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Vale-tudo na Casa Branca

Um juiz federal autorizou esta sexta-feira o Presidente norte-americano a celebrar este fim de semana o seu 80.º aniversário e o 250.º do país com combates de UFC num ringue já montado no relvado sul da Casa Branca. A decisão do juiz distrital Amit Mehta permite aos organizadores utilizar o relvado da Casa Branca como local para o evento de artes marciais mistas da organização Ultimate Fighting Championship (UFC) planeado para domingo. Mehta concluiu que os autores da ação judicial interposta para proibir a realização do evento provavelmente não têm legitimidade para o contestar e não conseguiram provar que sofreriam

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Mundial2026: As participações de Portugal, edição a edição

Portugal viveu nos Mundiais uma história de contrastes: começou com derrotas pesadas, encantou com Eusébio em Inglaterra e voltou a aproximar-se do topo quatro décadas depois.

1934: Portugal ‘frágil demais para a Espanha

Depois de não ter estado na qualificação para a primeira edição do Mundial, em 1930, Portugal estreou-se na corrida à edição de 1934, mas, num apuramento decidido numa única eliminatória, ‘esbarrou’ numa Espanha muito mais forte.

Crédito: Magnific

A primeira mão realizou-se em Madrid e tudo ficou desde logo decidido, com os espanhóis a golearem por 9-0, em 11 de março de 1934, com cinco golos de Isidro Lángara, dois de Luis Regueiro, um de Eduardo Valiño ‘Chacho’ e outro de Martí Ventolrá.

Na segunda mão, uma semana depois, em Lisboa, num jogo para ‘cumprir calendário’, o benfiquista Vítor Silva ainda adiantou a formação das ‘quinas’, mas um ‘bis’ de Lángara, para um total de sete na eliminatória, selou novo triunfo espanhol (1-2).

1938: Peyroteo não conseguiu ‘dobrar’ a Suíça

A qualificação para o Mundial de 1938 foi disputada num único jogo, em Milão, na Itália, e Portugal foi afastado da fase final pela Suíça, ao perder por 2-1, de nada valendo o tento de Peyroteo, num jogo em que atirou quatro vezes ao ‘ferro’.

Os helvéticos, que haviam chegado aos quartos de final em 1934, adiantaram-se para 2-0, com tentos de Georges Aeby e André Abegglen III, que, depois marcaria três na fase final, com o ‘leão’ Peyroteo a reduzir a diferença.

Segundo ‘rezam’ as crónicas da altura, Portugal teve uma série de oportunidades para, pelo menos, empatar o jogo, mas quatro remates embateram nos ‘ferros’ da baliza suíça, incluindo uma grande penalidade apontada por Cruz.

1950: Espanha afasta Portugal do Brasil

Pela segunda vez em três qualificações, Portugal disputou o acesso à fase final com a Espanha e, uma vez mais, acabou derrotado, comprometendo a presença no Brasil, em 1950, novamente no primeiro jogo, em Madrid.

O 5-1, selado por um ‘bis’ de Telmo Zarra, um tento de Estanislao Basora, um de José Panizzo e outro de Luis Molowny, contra um de Fernando Cabrita, jogador do Olhanense, deixaram o apuramento espanhol mais do que encaminhado. Na segunda mão, em Lisboa, Portugal conseguiu, ao quinto jogo, não perder na qualificação para o Mundial, com os tentos dos ‘violinos’ Travassos e Jesus Correia a valerem um empate a dois. Zarra e Augustín Gainza marcaram para a Espanha.

1954: Áustria também forte demais para Portugal

Portugal jogou o apuramento para o Mundial de 1954 com a Áustria e, a exemplo do que acontecera com a Espanha, na corrida às edições de 1934 e 1950, o ‘sonho’ morreu logo ao primeiro jogo, desta vez com uma goleada em Viena por 9-1. Erich Probst (cinco golos), Theodor Wagner (dois), Ernst Ocwirk e Ernst Happel ‘escreveram’ o triunfo dos austríacos, que ficariam em terceiro na Suíça, batidos por 6-1 nas meias-finais pela campeã RFA (32 à sensacional Hungria, na final). Pela formação lusa, marcou o benfiquista José Águas, sendo que, na segunda mão, no Estádio Nacional, em Lisboa, um esquema mais defensivo implementado por Salvador do Carmo não deu para ganhar, mas evitou nova derrota (0-0).

