A associação cultural Ideias do Levante, em parceria com o Município de Lagoa, irá apresentar a sua quadragésima oitava produção teatral, intitulada “Vozes na Minha Cabeça”, no dia 14 de junho de 2026, no auditório do Centro Cultural do Convento S. José, pelas 17h00. O guião e a encenação têm a assinatura de Mário Rui Filipe.
O elenco será composto por Joana Santos, Laura Vicente, Maria Pacheco, Pedro Rodrigues, Rita Beja e Rui Martins. O espetáculo será totalmente apresentado na língua portuguesa.
Mário Rui Filipe inspirou-se em textos de Filipe Pereira que abordam duas realidades distintas: a vida dos artistas no presente e a dor dos amigos que se perdem no mundo das dependências. Ao mesmo tempo, exploram as vozes que ecoam na mente de quem tem memória — vozes que desejam consertar o passado, mas que, entre o consciente e o inconsciente, perturbam ao ponto de questionarmos toda uma existência.
São textos contemporâneos que, mergulhados na atualidade, servem para transmitir uma mensagem de esperança e resiliência em tempos difíceis.
O espetáculo é totalmente amador, de entrada gratuita, recomendado para maiores de 12 anos e limitado à lotação da sala (84 lugares). Apesar de gratuito, qualquer donativo será bem-vindo para apoiar a associação. Existe a possibilidade de reservar via clicando AQUI , pois uma parte da lotação encontra-se destinada a pedidos de reserva.
O Centro Cultural Convento de São José fica localizado na Rua Joaquim Eugénio Júdice, 8400-325 Lagoa, dispondo de uma pequena área de estacionamento junto ao espaço com cerca de 20 lugares.
A peça “O Pior Professor do Mundo”, do LAMA Teatro, vai ter duas exibições, a 17 e 18 de Junho, em Macau, no âmbito do Festival da Língua Portuguesa.
As sessões será destinadas à comunidade escolar e também ao público em geral, na Escola Portuguesa de Macau.
«Esta digressão marca um passo decisivo na estratégia de internacionalização do LAMA Teatro, que reforça a sua aposta na circulação das suas criações fora de Portugal, levando o seu repertório a novos públicos e contextos culturais, e consolidando a sua presença no panorama teatral lusófono», diz a companhia.
“Vozes na Minha Cabeça”, com guião e a encenação têm a assinatura de Mário Rui Filipe, é a peça que se vai estrear no dia 14 de junho, às 17h00, no auditório do Centro Cultural do Convento S. José, em Lagoa.
Esta que é a 48ª produção teatral da associação cultural Ideias do Levante será levada à cena por um elenco composto por Joana Santos, Laura Vicente, Maria Pacheco, Pedro Rodrigues, Rita Beja e Rui Martins.
Mário Rui Filipe inspirou-se em textos de Filipe Pereira que abordam duas realidades distintas: a vida dos artistas no presente e a dor dos amigos que se perdem no mundo das dependências.
Ao mesmo tempo, exploram as vozes que ecoam na mente de quem tem memória — vozes que desejam consertar o passado, mas que, entre o consciente e o inconsciente, perturbam ao ponto de questionarmos toda uma existência. São textos contemporâneos que, mergulhados na atualidade, servem para transmitir uma mensagem de esperança e resiliência em tempos difíceis.
A associação Ideias do Levante esclarece que «o espetáculo é totalmente amador», de entrada gratuita, recomendado para maiores de 12 anos e limitado à lotação da sala (84 lugares).
«Apesar de gratuito, qualquer donativo será bem-vindo para apoiar a associação».
Há a possibilidade de reservar aqui, pois uma parte da lotação está destinada a pedidos de reserva.
O Centro Cultural Convento de São José fica localizado na Rua Joaquim Eugénio Júdice, 8400-325 Lagoa, dispondo de uma pequena área de estacionamento junto ao espaço com cerca de 20 lugares.
