redefinir as relações internacionais. A crescente fragmentação do sistema internacional, a emergência de novos centros de poder e as consequências dos conflitos que marcam diferentes regiões do mundo foram alguns dos temas que estiveram no centro da reflexão.

Após a exposição inicial, seguiu-se um período de perguntas e respostas que permitiu aprofundar várias das questões abordadas, num debate vivo e esclarecedor. As intervenções dos participantes versaram sobre a importância que o mar tem para o nosso país, sobre a desvalorização crescente do mundo mediterrânico e contribuíram para enriquecer a discussão, refletindo o interesse que os temas internacionais e a envolvência de Portugal nos mesmos continua a suscitar junto da comunidade.

Num tempo em que as questões geopolíticas assumem uma importância crescente na vida das sociedades, a sessão constituiu uma oportunidade para promover uma reflexão informada sobre o posicionamento de Portugal perante os desafios do século XXI. O encontro confirmou igualmente a vocação da Casa do Meio Dia como espaço de cultura, pensamento e cidadania, capaz de reunir personalidades de referência e público em torno de temas de reconhecido interesse público.

A sessão foi integralmente gravada, permitindo que todos os interessados possam acompanhar ou revisitar a reflexão promovida pela Casa do Meio Dia. O vídeo completo do encontro, incluindo a intervenção de Francisco Seixas da Costa e o debate com o público, encontra-se disponível AQUI.

Empresa de Castro Alves apresentou empresário condenado a projeto de cannabis medicinal

By: ZAP
8 June 2026 at 11:20
A corrida às licenças de cannabis medicinal em Portugal expôs fragilidades nos controlos de investidores, depois de a consultora de Eurico Castro Alves ter intermediado contactos entre a Sync Nature e uma empresa de um empresário brasileiro investigado por tráfico internacional de droga. A consultora fundada por Eurico Castro Alves, antigo presidente do Infarmed e ex-secretário de Estado da Saúde, apresentou a uma empresa portuguesa de cannabis medicinal uma sociedade controlada por um empresário brasileiro que viria a ser condenado em Portugal por tráfico de cocaína. Este empresário já estava identificado pelas autoridades brasileiras numa investigação sobre tráfico internacional de

Seguro e Montenegro completam-se. E “dois homens podem mudar Portugal”

By: ZAP
8 June 2026 at 10:20
Um autógrafo numa bandeira nacional no Luxemburgo permitiu ao Presidente da República e ao primeiro-ministro assumirem que se completam e que “é assim que tem de ser”. E, diz um português emigrado no país, “dois homens podem mudar Portugal”,  um “extraordinário país para se viver”. O Presidente da República e o primeiro-ministro escolheram a comunidade portuguesa no Luxemburgo para deixar uma mensagem conjunta de aproximação à diáspora, defesa da língua e apelo ao regresso de emigrantes e lusodescendentes. António José Seguro e Luís Montenegro participaram nas primeiras comemorações oficiais do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, onde

A política europeia de reindustrialização: soberania, segurança e competitividade | Por António Covas

8 June 2026 at 09:47

Nas últimas décadas a política industrial europeia foi concebida em termos de soft policy com base numa política de abertura comercial, concorrência e eficiência das cadeias de valor globais. Os factos da geoeconomia e da geopolítica fizeram, entretanto, evoluir este paradigma de soft policy. Hoje somos testemunhas de um regresso às políticas de potência e relações de força, que delimitam áreas de influência e novos alinhamentos geoestratégicos. A pandemia, a guerra na Ucrânia, a guerra no Médio Oriente, a crise energética, a rivalidade tecnológica entre grandes potências e a crescente utilização do comércio, da tecnologia e do investimento como instrumentos de poder revelaram uma vulnerabilidade estrutural, qual seja, a dependência excessiva pode converter-se em risco estratégico e geopolítico. A chamada reindustrialização europeia nasce, precisamente, desta tomada de consciência. A política industrial, a soberania digital e a segurança económica não podem, mais, ser conduzidas separadamente pois fazem, doravante, parte de um conceito geoestratégico de autonomia e segurança europeias. Este pensamento está presente no alinhamento mais recente dos instrumentos de política industrial europeia: o Regulamento das Subvenções Estrangeiras (2023), a Estratégia de Segurança Económica (2023), o Regulamento dos chips (2023), o Regulamento dos Serviços Digitais (2024), o Regulamento do impacto-zero (2024), o Regulamento das matérias-primas críticas (2024), a Bússola para a Competitividade (2025), o Pacto da Indústria Limpa (2025), a Bússola da Cultura (2025), o Regulamento da IA (em vigor no dia 2 de agosto de 2026), o Ato do Acelerador Industrial (proposta da Comissão de março de 2026).

