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Já foi encontrado o corpo de homem desaparecido nas Azenhas do Guadiana em Mértola

7 June 2026 at 20:21

Um corpo, ao que tudo indica ser do homem de 37 anos e nacionalidade brasileira, que se encontra desaparecido desde a tarde de hoje, 7 de junho, foi encontrado no rio Guadiana, nas Azenhas do Guadiana, no concelho de Mértola.

Na sequência das operações de busca, as equipas de mergulho dos Bombeiros Voluntários encontraram um corpo, tendo-o retirado da água.

O auto de verificação do óbito será efetuado pela Delegada de Saúde Regional, e após contacto com o Ministério Público, o corpo será transportado para o Gabinete Médico-Legal do Baixo Alentejo, pelos Bombeiros Voluntários de Mértola.

O Comando Local da Polícia Marítima de Vila Real de Santo António encontra-se a tomar conta da ocorrência.

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Autoridades procuram homem desaparecido nas Azenhas do Guadiana, em Mértola

7 June 2026 at 16:41

A Autoridade Marítima Nacional está a fazer buscas por um homem, de 37 anos e nacionalidade brasileira, que está desaparecido no rio Guadiana, na zona das Azenhas do Guadiana, no concelho de Mértola, depois de ter entrado em dificuldades na água.

Fonte do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Baixo Alentejo indicou que o alerta para o desaparecimento foi dado pelas 12h48.

Uma outra fonte da AMN – Comando Local da Polícia Marítima de Vila Real de Santo António, entidade que está a coordenar as buscas, disse à Lusa que o homem “encontrava-se a banhos, pediu auxílio e desapareceu” nas águas do rio Guadiana.

Nas operações de socorro estão envolvidos 20 operacionais, oito dos quais da AMN, auxiliados por três motas de água e uma outra semirrígida, uma embarcação dos bombeiros de Mértola e uma equipa mergulhados de Serpa, bem como cinco militares da GNR, apoiados por dois veículos.

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De Leão XIII a Leão XIV – a Encíclica Magnifica Humanitas

7 June 2026 at 16:34

Mesmo quem não é católico praticante, mas se interessa pelos problemas sociais e políticos dos tempos em que se vive, facilmente toma conhecimento da sábia consciência com que a Igreja Católica, velha de muitos séculos, lida com as gerações em cada época. 

E se deu azo a períodos de grande asfixia das populações, isso ocorre sempre que os padres, seja de que religião for, acedem ao Poder.

Fora desses períodos, a figura dos Papas escolhidos teve sempre a ver com a realidade de cada tempo.

No conturbado século XIX   – nós achamos que este nosso século é especialmente conflituoso, mas também o século XIX o foi – ganhou relevância o Papa Leão XIII, quando publicou, em 1891, a sua Rerum Novarum. É forçoso ler aquele documento para quem quiser entender o que se passou daí em diante em termos politico-ideológicos. 

Naquela Carta Aberta, Leão XIII condena, no mesmo grau, o marxismo-leninismo simplesmente chamado socialismo, uma utopia que, na prática, conduzia à perda da individualidade dos trabalhadores, e o capitalismo liberal, que, com a revolução industrial, era avassalador e, por outros meios, conduzia os trabalhadores a idêntica submissão.

Escreveu então: “recordem-se o rico e o patrão de que explorar a pobreza e a miséria e especular com a inteligência são coisas igualmente reprovadas pelas leis divinas e humanas”; mas também: “…os socialistas, para curar este mal, instigam nos pobres o ódio invejoso contra os que possuem e pretendem que toda a propriedade de bens particulares deve ser suprimida...”

Ninguém se convença que foi por acaso que, a seguir a um Papa como foi Francisco, a Igreja escolheu um outro Papa que retoma o nome de Leão  talvez as contradições e acções lesivas da dignidade humana e de uns povos contra outros exija este Papa.

E a encíclica Magnifica Humanitas, que saiu no dia 15 de Maio, merece ser lida por quem se interessa pelos problemas que afectam o nosso mundo, o caos que campeia em muitas regiões assoladas pela guerra e a falta de consciência que a maioria dos governantes revela face aos problemas da biodiversidade ameaçada pelas alterações climáticas.

!35 anos após a Rerum Novarum, publicada quando se assumia que uma profunda mudança iria ocorrer no mundo com o comunismo e o liberalismo capitalista, uma nova e profunda transformação já iniciada deixa antever que vai afectar todos os povos do planeta de forma desigual.