A Ideias do Levante é uma associação cultural fundada a 27 de abril de 1995, com sede em Lagoa e extensão em Portimão (Espaço Portas do Sol). A sua atividade centra-se na formação, produção e promoção cultural, através de projetos nas áreas das artes performativas e do bem-estar. Mais informações clicando aqui.
Esta produção conta com o apoio do Município de Lagoa, Estorninho.biz, Photos4Life e DxO, entre outros parceiros.
O Teatro do Mar estreou ontem e volta a apresentar hoje, sábado, em Sines, o espetáculo “Strata”, uma criação de rua itinerante que cruza dança, teatro físico, acrobacia e instalação, e aborda questões como a produtividade e o desgaste.
A mais recente produção da companhia alentejana propõe um olhar sobre as várias camadas que o ser humano constrói na vida quotidiana.
“’Strata’ significa camadas e, curiosamente, é a origem da palavra ‘street’, rua, e também da palavra estrada, mas a relação maior [do espetáculo] tem a ver com esta coisa das camadas”, referiu a encenadora Julieta Aurora Santos.
Em declarações à agência Lusa, a também diretora artística explicou que o espetáculo se debruça sobre o facto de o ser humano “estar sempre a produzir” e da necessidade de ser “sempre eficaz”, numa “busca [pelo] sucesso”.
“Na verdade, é um sistema sempre ligado à produtividade”, que alterou “a nossa relação com o tempo” e nos deixa com “a sensação de que não temos tempo para nada”, observou.
Segundo Julieta Aurora Santos, esta lógica de produtividade constante provoca “um desgaste muito grande no corpo, ao longo do tempo, que vai criando camadas”, podendo refletir-se em problemas como o stress, a ansiedade e outras doenças associadas à saúde mental.
“Tenho sempre uma perspetiva social, no meu trabalho artístico, de olhar para o mundo e perceber quais são as doenças da sociedade”, realçou a encenadora, salientando que, em “Strata”, o foco está no “desgaste e na lógica contemporânea de produtividade”.
Ao longo do espetáculo, os intérpretes Carlos Campos, João Pataco, Joana Teixeira, Luís João Mosteias e Sofia Santos deixam “sair camadas” até ser “revelada a vulnerabilidade dos corpos que começam muito eficazes”, desvendou.
Segundo a encenadora, o público é convidado a viver a experiência de forma física, acompanhando o percurso do espetáculo, “que se adapta ao público presente” e “à arquitetura da rua”, até uma instalação final.
“O espetáculo não tem texto. Como a esmagadora maioria dos espetáculos do Teatro do Mar, é um espetáculo físico, e provoca o espetador a viver a experiência connosco”, revelou.
“Strata” é dedicado a Luís Santos, colega e amigo do Teatro do Mar durante cerca de 20 anos, que morreu no passado dia 04 de maio, autor da cenografia da instalação que constituiu o seu último trabalho artístico.
“Esta presença e esta ausência fazem parte das camadas de que o espetáculo é feito e dedicamo-lo a ele com todo o coração”, afirmou Julieta Aurora Santos.
Depois da estreia de ontem, o espetáculo volta a ser apresentado este sábado, às 19h00, no exterior do Centro de Artes de Sines.
O livro sobre o Clube de Teatro Tapete Mágico, do Agrupamento de Escolas Pinheiro e Rosa (Faro), foi apresentado na FNAC do Forum Algarve.
Esta obra, que marca os 30 anos de trabalho ininterrupto, foi apresentado por uma das suas fundadoras, Lúcia Vicente que partilhou a vontade férrea que a levou a exigir à então comissão instaladora da Escola Pinheiro e Rosa a criação de um Clube de Teatro.
Francisco Soares, diretor do Agrupamento de Escolas Pinheiro e Rosa, salientou a importância do Teatro, e das Artes em geral, na construção dos homens e das mulheres do futuro.
Paulo Cunha, na qualidade de editor do livro Espreitar para Debaixo do Tapete, realçou a importância da parceria estabelecida entre o Agrupamento Pinheiro e Rosa e a Associação Cultural Música XXI, pela oportunidade de partilha entre os jovens alunos do Clube de Teatro e os artistas associados à Música XXI.