Estamos na primavera de 2026, podemos dizer que a política industrial europeia e os principais setores industriais se inscrevem em quatro grandes cadeias de valor: a cadeia de valor da soberania digital, mais ou menos diferenciada, que se estende dos minérios raros aos materiais críticos e dos semicondutores à computação avançada (1), a cadeia de valor da descarbonização e eletrificação, com uma sustentabilidade mais ou menos diferenciada, que vai da matriz energética até à interoperabilidade do sistema elétrico (2), a cadeia de valor da gestão multirrisco, que se estende da prevenção do risco até à gestão de vulnerabilidade e segurança das infraestruturas críticas (3), finalmente, a cadeia de valor da segurança económica, mais ou menos globalizada, e que se estende das cadeias globais de abastecimento à produção local e do comércio de mercadorias ao investimento direto estrangeiro (4). Vejamos algumas dimensões desta nova política industrial europeia.

Uma primeira dimensão diz respeito à Estratégia de Segurança Económica de 2023. A União identificou quatro riscos prioritários: a resiliência das cadeias de abastecimento, incluindo a segurança energética (1), a segurança física e cibernética das infraestruturas críticas (2), a segurança tecnológica e a fuga de informação valiosa (3), e ainda a instrumentalização de dependências económicas por países terceiros (4). Neste sentido, a Comissão propôs organizar a sua ação em torno de três objetivos: promover a competitividade, proteger a segurança económica e estabelecer parcerias de reciprocidade. Mais recentemente, a Bússola para a Competitividade e o Pacto da Indústria Limpa consolidaram esta viragem. A primeira, apresentada em janeiro de 2025, parte do diagnóstico de que a Europa precisa de recuperar competitividade, reduzir encargos regulatórios e reforçar a integração do mercado interno, e, entre outros, identifica formas de reforçar e diversificar cadeias de abastecimento. O segundo, lançado em fevereiro de 2025, procura transformar a descarbonização num motor de crescimento industrial, incentivando investimento em tecnologias limpas e respondendo simultaneamente aos elevados preços da energia e à intensificação da concorrência internacional em setores estratégicos. Ambas visam reforçar a base industrial, acelerar a transição energética e reduzir dependências num contexto cada vez mais competitivo.

Uma segunda dimensão da nova política industrial europeia diz respeito à revisão dos instrumentos de análise do investimento estrangeiro. O atual mecanismo europeu de escrutínio de 2019 está em revisão. O texto, que já mereceu o acordo do Parlamento Europeu e do Conselho, visa tornar o sistema mais coerente e eficaz em toda a União, introduzindo requisitos mínimos para os regimes nacionais de controlo em setores críticos e reforçando a cooperação entre Estados-Membros e Comissão. Num contexto em que investimento, tecnologia e segurança se tornaram dimensões cada vez mais interligadas, este reforço do quadro europeu de controlo do investimento estrangeiro assume uma importância crescente para a proteção da segurança económica da União. A este instrumento soma-se o Regulamento das Subvenções Estrangeiras, aprovado em 2022 e atualmente em processo de revisão, que permite à Comissão investigar apoios financeiros concedidos por países terceiros a empresas ativas no mercado interno sempre que esses apoios sejam suscetíveis de falsear a concorrência. O regulamento incide sobre operações de concentração e procedimentos de contratação pública onde o impacto económico e estratégico pode ser significativo. Isto é, a União Europeia já não se limita a escrutinar quem investe ou adquire ativos estratégicos, passa, também, a olhar para a fonte de financiamento que não está sujeita às mesmas restrições dos auxílios de Estado dentro da União. O regulamento procura impedir que dependências estratégicas se aprofundem por via de formas indiretas de projeção de poder económico por países terceiros.

Uma terceira dimensão diz respeito a uma proposta legislativa da Comissão de 4 de março de 2026 denominada Industrial Accelerator Act (IAA), cujo objetivo é impulsionar a indústria transformadora e apoiar a adoção de tecnologias mais limpas. Esta iniciativa, em linha com o relatório Draghi, foi lançada no âmbito do Clean Industrial Deal e introduz índices de baixo carbono para os contratos públicos e os regimes de apoio público, em especial em setores estratégicos selecionados como o aço, o cimento, o alumínio, os automóveis. Atualmente, a indústria transformadora representa 14,3% do PIB da União Europeia e a proposta estabelece como meta aumentar este valor para 20% até 2035. A proposta incentiva uma maior reciprocidade nos contratos públicos, introduz condições específicas para investimentos estrangeiros e medidas para simplificar os processos de licenciamento, incluindo a criação de um balcão único digital. Outra novidade é a criação de Áreas de Aceleração Industrial, isto é, zonas destinadas a facilitar a cooperação entre empresas e a criação de clusters de produção limpa tendo em vista os investimentos em infraestruturas energéticas e projetos de produção sustentável. 