Nos últimos anos, tornou-se cada vez mais evidente o quão rápida e profundamente a digitalização, a inteligência artificial e a robótica estão a transformar o nosso mundo” – diz-se na abertura da Enciclica.

Outrora, eram os Estados quem assumia a orientação da vida dos povos, agora, como denuncia Leão XIV, são actores privados, transnacionais, dotados de capacidades superiores às de muitos Governos, pelo mundo fora.

A ideia de um desenvolvimento sustentável pelo qual muitos de nós lutam e sem êxito, também é sinalizado nesta encíclica: “A ideia de um desenvolvimento humano integral, encontra hoje um decisivo critério de avaliação na ecologia integral…”.

Não se pode atribuir ao algoritmo e à IA a definição das nossas vidas, e o documento papal aborda de forma contundente para muitos poderes instituídos, questões como a democracia, a busca pela liberdade, o desemprego como mal muito grave, a dignificação do trabalho, e a guerra que impõe a obrigatoriedade de lutar pela paz.

É um documento não demasiado extenso que merece ser lido por todos, com a certeza de que certos energúmenos, como Putin ou Trump ou Netanyahu, para citar apenas alguns dos mais icónicos. Não vão gostar.  E só isso já é uma consolação.

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Exposição “Sobre a flora do Baixo Alentejo” pode ser vista em Moura

7 June 2026 at 16:11

A exposição “Sobre a flora do Baixo Alentejo”, do Museu Botânico do Instituto Politécnico de Beja, está patente na Galeria do Espírito Santo, em Moura, até 30 de junho.

Esta exposição apresenta algumas das mais emblemáticas plantas alentejanas, que na Primavera e no Verão dão cor agroecossistemas alentejanos.

Os registos fotográficos foram feitos durante levantamentos florísticos realizados por João Portugal, no Baixo Alentejo.

A investigação científica associada a este trabalho é da autoria de Paula Nozes e Luís Mendonça de Carvalho.

A exposição “Sobre a flora do Baixo Alentejo” pode ser visitada de terça-feira a domingo, entre as 09h00 e as 12h30 e as 14h00 e as 17h30.

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Polícia Marítima fiscaliza áreas costeiras ambientalmente protegidas

Os elementos dos Comandos Locais da Polícia Marítima de Setúbal e de Sines realizaram na madrugada de ontem, 6 de junho, uma ação de fiscalização nas áreas costeiras ambientalmente protegidas, com especial incidência no Parque Marinho Professor Luiz Saldanha (Parque Marinho da Arrábida), localizado na costa sul da Península de Setúbal.

No âmbito desta ação, foram fiscalizadas diversas embarcações e atividades ligadas ao setor das pescas, tendo sido detetadas infrações à legislação em vigor, nomeadamente uma embarcação por pesca ilegal dentro do citado Parque Natural. A Polícia Marítima elaborou os respetivos autos de notícia, tendo adotado os procedimentos legais aplicáveis.

A Polícia Marítima mantém um dispositivo permanente de vigilância, patrulhamento e fiscalização ao longo do litoral alentejano, assegurando a proteção do meio marinho, a sustentabilidade dos respetivos ecossistemas e a segurança dos espaços marítimos sob soberania ou jurisdição nacional.

Estas ações contribuem ainda para a prevenção e repressão de ilícitos criminais em ambiente marítimo, reforçando a capacidade de vigilância da Polícia Marítima ao longo da costa portuguesa.

Passe ferroviário verde já está disponível na aplicação gov.pt e dispensa cartão físico

7 June 2026 at 14:22

O passe ferroviário verde passa agora a estar disponível na aplicação gov.pt, deixando assim de ser necessário um cartão físico, anunciou hoje o Governo.

“O passe ferroviário verde passa a estar disponível na app gov.pt, a aplicação oficial do Estado português de acesso a documentos digitais”, lê-se num comunicado conjunto dos ministérios das Infraestruturas e da Reforma do Estado.

Conforme detalhou o executivo, após o carregamento no ‘site’ da CP – Comboios de Portugal, os titulares passam a ter acessível no seu telemóvel este passe, dispensando o cartão físico, à semelhança do que acontece, por exemplo, com o cartão de cidadão ou com a carta de condução.

“O investimento que estamos a fazer em comboios e na ferrovia traduz-se igualmente num reforço da aposta na digitalização. O Governo está empenhado em continuar a trabalhar para uma mobilidade mais sustentável, inteligente e digital”, afirmou, citado na mesma nota, o ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz.

