Um ataque israelita que teria como alvo dois operacionais do Hezbollah deixou Amal Khalil presa nos escombros de um edifício. Khalil conseguiu ainda telefonar à irmã. Foi a sua última chamada. Morreu enquanto as equipas de socorro aguardavam autorização para chegar ao local. Uma reconstituição do The Washington Post sobre as últimas horas da jornalista libanesa Amal Khalil concluiu que as equipas de socorro foram impedidas de chegar à repórter durante um período decisivo em que ainda estava viva, após uma sequência de ataques aéreos israelitas no sul do Líbano. Khalil, de 42 anos, morreu a 22 de Abril, na
Israel está a ser alvo de uma vaga de mísseis iranianos, em ataque reivindicado pelo Hezbollah. “Israel já fez o seu ataque e o Irão já fez o seu. Não precisamos de outro ataque. Vou ligar ao Bibi para lhe dizer para não retaliar”, disse Donald Trump. “Esta noite Teerão tem de arder”, diz ministro israelita. O exército israelita afirmou este domingo estar a ser alvo de disparos de mísseis iranianos pela primeira vez desde o cessar-fogo anunciado em 8 de abril, tendo o Hezbollah reivindicado ataques no norte do país. “Há pouco tempo, o Exército identificou mísseis lançados do