1958: Portugal ganha, mas cai perante Irlanda do Norte e Itália

Portugal alcançou, ao 10.º jogo, o primeiro triunfo num jogo de qualificação para o Mundial, mas não conseguiu chegar à Suécia, em 1958, ao ficar no último lugar do Grupo 8 de apuramento, atrás de Irlanda do Norte e da Itália.

A formação lusa começou a comprometer o apuramento nos dois primeiros jogos, ambos com a Irlanda do Norte, ao empatar 1-1 em Lisboa, onde o ‘violino’ Vasques apontou o tento luso, e perder 3-0 em Belfast.

Ao terceiro jogo, Portugal logrou o histórico primeiro triunfo em Mundiais, em 26 de maio de 1957, por 30, na receção à Itália, com tentos de Vasques, do portista António Teixeira e de Matateu (Belenenses), mas depois caiu, ao perder em San Siro por 3-0.

1962: Portugal até com Luxemburgo perdeu, na estreia de Eusébio

Portugal voltou a falhar a qualificação para o Mundial, em 1962, ao ficar bem atrás da Inglaterra no Grupo 6 de qualificação, sendo inclusive batido pelo Luxemburgo, no encontro que assinalou a estreia do ‘rei’ Eusébio com internacional ‘AA’. O começo foi prometedor, com um 6-0 ao Luxemburgo, selado com um ‘hat-trick’ de Yaúca, mas, ao segundo jogo, num ‘onze’ com oito benquistas que dias depois conquistariam a Taça dos Campeões, só foi possível empatar (1-1) na receção à Inglaterra.

Seguiu-se a deslocação ao Luxemburgo e uma ‘escandalosa’ derrota por 4-2, em 8 de outubro de 1961, na estreia de Eusébio, que marcou. Depois, obrigado a ganhar, Portugal, apesar de uma boa exibição, tombou em Wembley por 2-0.

1966: Portugal consegue terceiro lugar na estreia

Após sucessivas eliminações – seis para Mundiais e duas para Europeus -, Portugal qualificou-se para a fase final do Mundial de 1966 e, em Inglaterra, encantou, conseguindo o terceiro lugar, catapultado pelo ‘rei’ Eusébio, a grande figura da prova. O ‘Pantera Negra’, que já tinha sido o herói do apuramento, ao apontar sete dos nove tentos de Portugal, que se superiorizou a Checoslováquia, Roménia e Turquia, foi o melhor marcador da fase final, com nove golos, quatro deles à Coreia do Sul.

Os ‘magriços’ bateram Hungria (31), Bulgária (3-1) e o bicampeão Brasil (3-1), na fase de grupos, os norte-coreanos (0-3 para 5-3), nos ‘quartos’, para caírem nas ‘meias’ face à anfitriã Inglaterra (1-2). Ainda se salvou o ‘bronze’, face à URSS (2-1).

1970: Novo falhanço, claro, após o ‘brilharete’

Depois de encantar os ingleses, em 1966, Portugal voltou a iniciar, no Europeu de 1968, uma série de oito qualificações falhadas, que prosseguiram na corrida ao Mundial de 1970, com um lamentável quarto posto do Grupo 1.

Perante a Roménia, que se qualificou, Grécia e Suíça, a seleção lusa ficou no último lugar, isto depois de ter começado da melhor forma, com um expressivo 3-0 na receção aos romenos, selado por um ‘bis’ de Jacinto Santos e um tento de Jacinto João.

Depois, os romenos não mais perderam e Portugal não mais ganhou: perdeu por 4-2 em Atenas e por 20 na receção à Suíça, empatou 2-2 na receção aos gregos, caiu por 1-0 em Bucareste e, a acabar, empatou 1-1 em Berna.