Por sua vez, o ministro da Reforma do Estado, Gonçalo Matias, sublinhou que esta nova funcionalidade reflete o compromisso do Governo “com um Estado mais simples, digital e próximo dos cidadãos”.

De acordo com dados avançados pelo executivo, desde 2024 foram vendidos mais de um milhão destes passes.

O passe ferroviário verde, que custa 20 euros, permite ao seu titular viajar em toda a rede de comboios regionais, intercidades e nos troços urbanos que não estão incluídos nos títulos intermodais.

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Hóquei em Patins: Final do Nacional Sub-23 em Grândola

Notícia atualizada dia 7 de junho às 10h20: 1.º jogo adiado para data a determinar

Após garantir a presença histórica na final do Campeonato Nacional de Sub-23, a equipa do Hóquei Clube Patinagem de Grândola deveria jogar o 1.° jogo da final na próxima terça-feira, 9 de junho, pelas 21h30 no Complexo Desportivo Municipal José Afonso, tendo como adversário o União Sport Club de Paredes, no entanto, segundo nota posterior do clube, o jogo irá realizar-se em data ainda a determinar.

Um dos momentos mais altos do desporto grandolense e regional.

Mais um jogo de emoções à flor da pele, dos patins e do stick, onde aos aurinegros da Vila Morena querem dar o primeiro passo rumo a um título inédito e culminar de uma época brilhante.

Certamente não faltará apoio aos alentejanos, sendo de antever um pavilhão José Afonso lotado.

Terras sem Sombra em Viana do Alentejo: «Sob as Estrelas», com um dos melhores coros europeus

7 June 2026 at 02:02

O Festival Terras sem Sombra ruma a Viana do Alentejo e Alcáçovas, no fim de semana de 13 e 14 de Junho. No sábado, dia 13, às 21h30, apresenta o concerto «Sob as Estrelas: Confluências Musicais entre o Leste e o Oeste», pelo coro feminino romeno-italiano Arpeggio, sob a direção musical de Gian Luigi Zampieri, com Irene Corgnale na flauta e Sofia Cocco no clarinete.

A tarde de sábado, 13 de junho, será marcada pela atividade de Património, que tem como tema «Ligar o Céu e a Terra: Os Embrechados da Capela e do Jardim do Paço Real».

Será uma tarde em busca de um dos mais singulares conjuntos decorativos do Alentejo e uma das expressões mais raras das artes decorativas portuguesas do Maneirismo e do Barroco.

A manhã de domingo, 14 de junho, dedicada à salvaguarda da biodiversidade, como é hábito. Com o lema «Tesouros Discretos: A Flora e a Fauna da Bacia do Rio Xarrama», será possível conhecer a riqueza ecológica de um dos principais afluentes do Sado, num território onde agricultura, pecuária e conservação ambiental coexistem há séculos.

Todas as atividades são de acesso livre e gratuito.

Fundado em Roma por um excecional conjunto de músicas profissionais romenas, o coro Arpeggio percorreu mais de 150 palcos europeus, de Itália à Áustria, de Espanha à Roménia, da Cripta de Gaudí em Barcelona à Expo Milano 2015.

A 13 de junho, este ensemble, já senhor de um percurso notável, assina um novo capítulo da sua história, desta feita no concelho de Viana do Alentejo.

A igreja matriz de São Salvador, em Alcáçovas, recebe um concerto que junta o madrigal renascentista italiano e a música romena dos séculos XX e XXI, num encontro de geografias e tempos distintos, em mais um fim de semana de atividades do Festival Terras sem Sombra. 

À componente musical junta-se uma leitura do património de embrechados do jardim do Paço Real, em Alcáçovas, e uma incursão pela ecologia da bacia do rio Xarrama. Recorde-se que as atividades em Alcáçovas integram a Semana Cultural desta freguesia.

Na sua presença em Viana do Alentejo, a 13 e 14 de junho, o Terras sem Sombra conta com a parceria do Município local, da Junta de Freguesia de Alcáçovas, do Instituto Cultural Italiano e do Instituto Cultural Romeno em Lisboa.

Conta também com o apoio sustentado da Direção-Geral das Artes, do BPI-Fundação «La Caixa» e da CCDR-Alentejo.

Sul Informação

Do madrigal renascentista à identidade musical romena: confluências de Leste a Oeste

«Sob as Estrelas: Confluências Musicais entre o Leste e o Oeste», assim se intitula o concerto da noite de sábado, 13 de junho (21h30).

O cenário é sublime: a igreja matriz de São Salvador guarda no seu interior, entre outras obras raras, o panteão dos Henriques de Trastâmara, senhores de Alcáçovas. A acústica das três naves de proporções excecionais é o garante de um concerto memorável.