Por fim, João Tiago Neto, que foi também fundador do Clube de Teatro e compôs temas musicais para um dos espectáculos, interpretou três músicas da sua autoria.
Livro «Espreitar para Debaixo do Tapete» revisita os 30 anos do Clube de Teatro Tapete Mágico da Escola Secundária Pinheiro e Rosa e a sua ligação a gerações de alunos.
O Cineteatro Louletano apresenta em junho uma programação que cruza dança, música, teatro e cinema, mantendo a aposta na coprodução artística, na diversidade de linguagens e na acessibilidade, com Língua Gestual Portuguesa e Audiodescrição.
O mês arranca com dança a 5 de junho, às 21h00, no Cineteatro Louletano, com C.C. (Crematística e Contraforça), peça da coreógrafa Vera Mantero. Esta coprodução do Cineteatro Louletano propõe uma reflexão coreográfica e performativa em torno das relações entre economia, poder e corpo, numa criação assinada por uma das mais relevantes figuras da dança contemporânea portuguesa.
Nos dias 6 e 7 de junho, o Auditório do Solar da Música Nova acolhe a 19.ª edição da Festa do Cinema Italiano, promovida pela Associação Il Sorpasso. No sábado, 6 de junho, existem três sessões, às 16h00, às 19h00 e às 21h00. E no domingo, duas sessões, intercaladas com cine-jantar pelo chef Sergio Zanotti, inspirado no filme “Louca-Mente”, de Paolo Genovese, que é exibido após a refeição.
No dia 9 de junho, às 21h00, o Cineteatro Louletano recebe As Damas da Noite, Uma Farsa de Elmano Sancho. O espetáculo, com interpretação em Língua Gestual Portuguesa, recorre à sátira social imergindo no mundo fascinante e provocador do transformismo. Os artistas transformistas/dragqueens “vestem a pele de um outro, tentam ser um outro”. Elmano mostra-nos o outro que pode existir em nós.
Damas da Noite
No mesmo dia, 9 de junho, às 21h00, o Auditório do Solar da Música Nova acolhe mais uma sessão do ciclo Filme Francês do Mês, promovido pela Alliance Française do Algarve. Desta vez é Fifi, de Paul Saintillan e Jeanne Aslan (2022), uma obra centrada nas relações humanas, juventude e desigualdade social.
A música ocupa lugar de destaque no dia 13 de junho, às 21h00, no Cineteatro Louletano, com a apresentação da ópera Relicário Perpétuo, de Luísa Costa Gomes e Luís Tinoco. A peça, trazida a Loulé pelo Teatro Nacional de São Carlos, estreia em Lisboa três dias antes, no Dia de Portugal e das Comunidades Portuguesas, e assinala os 500 anos do nascimento de Luís de Camões. A criação junta literatura e composição musical contemporânea e é marcada pelo cruzamento entre palavra, memória e património cultural.
No dia 14 de junho, às 17h00, o Cineteatro Louletano recebe Tomás Wallenstein. Conhecido do grande público enquanto músico e compositor como vocalista e guitarrista dos Capitão Fausto, o artista apresenta-se num formato mais intimista, explorando as suas canções com diferentes sonoridades e novas dimensões.
A 19 de junho, às 21h00, sobe ao palco do Cineteatro Louletano Álbum de Família, de Lúcia Pires, pelo Projecto Casa, projeto de apoio à criação tripartido entre o Cineteatro Louletano, o Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, e O Espaço do Tempo, em Montemor-o-Novo. Esta coprodução, com audiodescrição, propõe uma reflexão sobre memória, relações familiares e identidade, através de uma abordagem intimista e contemporânea.