Uma quarta dimensão na política industrial europeia para o século XXI diz respeito a uma nova geração de indústrias culturais e criativas (ICC) que nasce precisamente do cruzamento entre ciência, tecnologia, dados, propriedade intelectual, inteligência artificial, design e comunicação. Doravante, a tecnologia, a economia e a cultura, deixarão de ser mundos compartimentados e dessa nova matriz de recursos e ativos surgirá uma competitividade europeia muito mais imaginativa e sustentável. Num mundo em que a IA redefine criação, distribuição e valor acrescentado o património europeu não pode ficar restringido à gestão da conservação e restauro, precisa de ser reinterpretado, digitalizado e valorizado para gerar novas formas de conhecimento, experiência e inovação. As múltiplas interfaces entre economia produtiva e economia criativa serão o grande trunfo da sociedade e do projeto europeu para o século XXI. O alargamento dos modelos de linguagem, a produção de conteúdos e aplicações proporcionados pela inteligência artificial terá um impacto muito abrangente, ou seja, vamos assistir, por um lado, a uma padronização crescente da economia produtiva e, por outro, ao crescimento da economia criativa em sentido amplo em toda a cadeia de valor que se estende da educação à ciência e tecnologia e das artes à cultura.

Em síntese, a escala proporcionada pela tecnologia e suas hiperligações – digitalização, automação, inteligência artificial, computação avançada – exige o alargamento dos mercados globais que tornam lucrativos os investimentos realizados e, acima de tudo, se traduzem na capacidade de definir standards tecnológicos globais, capacidade industrial e controlo de cadeias globais de abastecimento de recursos críticos. No plano europeu a política pública tem assentado em regulação, investimento e normalização técnica. No plano regulatório com legislação sobre gestão de dados, serviços digitais e inteligência artificial, procurando assegurar as condições de funcionamento do mercado que tenham em conta controlo, segurança e previsibilidade, o que influencia também a forma como as tecnologias são desenvolvidas e utilizadas fora da Europa. Ao nível do investimento há um esforço importante para desenvolver capacidade própria, em áreas como cloud, computação avançada, semicondutores e cibersegurança e na vertente da normalização técnica é relevante a definição de standards em áreas como interoperabilidade, segurança e IA que permitem à União Europeia influenciar mercados e cadeias de valor a uma escala mais ampla.

Dito isto, a transformação estrutural da indústria europeia projeta-se para o século XXI através de uma matriz energética mais renovável (1), infraestruturas de rede, capacidade computacional e inteligência artificial de suporte a ecossistemas tecnológicos (2), novas fileiras e consórcios empresariais e industriais inseridos em cadeias críticas de abastecimento e circularidade (3), uma nova geração de atividades científicas e culturais, com mais conteúdos criativos (4) e a rematar este complexo, uma rede de infraestruturas críticas de proteção, vigilância e cibersegurança (5), Neste contexto, a dúvida que permanece é dupla. Por um lado, se esta reindustrialização salvaguarda a competitividade da Europa nos mercados globais, pois a Europa continua, por agora, a debater a soberania sem ter resolvido ainda as dependências estruturais que a limitam, das indústrias mais críticas à autonomia tecno-digital. Por outro, se salvaguardamos as nossas liberdades e direitos fundamentais no interior de um crescente universo tecno-digital.

Artigo publicado no Observador.

Leia também: União Europeia, a reforma da governação, do governing ao governance | Por António Covas

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Tavirense João Silva integra Direção Política Nacional do Partido REAGIR

Presença política no Algarve fica reforçada

Em comunicado enviado à nossa redação, o agora intitulado Partido REAGIR, informa que, o tavirense João Silva tomou posse como Vogal da Direção Política Nacional do REAGIR para o mandato 2026-2030, na sequência da Assembleia Geral de Militantes realizada no dia 16 de maio de 2026, em Vila Nova de Cacela.

A reunião ficou igualmente marcada pela consolidação da nova identidade política do partido, que abandonou a designação Partido Reagir Incluir Reciclar (RIR) e passou oficialmente a designar-se REAGIR, assumindo uma linha de intervenção política mais direta, centrada na proximidade às populações e na resposta aos problemas concretos do país.

Natural de Tavira, João Silva regressa à intervenção política ativa após um percurso ligado à participação cívica e à militância em estruturas juvenis, com destaque para o trabalho desenvolvido na área da juventude e a participação no Conselho Municipal da Juventude de Tavira.

