Um ataque israelita que teria como alvo dois operacionais do Hezbollah deixou Amal Khalil presa nos escombros de um edifício. Khalil conseguiu ainda telefonar à irmã. Foi a sua última chamada. Morreu enquanto as equipas de socorro aguardavam autorização para chegar ao local. Uma reconstituição do The Washington Post sobre as últimas horas da jornalista libanesa Amal Khalil concluiu que as equipas de socorro foram impedidas de chegar à repórter durante um período decisivo em que ainda estava viva, após uma sequência de ataques aéreos israelitas no sul do Líbano. Khalil, de 42 anos, morreu a 22 de Abril, na
Ataques do Irão ao Kuwait e ao Bahrein, respondendo a ataques dos EUA. Milhares de pessoas expostas a grave perigo no leste do Sudão do Sul. O Irão atacou hoje alvos no Kuwait e no Bahrein em resposta a ataques norte-americanos, apesar do cessar-fogo, prejudicando ainda mais as negociações que marcam passo, nomeadamente devido à questão dos bens iranianos congelados. Desde a trégua de 8 de abril que as hostilidades tinham quase cessado entre os Estados Unidos e o Irão, mas foram retomadas recentemente, em particular em torno do estreito de Ormuz, uma via marítima estratégica para os hidrocarbonetos controlada
A cidade ucraniana está ocupada por tropas russas. Muitos civis ucranianos por lá ficaram, isolados e a enfrentar a fome, enquanto o Governo de Kiev tenta resgatá-los. A situação na cidade de Oleshky, ocupada pela Rússia, é crítica. Com a destruição da barragem de Kakhovka, no sul da Ucrânia, em 2023, a cidade foi inicialmente inundada e depois bombardeada. Hoje, está praticamente isolada. Ainda assim, segundo a administração militar ucraniana, continuam a viver na cidade cerca de duas mil pessoas, na sua maioria reformados e pessoas com mobilidade reduzida, além de 47 crianças. Antes da invasão da Ucrânia pela Rússia,