Álbum de Família
A 20 de junho, às 17h00, o Auditório do Solar da Música Nova acolhe o Grupo Síntese – Concerto no Património, numa fusão única entre a expressão musical contemporânea e o património cultural. O grupo traz obras de Luciano Berio, Pedro Rebelo, Eduardo Patriarca, Amilcar Vasques-Dias e Jorge Peixinho, numa iniciativa de entrada gratuita que cruza música e valorização patrimonial (o Solar da Música Nova é um palácio do séc. XVIII, monumento de interesse municipal, que foi recuperado e adaptado para acolher o Conservatório de Música de Loulé – Francisco Rosado).
No mesmo dia, às 21h00, os PAUS apresentam-se no Cineteatro Louletano, na tour que decreta o fim da banda, com o álbum “Enterro”. Conhecida pela energia dos seus concertos e pela fusão entre rock, percussão e eletrónica, a banda traz a Loulé um espetáculo marcado pela intensidade sonora e performativa e toda a carga de um final anunciado, que culminará com dois concertos em novembro, em Lisboa e Porto.
O mês fecha a 21 de junho, às 17h00, no Cineteatro Louletano, precisamente com o Concerto de Laureados do Conservatório. O espetáculo reúne jovens músicos distinguidos pela instituição, celebrando o talento emergente e o ensino artístico especializado no concelho.
Já em julho, mais um espetáculo multidisciplinar, com Ostra feliz não faz pérola, de Ana Borges, no dia 4, às 21h00. É uma metáfora sobre a vivência no feminino, construída a partir das muitas imposições históricas, sociais, culturais, de corpo e de existência. A peça, que conta com o recurso de Audiodescrição (para pessoas cegas e/ou com baixa visão) nasce da pesquisa sobre as muitas formas que o corpo encontra para existir, quando por vezes parece não haver espaço que o escute, que o veja, que o olhe mesmo e que o sinta.
Com uma programação de referência (que pode ser consultada no site e nas redes sociais do Cineteatro), o Cineteatro Louletano está credenciado pela Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses, integrando ainda a Rede de Teatros com Programação Acessível e proporcionando espetáculos com interpretação em Língua Gestual Portuguesa, outros com Audiodescrição, para pessoas cegas e/ou com deficiência visual, e ainda Sessões Descontraídas, adaptadas a vários públicos, entre eles pessoas neuro divergentes.
O Cineteatro Louletano é uma estrutura cultural da Câmara Municipal de Loulé no domínio das artes performativas, e um dos promotores da Rede Azul – Rede de Teatros do Algarve e da Rede 5 Sentidos.
A despedida da banda Paus, a dança da coreógrafa Vera Mantero, um concerto intimista de Tomás Wallenstein e uma ópera do Teatro Nacional de São Carlos marcam a programação de Junho no Cine-Teatro Louletano.
A programação do espaço cultural de Loulé cruza dança, música, teatro e cinema, mantendo a aposta na coprodução artística, na diversidade de linguagens e na acessibilidade, com Língua Gestual Portuguesa e Audiodescrição.
O mês arranca com dança a 5 de Junho, às 21h00, no Cineteatro Louletano, com “C.C. (Crematística e Contraforça)”, peça da coreógrafa Vera Mantero.
Esta coprodução do Cineteatro Louletano propõe uma reflexão coreográfica e performativa em torno das relações entre economia, poder e corpo, numa criação assinada por uma das mais relevantes figuras da dança contemporânea portuguesa.
No sábado, dia 6, existem três sessões, às 16h00, às 19h00 e às 21h00, e no domingo duas sessões, intercaladas com cine-jantar pelo chef Sergio Zanotti, inspirado no filme “Louca-Mente”, de Paolo Genovese, que é exibido após a refeição.
No dia 9, às 21h00, o Cineteatro Louletano recebe “As Damas da Noite”, Uma Farsa de Elmano Sancho. O espetáculo, com interpretação em Língua Gestual Portuguesa, recorre à sátira social imergindo no mundo fascinante e provocador do transformismo.
Os artistas transformistas/dragqueens “vestem a pele de um outro, tentam ser um outro”.