Com esta eleição, o dirigente passa a integrar a estrutura política nacional do partido e assume também a representação política do REAGIR no concelho de Tavira, reforçando a ligação entre a direção nacional e a realidade local algarvia.

Apesar de o partido não ter representação autárquica no concelho, João Silva defende uma intervenção política ativa no espaço público, assumindo que a ausência de eleitos não impede a apresentação de propostas e o acompanhamento das políticas locais.

O dirigente afirma que o foco da sua intervenção passa pelo desenvolvimento do concelho de Tavira, com especial atenção ao combate à desertificação do interior, ao envelhecimento populacional, à falta de habitação acessível, às dificuldades de mobilidade e à necessidade de reforço dos serviços públicos nas freguesias.

Defende ainda uma visão crítica sobre o desequilíbrio territorial do concelho, sublinhando que o desenvolvimento não pode continuar centrado apenas na cidade, ignorando as freguesias do interior e as suas dificuldades estruturais.

Nesse sentido, o REAGIR pretende fazer chegar aos órgãos competentes propostas e contributos políticos sempre que considerar necessário, assumindo uma postura de intervenção pública ativa e de escrutínio das opções políticas locais, num registo de oposição construtiva.

A ausência de representação autárquica não pode significar ausência de intervenção política. O nosso compromisso é com os cidadãos e com os problemas reais do concelho, e sempre que existirem soluções ou propostas relevantes, estas serão apresentadas e defendidas publicamente“, afirma João Silva.

A entrada do dirigente tavirense na direção nacional do REAGIR é interpretada pelo partido como um sinal de reforço da sua presença no Algarve e de aposta numa nova geração de quadros políticos com ligação direta ao território.

Hugo Pereira entra na corrida à liderança do PS Algarve com foco na habitação e no desenvolvimento regional

7 June 2026 at 18:47

O presidente da Câmara Municipal de Lagos, Hugo Pereira, formalizou a sua candidatura à liderança da Federação do Algarve do Partido Socialista (PS), apresentando-se aos militantes com a ambição de reforçar a capacidade do partido para responder aos principais desafios da região. A eleição está agendada para os dias 19 e 20 de junho.

Sob o lema “Sim, pelo Algarve e pelos algarvios, vamos conseguir!”, o autarca lacobrigense propõe uma estratégia assente na proximidade às populações, na valorização do território e na construção de soluções para problemas que continuam a marcar a realidade algarvia.

Entre as prioridades destacadas por Hugo Pereira encontram-se o acesso à habitação, a melhoria dos rendimentos das famílias e a concretização de investimentos estruturantes considerados essenciais para o desenvolvimento económico e social da região. O candidato defende igualmente uma maior capacidade de afirmação do Algarve junto dos centros de decisão nacionais.

A candidatura surge num momento de reflexão interna para os socialistas algarvios, após resultados eleitorais que evidenciaram um afastamento de parte do eleitorado. Nesse contexto, Hugo Pereira considera fundamental reforçar a ligação entre o partido e os cidadãos, promovendo uma maior escuta das preocupações das comunidades locais.

Com uma longa ligação à vida política e autárquica de Lagos, onde exerce atualmente o cargo de presidente da Câmara Municipal, o candidato apresenta a sua experiência de gestão pública como um dos principais ativos para liderar a estrutura regional do partido.

O atual líder da Federação do Algarve do PS, Luís Graça, já manifestou apoio à candidatura, considerando que Hugo Pereira reúne condições para fortalecer a influência política dos socialistas na região.

Caso seja eleito, Hugo Pereira assumirá a condução da estrutura regional do PS num período que poderá ser determinante para a preparação dos próximos ciclos eleitorais e para a definição de propostas destinadas a responder aos desafios do Algarve, desde a habitação e mobilidade até à gestão dos recursos hídricos e à competitividade económica.

As eleições para a Federação Regional do Algarve do Partido Socialista realizam-se dentro de duas semanas, num processo que será acompanhado com atenção pelos militantes e pelos agentes políticos da região.