1974: Portugal incapaz de bater Bulgária e Irlanda do Norte

Os dois triunfos face ao Chipre foram insuficientes para Portugal conseguir um lugar no Mundial de 1974, na RFA, já que não conseguiu bater a Bulgária e a Irlanda do Norte, face às quais somou três empates, em quatro jogos.

Portugal começou bem, com uma goleada por 4-0 na receção ao Chipre, um triunfo em Nicósia por 1-0, selado pelo ‘leão’ Chico Faria, e um empate a um golo em Coventry, na Inglaterra, face à Irlanda do Norte, graças a um penálti de Eusébio, aos 87 minutos.

O ‘Pantera Negra’ não mais marcaria por Portugal (41 tentos) e a seleção lusa fraquejou, depois, face à Bulgária (1-2 em Sófia e 2-2 em Lisboa, na despedida de Eusébio), selando o ‘adeus’, ainda antes de novo empate, em casa, com a Irlanda do Norte (1-1).

1978: Portugal sem argumentos perante a Polónia

Portugal fez uma boa fase de qualificação para o Mundial de 1978, na Argentina, com apenas uma derrota, mas que teve um peso imenso na eliminação, pois aconteceu em casa perante a Polónia (0-2), que terminou o Grupo 1 só com um empate cedido.

Após o desaire com os polacos, vencedores com um ‘bis’ de Lato, a seleção lusa somou três triunfos consecutivos, dois com a Dinamarca (1-0 em casa e 4-2 fora) e no Chipre, mas, depois, ao quinto jogo, não conseguiu ganhar em Chorzow (1-1). A Polónia ficou, desde logo, qualificada, de nada valendo a Portugal fechar com uma goleada, na receção ao Chipre (4-0, com o ‘leão’ Manuel Fernandes a chegar aos quatro golos na fase de apuramento). O desaire a abrir comprometeu.

1982: Portugal afastado pela também eliminada Suécia

Portugal superiorizou-se no confronto direto com a Escócia e não perdeu com a Irlanda do Norte, as seleções do Grupo 6 que se qualificaram para o Mundial de 1982, em Espanha, mas perdeu o apuramento com a também eliminada Suécia. Uma exibição do ‘outro Mundo’ de Bento, em Glasgow (0-0), indicou o caminho para Espanha, seguindo-se dois triunfos caseiros, com a Irlanda do Norte (1-0) e Israel (30), mas, após um excelente começo, Portugal somou quatro derrotas consecutivas.

A seleção lusa perdeu por 1-0 em Belfast e, depois, cedeu duas vezes com a Suécia, por 3-0 em Solna e 1-2 em Lisboa, ficando desde logo eliminado. Ainda assim, perdeu por impensáveis 4-1 em Israel, para, no fecho, bater em casa a Escócia por 2-1.

1986: Golos de Carlos Manuel não apagaram ‘vergonha’ Saltillo

Duas décadas depois, Portugal voltou à fase final do Mundial, em 1986, graças a um grande golo de Carlos Manuel, em Estugarda, com a RFA (1-0), ‘gracinha’ que o médio do Benfica repetiu já no México, na estreia, com a Inglaterra (1-0).

Tudo parecia correr de feição à formação de José Torres, mas o ‘caso Saltillo’, um conflito entre jogadores e dirigentes da FPF por causa de prémios e outros assuntos, ‘acabou’ por tudo ‘secar’, sendo que a lesão de Bento também não ajudou. Num Grupo F que apurou três seleções, Portugal – que na qualificação deixara pelo caminho Suécia e Checoslováquia – acabou por ser o único a cair, ao perder por 1-0 com a Polónia e por 3-1 com Marrocos, de nada valendo um tento de Diamantino.

1990: Portugal não ‘pôde’ com Bélgica e Checoslováquia

Portugal não conseguiu bater a Bélgica e Checoslováquia, somando com ambas um empate em casa e um desaire fora, e, por isso, ficou fora do Mundial de 1990, em Itália, como terceiro do Grupo 7, à frente de Suíça e Luxemburgo.