No mesmo dia, às 21h00, o Auditório do Solar da Música Nova acolhe mais uma sessão do ciclo Filme Francês do Mês, promovido pela Alliance Française do Algarve. Desta vez é “Fifi”, de Paul Saintillan e Jeanne Aslan (2022), uma obra centrada nas relações humanas, juventude e desigualdade social.
A música ocupa lugar de destaque no dia 13 de Junho, às 21h00, no Cineteatro Louletano, com a apresentação da ópera “Relicário Perpétuo”, de Luísa Costa Gomes e Luís Tinoco.
A peça, trazida a Loulé pelo Teatro Nacional de São Carlos, estreia em Lisboa três dias antes, no Dia de Portugal e das Comunidades Portuguesas, e assinala os 500 anos do nascimento de Luís de Camões.
A criação junta literatura e composição musical contemporânea e é marcada pelo cruzamento entre palavra, memória e património cultural.
No dia 14, às 17h00, o Cineteatro Louletano recebe Tomás Wallenstein. Conhecido do grande público enquanto músico e compositor como vocalista e guitarrista dos Capitão Fausto, o artista apresenta-se num formato mais intimista, explorando as suas canções com diferentes sonoridades e novas dimensões.
A 19 de junho, às 21h00, sobe ao palco do Cineteatro Louletano “Álbum de Família”, de Lúcia Pires, pelo Projecto Casa, projeto de apoio à criação tripartido entre o Cineteatro Louletano, o Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, e O Espaço do Tempo, em Montemor-o-Novo.
Esta coprodução, com audiodescrição, propõe uma reflexão sobre memória, relações familiares e identidade, através de uma abordagem intimista e contemporânea.
A 20 de junho, às 17h00, o Auditório do Solar da Música Nova acolhe o Grupo Síntese – Concerto no Património, numa fusão única entre a expressão musical contemporânea e o património cultural.
O grupo traz obras de Luciano Berio, Pedro Rebelo, Eduardo Patriarca, Amilcar Vasques-Dias e Jorge Peixinho, numa iniciativa de entrada gratuita que cruza música e valorização patrimonial.
No mesmo dia, às 21h00, os PAUS apresentam-se no Cineteatro Louletano, na digressão que decreta o fim da banda, com o álbum “Enterro”.
Conhecida pela energia dos seus concertos e pela fusão entre rock, percussão e eletrónica, a banda traz a Loulé um espetáculo marcado pela intensidade sonora e performativa e toda a carga de um final anunciado, que culminará com dois concertos em novembro, em Lisboa e Porto.
O mês fecha a 21 de Junho, às 17h00, no Cineteatro Louletano, precisamente com o Concerto de Laureados do Conservatório.
O espetáculo reúne jovens músicos distinguidos pela instituição, celebrando o talento emergente e o ensino artístico especializado no concelho.
Já em Julho, há mais um espetáculo multidisciplinar, com “Ostra feliz não faz pérola”, de Ana Borges, no dia 4, às 21h00. É uma metáfora sobre a vivência no feminino, construída a partir das muitas imposições históricas, sociais, culturais, de corpo e de existência.
O Teatro Municipal António Pinheiro, em Tavira, e o Teatro Nacional São João (Porto) assinaram um protocolo de colaboração que prevê a vida de espetáculos ao Algarve.
Segundo a Câmara de Tavira, este protocolo «estabelece um quadro de colaboração para a apresentação regular de produções artísticas em Tavira, bem como para o desenvolvimento de iniciativas educativas e de mediação cultural, reforçando a ligação entre a criação artística e a comunidade»..
O protocolo, agora aprovado, com o Teatro Nacional São João prevê a circulação de espetáculos, o contacto com artistas e a realização de ações dirigidas às escolas e à comunidade, promovendo o acesso à cultura e a participação cultural no território.
Nesse âmbito, o Teatro Municipal António Pinheiro mantém já protocolos com entidades como a Fundação Calouste Gulbenkian, a OPART — que integra a Companhia Nacional de Bailado e o Teatro Nacional de São Carlos — e o Teatro Nacional D. Maria II.