Em palco, o Coro Arpeggio conta com a direção musical de Simona Moldoveanu, o acompanhamento ao piano de Gian Luigi Zampieri e as participações da flautista Irene Corgnale e da clarinetista Sofia Cocco.

O programa percorre vários séculos da música europeia, entretecendo o repertório renascentista italiano com composições romenas dos séculos XX e XXI.

Fundado em Roma em 2014, o ensemble Arpeggio dedica-se à divulgação da música coral romena e italiana no panorama europeu, com um percurso marcado pelo intercâmbio cultural e pela circulação internacional.

O coro mantém estreita ligação às comunidades da diáspora, colaborando regularmente com a Academia da Roménia em Roma, e organiza o Roots Fest – Festival Internacional de Coros.

Sul Informação

Os embrechados do Paço Real: onde a natureza se faz arquitetura e símbolo

A tarde de sábado, dia 13 (15h00), propõe a visita guiada «Ligar o Céu e a Terra: Os Embrechados da Capela e do Jardim do Paço Real», com ponto de encontro no Paço dos Henriques e orientação de Aurora Carapinha, arquiteta paisagista, professora emérita da Universidade de Évora e investigadora do CHAIA – Centro de História de Arte e Investigação Artística.

Os embrechados – composições ornamentais executadas com conchas, seixos, vidro, cerâmica e outros materiais naturais – afirmaram-se entre os séculos XVII e XVIII como uma das linguagens estéticas mais singulares do barroco ibérico, presente em jardins, fontes, grutas artificiais e espaços de devoção, onde criava ambientes de forte dimensão cénica e espiritual.

No Paço Real de Alcáçovas, estes revestimentos atingem uma rara fusão entre natureza, arquitetura e transcendência: a capela e o jardim, também denominado Jardim das Conchinhas, com as suas 28 espécies distintas de conchas identificadas.

Destaque também para a assinatura do protocolo de colaboração entre a Pedra Angular, entidade organizadora do Festival Terras sem Sombra, e a Associação Portuguesa dos Jardins Históricos, a que preside Fernando Guedes.

O acordo abre caminho ao desenvolvimento de iniciativas conjuntas em jardins históricos e outros espaços de elevado interesse paisagístico, acolhendo concertos, atividades culturais e ações de sensibilização.

Sul Informação
Rio Xarrama – Por Xuaxo – Obra do próprio, CC BY-SA 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=8939794

A bacia do Xarrama: ecologia, paisagem e a urgência de preservar

Na manhã de domingo, 14 de junho (09h30), a atividade «Tesouros Discretos: A Flora e a Fauna da Bacia do Rio Xarrama» convida ao conhecimento de um dos principais afluentes do Sado. O périplo, que decorre nas freguesias de Aguiar, Alcáçovas e Viana do Alentejo, conta com ponto de encontro no Jardim Público de Alcáçovas.

A visita é guiada pelos biólogos Miguel Porto, investigador do CIBIO – Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos (Universidade do Porto), e Sara Lobo Dias, investigadora do CE3C – Centro de Ecologia, Evolução e Alterações Ambientais (Universidade de Lisboa).

O Xarrama atravessa zonas de montado, áreas agrícolas, galerias ripícolas e barragens, criando habitats diversificados para aves, peixes, anfíbios e mamíferos e albergando espécies características do ecossistema mediterrânico, como sobreiros, azinheiras, freixos e outras espécies de vegetação ribeirinha, fundamentais para o equilíbrio hídrico e climático da região.

A sua bacia é igualmente um espaço onde agricultura, pecuária e conservação ambiental coexistem há séculos.

As zonas húmidas e as margens do rio funcionam como corredores ecológicos essenciais para espécies vulneráveis e é precisamente nessa articulação entre ciência, conhecimento empírico e conhecimento de base científica que a atividade do TSS se funda.

Sublinhe-se que, pela primeira vez, o festival promove também um bioblitz, iniciativa de ciência cidadã que desafia os participantes a registar fotograficamente a fauna e a flora observadas ao longo do percurso.

A informação recolhida dará origem a um inventário-relâmpago da biodiversidade local, num contributo para um melhor conhecimento dos valores ecológicos deste espaço.

A programação da 22.ª edição do TSS prossegue a 27 e 28 de junho em Gavião, com um concerto pela mão do italiano Duo Baldo-Consonni, no concerto intitulado «Do Romantismo ao Âmago da Modernidade: Essências e Ruturas».

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