Portugal começou a comprometer na receção à Bélgica (1-1), num embate em que Rui Barros falhou golos em série e Silvino deu um grande ‘frango’, após o tento de Vítor Paneira, e, entre dois triunfos com a Suíça, claudicou em Bruxelas (3-0). A queda na Checoslováquia (1-2), ao sexto jogo, ditou, praticamente o adeus, uma vez, que, após um 30 no Luxemburgo, era ainda preciso golear em casa por quatro golos os checoslovacos, mas só foi possível empatar a zero.

1994: Portugal eliminado pela Itália e a Suíça

Portugal lutou até ao final pelo apuramento para o Mundial de 1994, disputado nos Estados Unidos, mas acabou a um ponto da Suíça e dois

da Itália, no terceiro lugar do Grupo 1, que também incluía Escócia, Malta a Estónia. Portugal entrou a empatar na Escócia, que depois golearia na Luz por 5-0, venceu, como lhe competia, os embates com Malta e Estónia, e não perdeu com a Suíça, face à qual empatou 1-1 em Berna e ganhou no Porto por 1-0, com um tento de João Vieira Pinto. O problema de Portugal foram as derrotas com a Itália, por 3-1 nas Antas e, a acabar, por 1-0 em San Siro, onde era preciso ganhar e a equipa lusa pouco fez para o conseguir. “É preciso varrer a porcaria que há na FPF”, clamou o selecionador Carlos Queiroz.

1998: Marc Batta afasta Portugal de França

Uma decisão ‘escandalosa’ do árbitro francês Marc Batta, ao expulsar Rui Costa com um segundo amarelo por alegada demora a sair do campo quando ia ser substituído, ‘impediu’ Portugal de vencer na Alemanha e de se qualificar para o Mundial de 1998.

No jogo decisivo, em Berlim, Pedro Barbosa adiantou Portugal, mas, contra 10, Ulf Kirsten empatou e salvou os alemães, comprometendo o apuramento luso, que na última jornada era possível se a Ucrânia empatasse na Arménia, onde triunfou.

A formação das ‘quinas’ pode também queixar-se de si própria, de um arranque com um ‘nulo’ na Arménia e um desaire por 2-1 em Kiev. Portugal ainda empatou em casa com a Alemanha e na Irlanda do Norte, acabando a um ponto dos ucranianos e três dos alemães.

2002: Qualificação memorável ‘desbarata’ na Coreia do Sul

Portugal saiu invicto da qualificação, com a ‘geração de ouro’ no topo, após o terceiro posto no Euro2000, afastando uma ‘grande’ Holanda, mas na fase final, com Figo, então o melhor do Mundo, sem condições físicas, a equipa lusa dececionou.

O facilitismo com que o selecionador luso, António Oliveira, encarou o jogo de estreia custou um desaire por 3-2 com os Estados Unidos, que um 4-0 à Polónia, com um ‘hat-trick’ de Pauleta, não foi suficiente para ‘emendar’.

Na última ronda, o empate teria bastado, face à Coreia do Sul, mas Portugal, reduzido a 10, pelas expulsões de João Vieira Pinto e Beto, e muito infeliz, perdeu por 1-0, num jogo em que o avançado terá acertado um murro no árbitro após ter visto o vermelho.

2006: Portugal volta às meias-finais, 40 anos depois

Quarenta anos depois do feito dos ‘magriços’, Portugal chegou novamente às meias-finais do Mundial, em 2006, depois de uma qualificação sem derrotas, sete pontos à frente do segundo e que incluiu um 7-1 à Rússia, após um 2-2 no Liechtenstein.

Na Alemanha, Portugal só foi travado nas meias-finais, por uma França que já tinha sido ‘carrasca’ nas ‘meias’ dos Europeus de 1984 e 2000, e um penálti, mais do que escusado, cometido por Ricardo Carvalho e transformado por Zinédine Zidane.

Antes, Portugal bateu Angola (1-0), Irão (2-0) e México (2-1) na fase de grupos, ultrapassada ao segundo jogo, e afastou Holanda (1-0) e Inglaterra (3-1 nos penáltis, após 120 minutos sem golos) após batalhas intensas. No jogo do ‘bronze’, 1-3 com a Alemanha.

