O Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, surge entre os piores do mundo no AirHelp Score 2026, ocupando a 274.ª posição entre 279 aeroportos analisados, com uma pontuação global de 6,59, ficando apenas à frente dos aeroportos de Islamabade, Hurghada, Ho Chi Minh, Lahore e Tunes-Cartago. Há boas notícias e más notícias para o Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa. As más: é o sexto pior do mundo. As boas: em 2019, no ranking da Airhelp, era o pior do mundo. A edição deste ano do ranking da AirHelp avaliou 279 aeroportos de 76 países, o número mais elevado de sempre, com
A Comissão Europeia atualizou a Lista de Segurança Aérea da União Europeia, retirando todas as companhias aéreas certificadas no Quirguistão e acrescentando a argelina Air Express Algeria.
O projeto de execução da linha de alta velocidade no Porto e em Gaia confirma várias demolições de edifícios em Campanhã para a expansão da estação, mas o impacto habitacional em Gaia é reduzido face ao projeto anterior. De acordo com o projeto de execução referente ao troço de Espinho, Porto e Gaia da linha de alta velocidade Porto-Lisboa, em consulta pública até dia 29, é possível ver que se mantém a previsão de demolições no Porto, entre as quais 44 habitações, sete atividades económicas (incluindo a bomba de gasolina na Avenida Gustave Eiffel) e três edifícios de outras categorias.
O Aeroporto Gago Coutinho, em Faro, voltou a ser considerado o melhor aeroporto português no ranking anual da AirHelp. Já o Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, mantém-se como o pior classificado em Portugal, ocupando o 274.º lugar entre os 279 aeroportos analisados.
A condução autónoma vai democratizar a mobilidade e promover a inclusão de cidadãos impossibilitados de conduzir por limitações de ordem física, diz o diploma publicado esta segunda-feira no Diário da República. Os testes têm regras apertadas e continuam a exigir supervisão humana. O regime de licenciamento de testes de condução autónoma nas estradas portuguesas vai entrar em vigor no próximo mês, depois de ter sido esta segunda-feira publicado em Diário da República. O regime tinha sido aprovado e anunciado em Conselho de Ministros, em abril, num momento em que o ministro da Presidência, António Leitão Amaro, considerou que “permite inovação