Nuno Melo é fiel aos EUA e contra exército europeu. “Defesa europeia não é igualmente eficaz”

By: Lusa
7 June 2026 at 12:30
Nuno Melo afirma que já desde os tempos em que era eurodeputado que é contra a criação de um exército europeu e defende o reforço da NATO. O ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, manifestou-se contra a criação de um exército europeu e defendeu que faz sentido continuar a olhar para a NATO como a principal frente defensiva da Europa. A Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO, na sigla em inglês), “enquanto organização que é de dissuasão e defesa, tem cumprido muito bem o seu papel“, defendeu Melo, numa entrevista ao Jornal de Notícias e à rádio TSF. “E

Governo quer mais estradas com limite de velocidade de 30 quilómetros por hora

By: ZAP
7 June 2026 at 10:30
Entre as 40 medidas previstas está o aumento das zonas com limite de 30 quilómetros por hora e a reformulação das ruas para separar o tráfego de carros, bicicletas e peões. O Governo aprovou na generalidade a Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária – Visão Zero 2030, um plano que prevê mais de 40 medidas destinadas a reduzir drasticamente o número de acidentes nas estradas portuguesas. A estratégia estabelece como objetivo reduzir em 50% o número de mortos e feridos graves nas estradas até 2030, ambicionando alcançar zero vítimas mortais e zero feridos graves até 2050. Segundo as estimativas do Governo,

Hugo Pereira candidata-se à presidência da Federação do Algarve do PS

By: LUSA
7 June 2026 at 10:11

Hugo Pereira, presidente da Câmara de Lagos, apresentou a sua candidatura à presidência da Federação Regional do Algarve do PS, com o objetivo de reconstruir uma proposta política que “mobilize os algarvios”.

A candidatura foi formalizada na sexta-feira, junto da Comissão Organizadora do Congresso, e tem como lema “Sim, pelo Algarve e pelos algarvios, vamos conseguir!”.

Hugo Pereira apresenta-se com um projeto “focado na habitação, nos rendimentos das famílias e na concretização dos investimentos estruturantes de que a região necessita”, com o objetivo de “reforçar a capacidade do partido para liderar a defesa dos interesses da região e reconstruir uma proposta política mobilizadora para os algarvios”.

O partido salientou que o PS é “a principal força política autárquica do Algarve” e tem, por isso, uma “responsabilidade acrescida na defesa dos interesses dos algarvios e na promoção do desenvolvimento regional”.

“Apresento esta candidatura com sentido de responsabilidade, convicto de que o PS Algarve deve assumir plenamente o papel de liderança regional que os algarvios lhe confiaram. É tempo de ouvir mais, preparar melhor e construir um projeto ambicioso que coloque o Algarve no centro das decisões nacionais”, defendeu o candidato, citado num comunicado do partido.

O PS salientou que Hugo Pereira “reconhece que os resultados das últimas eleições legislativas refletem um afastamento de parte do eleitorado, associado à perceção de insuficientes respostas aos problemas específicos da região”.

As eleições estão marcadas para 19 e 20 de junho.

Seguro está “a sair melhor que a encomenda”

By: ZAP
6 June 2026 at 22:00
Envelhecimento do país: um tema urgente que tem sido ignorado. E se os partidos da oposição se juntassem e avançassem? O alerta foi dado, ou reforçado, por António José Seguro: o envelhecimento de Portugal é um problema urgente e tem que ser analisado já. “Manuel Lemos, presidente da União das Misericórdias, chama-lhe tsunami social, eu tenho usado a imagem da bomba-relógio, mas ambos chamamos a atenção para os efeitos dramáticos das alterações demográficas no nosso país e para o aumento da pressão do envelhecimento sobre os setores da saúde e da segurança social, duas áreas em que já vivemos situações

Hugo Pereira, presidente da Câmara de Lagos, é o único candidato à liderança do PS/Algarve

6 June 2026 at 12:00

Hugo Pereira, presidente da Câmara Municipal de Lagos, é o único candidato à liderança da Federação do PS/Algarve, anunciou o partido.

A candidatura do autarca de Lagos foi formalizada ontem, último dia do prazo, junto da Comissão Organizadora do Congresso.

Luís Graça, curiosamente também de Lagos, deputado eleito pelo Algarve, que era, até agora, o presidente do PS/Algarve, já não se pode voltar a candidatar, por limite estatutário de mandatos (cumpriu quatro mandatos, ao longo de oito anos).

Em declarações ao Sul Informação, Luís Graça garantiu que Hugo Pereira conta com o seu «total apoio e empenho».

Sob o mote «Sim, pelo Algarve e pelos algarvios, vamos conseguir!», Hugo Pereira defende um Partido Socialista «mais próximo das pessoas, focado na habitação, nos rendimentos das famílias e na concretização dos investimentos estruturantes de que a região necessita».

Em comunicado, o PS salienta que o candidato assume «o compromisso de reforçar a capacidade do partido para liderar a defesa dos interesses da região e reconstruir uma proposta política mobilizadora para os algarvios».

O projeto agora apresentado sublinha que «o PS continua a ser a principal força política autárquica do Algarve, liderando a maioria dos municípios e freguesias da região, o que representa uma responsabilidade acrescida na defesa dos interesses dos algarvios e na promoção do desenvolvimento regional».

No entanto, Hugo Pereira reconhece que «os resultados das últimas eleições legislativas refletem um afastamento de parte do eleitorado, associado à perceção de insuficientes respostas aos problemas específicos da região».

Por isso, considera «essencial iniciar um novo ciclo de proximidade, escuta e construção de soluções concretas para os desafios do Algarve».

Entre as prioridades assumidas pelo candidato destacam-se a concretização dos investimentos estruturantes sucessivamente adiados, a resposta à crise da habitação, o reforço dos rendimentos das famílias e a mitigação dos efeitos do elevado custo de vida, que tem um impacto particularmente significativo na região.

«Apresento esta candidatura com sentido de responsabilidade, convicto de que o PS Algarve deve assumir plenamente o papel de liderança regional que os algarvios lhe confiaram. É tempo de ouvir mais, preparar melhor e construir um projeto ambicioso que coloque o Algarve no centro das decisões nacionais», afirma.

Segundo o comunicado do PS, a candidatura de Hugo Pereira à liderança dos socialistas algarvios «tem como objetivo fortalecer o Partido Socialista no Algarve e contribuir para uma região mais justa, desenvolvida, coesa e com mais oportunidades para todos».

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Hugo Pereira candidata-se a líder do PS Algarve com proposta de mobilização em defesa da região

Hugo Pereira candidata-se sob o mote “Sim, pelo Algarve e pelos algarvios, vamos conseguir!“, defendendo um Partido Socialista (PS) mais próximo das pessoas, focado na habitação, nos rendimentos das famílias e na concretização dos investimentos estruturantes de que a região necessita.

Hugo Pereira formalizou a sua candidatura esta sexta-feira, junto da Comissão Organizadora do Congresso, como candidato à Presidência da Federação Regional do Algarve do Partido Socialista (PS), assumindo o compromisso de “reforçar a capacidade do partido para liderar a defesa dos interesses da região e reconstruir uma proposta política mobilizadora para os algarvios.

No seu projeto de candidatura agora apresentado Hogo Pereira sublinha que “o PS continua a ser a principal força política autárquica do Algarve, liderando a maioria dos municípios e freguesias da região, o que representa uma responsabilidade acrescida na defesa dos interesses dos algarvios e na promoção do desenvolvimento regional.

O candidato lacobrigense reconhece que “os resultados das últimas eleições legislativas refletem um afastamento de parte do eleitorado, associado à perceção de insuficientes respostas aos problemas específicos da região.” Por isso, considera essencial iniciar um novo ciclo de proximidade, “escuta e construção de soluções concretas para os desafios do Algarve.

Segundo a nota enviada ao nosso jornal, entre as prioridades assumidas por Hugo Prereira, é destacada a “concretização dos investimentos estruturantes sucessivamente adiados, a resposta à crise da habitação, o reforço dos rendimentos das famílias e a mitigação dos efeitos do elevado custo de vida“, que tem um impacto particularmente significativo na região.
Apresento esta candidatura com sentido de responsabilidade, convicto de que o PS Algarve deve assumir plenamente o papel de liderança regional que os algarvios lhe confiaram. É tempo de ouvir mais, preparar melhor e construir um projeto ambicioso que coloque o Algarve no centro das decisões nacionais”, lê-se no comunicado de anúncio da candidatura, por uma “sociedade mais justa, desenvolvida, coesa e com mais oportunidades para todos.

Chega: afinal, PSU passa mas só com duas exigências

By: Lusa
6 June 2026 at 10:36
André Ventura – que tinha anunciado no início da semana que o Chega iria votar contra esta proposta – colocou duas condições. O Chega colocou esta sexta-feira como condição para viabilizar a proposta de criação de uma Prestação Social Única (PSU) que os imigrantes tenham de contribuir durante pelo menos cinco anos antes de poderem aceder a apoios sociais. Em conferência de imprensa na sede do partido, em Lisboa, o líder do Chega recusou “mudanças de cosmética” e propôs “duas alterações fundamentais” à proposta do Governo. “A primeira exigência do Chega é que os imigrantes, quando chegam a Portugal, tenham

Hugo Pereira formaliza candidatura à liderança do PS Algarve

6 June 2026 at 09:40

Sob o mote “Sim, pelo Algarve e pelos algarvios, vamos conseguir!”, Hugo Pereira defende um PS mais próximo das pessoas, com prioridade à habitação, aos rendimentos das famílias e aos investimentos estruturantes para a região.

Hugo Pereira formalizou a candidatura à Presidência da Federação Regional do Algarve do Partido Socialista junto da Comissão Organizadora do Congresso, anunciou o PS Algarve em nota enviada à imprensa.

A candidatura é apresentada como um projeto de reforço da capacidade do partido para liderar a defesa dos interesses da região e reconstruir uma proposta política mobilizadora para os algarvios.

Segundo o comunicado, o projeto sublinha que o PS continua a ser “a principal força política autárquica do Algarve”, liderando a maioria dos municípios e freguesias da região, o que, para a candidatura, representa uma responsabilidade acrescida na defesa dos interesses dos algarvios e na promoção do desenvolvimento regional.

Hugo Pereira reconhece que os resultados das últimas eleições legislativas refletem um afastamento de parte do eleitorado, associado à perceção de respostas insuficientes aos problemas específicos da região. Nesse sentido, defende a abertura de um novo ciclo de proximidade, escuta e construção de soluções concretas para os desafios do Algarve.

Entre as prioridades apontadas estão a concretização dos investimentos estruturantes que têm sido sucessivamente adiados, a resposta à crise da habitação, o reforço dos rendimentos das famílias e a mitigação dos efeitos do elevado custo de vida, com impacto particularmente significativo na região.

“Apresento esta candidatura com sentido de responsabilidade, convicto de que o PS Algarve deve assumir plenamente o papel de liderança regional que os algarvios lhe confiaram. É tempo de ouvir mais, preparar melhor e construir um projeto ambicioso que coloque o Algarve no centro das decisões nacionais”, afirma Hugo Pereira, citado no comunicado do partido.

De acordo com a nota, a iniciativa pretende fortalecer o Partido Socialista no Algarve e contribuir para uma região “mais justa, desenvolvida, coesa e com mais oportunidades para todos”.

Hugo Pereira é assim o primeiro a apresentar a candidatura à sucessão de Luís Graça, deputado à Assembleia da República e atual presidente da Federação algarvia, eleito pela primeira vez para a liderança da estrutura partidária regional em 2018 e que está a finalizar o quarto mandato no cargo, o limite previsto nos estatutos do partido.

As eleições nas Federações socialistas estão marcadas para 19 e 20 de junho.

Leia também: Hugo Pereira e Filomena Sintra eleitos para representar o Algarve no Conselho Económico e Social

Seguro deixa reparo sobre as suas chamadas de atenção

By: Lusa
6 June 2026 at 09:37
Não é suposto ser tudo interpretado como críticas. Mas “não esconderei nenhuma realidade e direi em voz alta o que é importante”. O Presidente da República pediu nesta sexta-feira que não se encarem todas as suas “chamadas de atenção” sobre problemas do país como “críticas a A, B ou C”, defendendo que o país precisa de convergir e não de “legislaturas encurtadas”. No final de uma reunião com empresários portugueses no início da sua visita ao Luxemburgo, António José Seguro foi questionado pela comunicação social sobre os alertas que fez sobre o envelhecimento em Portugal e que hoje o primeiro-ministro

Falta de efetivos da PSP preocupa social-democratas de Olhão

5 June 2026 at 18:40

O PSD de Olhão manifestou preocupação com a situação de segurança no concelho, defendendo que os recentes episódios de criminalidade e violência exigem uma resposta mais eficaz por parte do Governo e da Câmara Municipal.

Em comunicado dirigido à imprensa e à população, a secção social-democrata considera que “Olhão não pode continuar refém da inegurança”, alertando para aquilo que descreve como uma degradação da tranquilidade pública na cidade e no concelho.

O partido refere a existência de assaltos em pleno dia no centro da cidade, episódios de violência associados ao tráfico de estupefacientes, incluindo um tiroteio recente, e atos de pequena delinquência. Para o PSD, estes casos são “sinais claros de uma degradação da segurança e da tranquilidade pública que não pode continuar a ser ignorada”.

PSD aponta falta de efetivos na PSP

Os social-democratas sustentam que a esquadra da Polícia de Segurança Pública de Olhão enfrenta, há vários anos, uma falta crónica de efetivos e de condições operacionais, situação que, segundo o partido, limita a capacidade de prevenção, patrulhamento de proximidade e resposta às ocorrências.

O PSD sublinha que esta realidade coloca pressão acrescida sobre os profissionais da PSP, que continuam a desempenhar funções em circunstâncias consideradas cada vez mais difíceis.

No mesmo comunicado, a estrutura local do partido questiona também a intervenção da Polícia Municipal, nomeadamente nas áreas da vigilância dos espaços públicos, fiscalização do trânsito rodoviário e pedonal e promoção da ordem no espaço urbano.

Segundo o PSD, “a presença preventiva e dissuasora desta força é manifestamente insuficiente perante os problemas que se agravam na Cidade e no Concelho”.

Partido exige respostas do Governo e da Câmara

Face a este diagnóstico, o PSD de Olhão exige ao Governo o reforço urgente dos meios humanos e materiais da PSP, considerando indispensável garantir melhores condições para a atuação policial no concelho.

Ao mesmo tempo, o partido defende que a Câmara Municipal deve assumir uma atuação mais presente através da Polícia Municipal, utilizando os instrumentos que já tem ao seu dispor.

“Os Olhanenses têm direito a viver seguros na Cidade e no Concelho”, afirma o PSD, acrescentando que “a segurança das Pessoas e dos seus bens não pode continuar a ser relegada para segundo plano nem servir de tema para discursos ocasionais”.

No final do comunicado, os social-democratas apelam a uma resposta política mais firme, defendendo que “É tempo de assumir responsabilidades, agir com firmeza e devolver aos Cidadãos a confiança que hoje sentem ameaçada”.

A secção local conclui com a mensagem: “Olhão merece mais. Os Olhanenses exigem mais.”

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Proposta do PSD para modernização do Mercado Municipal de Portimão aprovada por maioria em reunião de Câmara

5 June 2026 at 15:48

Uma proposta dos dois vereadores do PSD para a modernização do Mercado Municipal de Portimão foi aprovada por maioria na reunião de Câmara da quarta-feira passada, dia 3 de Junho.

A proposta, apresentada pelos vereadores social-democratas Carlos Gouveia Martins e Alexandra Evangelista, «mereceu o consenso das várias forças políticas, registando apenas o voto contra de dois vereadores do CHEGA», salienta o PSD/Portimão, em nota de imprensa.

A proposta foca-se em duas intervenções prioritárias, na Climatização, através da implementação de «soluções estruturais para garantir o conforto térmico de operadores, funcionários e clientes, salvaguardando a conservação dos frescos», e na Acessibilidade, através da realização de um «estudo de viabilidade técnica para a criação de estacionamento de apoio, facilitando o acesso ao comércio local».

Segundo os social-democratas portimonenses, «a votação foi marcada pela oposição dos vereadores do CHEGA, Pedro Xavier e Ester Coelho, que
votaram contra o documento». No entanto, nenhum deles apresentou «qualquer fundamentação técnica ou política para justificar a rejeição destas melhorias no principal mercado da cidade». O terceiro vereador do CH, João Graça, votou a favor da proposta.

Para os vereadores do PSD, «a aprovação do documento vincula o município a avançar com medidas há muito reclamadas pela população e pelos comerciantes locais».

O documento segue agora para o Executivo Municipal para a elaboração dos respetivos procedimentos administrativos e técnicos.

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Fortaleza de Armação de Pêra recebe arraial das Mulheres Social Democratas

5 June 2026 at 15:40

As Mulheres Social Democratas (MSD) do Algarve vão promover, no próximo dia 26 de junho, pelas 19:00, um arraial na Fortaleza de Armação de Pêra, iniciativa que pretende reunir militantes, simpatizantes e a população em geral num ambiente de convívio, celebração e participação comunitária.

O evento terá lugar num dos espaços mais emblemáticos da costa algarvia, proporcionando aos participantes a oportunidade de desfrutar do pôr do sol junto ao mar, num cenário de grande valor patrimonial e paisagístico.

Aberta a toda a comunidade, a iniciativa procura reforçar a proximidade entre os cidadãos e as estruturas locais do partido, promovendo simultaneamente a cultura popular e as tradições da região.

Música, gastronomia e participação comunitária em destaque

O programa inclui animação musical, gastronomia tradicional, momentos de confraternização e várias atividades destinadas a proporcionar uma experiência inclusiva e acessível a participantes de todas as idades.

Segundo a organização, o arraial pretende criar um espaço de encontro e partilha, onde a tradição e a identidade algarvia assumem especial relevância, promovendo o convívio entre diferentes gerações e fortalecendo os laços comunitários.

A iniciativa procura igualmente valorizar o papel das mulheres na vida política, social e associativa da região, destacando a importância da participação cívica, da igualdade de oportunidades e do envolvimento ativo na comunidade.

As Mulheres Social Democratas do Algarve sublinham ainda o seu compromisso com uma sociedade mais participativa e próxima dos cidadãos, defendendo uma atuação atenta às necessidades e aspirações das comunidades locais.

A organização convida a população a participar neste momento de celebração, convívio e cidadania, que pretende afirmar-se como um espaço de encontro, diálogo e valorização das tradições regionais.

A entrada é livre.

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