2010: Portugal esbarra na Espanha, após passar ‘play-off’

Portugal precisou de um ‘play-off’, com a Bósnia-Herzegovina (1-0 em casa e 1-0 fora), para garantir um lugar no Mundial de 2010, na África do Sul, onde caiu nos oitavos de final, afastado pela Espanha, que viria a conquistar a prova.

Um único golo sofrido, apontado por David Villa, acabou com o ‘sonho’ de Portugal, que, na primeira fase, somou dois empates a zero, com Costa do Marfim e Brasil, e a goleada da prova, ao bater a Coreia do Norte por 7-0, num jogo em que só Tiago ‘bisou’.

Na segunda aparição num Mundial, já com um dos melhores jogadores do Mundo, Cristiano Ronaldo voltou a só marcar um golo – em 2006 faturou de penálti ao Irão -, depois de ter ficado em ‘branco’ na qualificação.

2014: Portugal desilude no Brasil, conquistado no ‘play-off’

Quatro golos de Cristiano Ronaldo, no ‘play-off’ com a Suécia, de Zlatan Ibrahimovic, valeram a Portugal a terceira qualificação consecutiva para um Mundial, mas, em 2014, no Brasil, a desilusão foi grande, com o ‘trambolhão’ na fase de grupos. A formação das ‘quinas’ começou muito mal, ao sofrer uma pesada goleada (0-4) face à Alemanha, e quase tudo comprometeu no segundo jogo, com os Estados Unidos, ao permitir a reviravolta de 1-0 para 12, não conseguindo mais do que um empate (2-2).

Portugal ficou necessitado de golear o Gana na última ronda, mas só venceu por 2-1, com Cristiano Ronaldo, muito desinspirado, a selar o triunfo aos 80 minutos, sem evitar tornar-se o primeiro ‘Bola de Ouro’ em título a cair na fase de grupos.

2018: Portugal fica no primeiro jogo a eliminar, com Uruguai

Um arranque em ‘grande’ de Cristiano Ronaldo, com um ‘hat-trick’ à Espanha, seguido do golo da vitória sobre Marrocos, não teve sequência e Portugal caiu no Mundial de 2018 ao primeiro jogo a eliminar, perante o Uruguai. Depois do 3-3 com os espanhóis e do 1-0 aos marroquinos, a seleção lusa começou a ‘emperrar’ com um 1-1 com o Irão, cedido já nos descontos, para, depois, ser afastado por um ‘bis’ de Edinson Cavani, caindo nos ‘oitavos’, como em 2010. Para chegar à Rússia – quinta fase final seguida -, a formação comandada por Fernando Santos teve de esperar pelo último jogo, no qual foi competente, vencendo a Suíça por 2-0, na Luz, depois de uma entrada em falso precisamente em solo helvético (0-2).

2022: Seleção lusa volta aos ‘quartos’, mas não passa Marrocos

Portugal voltou, 16 anos depois, aos quartos de final, mas não passou essa fase, ao perder por 1-0 com Marrocos, depois de cilindrar a Suíça por 6-1, com um ‘hat-trick’ de Gonçalo Ramos, que ascendeu ao ‘onze’ luso no lugar de Cristiano Ronaldo.

No Grupo H, o conjunto de Fernando Santos selou o apuramento após dois jogos, ao vencer Gana (3-2) e Uruguai (2-0), seguindo-se um desaire por 2-1 frente à Coreia do Sul, num jogo marcado pela reação do capitão luso quando foi substituído. Para marcar presença no Qatar, Portugal voltou a precisar de ‘tempo extra’, superando nos play-offs, em casa, Turquia (3-1) e Macedónia do Norte (2-0), após a surpreendente derrota caseira com a Sérvia (1-2), a fechar o Grupo A.

Leia também: Se a Seleção Nacional não alcançar este resultado será um “mau Mundial”: Pedro Proença define objetivos concretos

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F1: pole-position do GP de Barcelona para George Russell. Bortoleto parte em 12.º

Melhor desempenho na Classificação para formação da grelha de partida, protagonizado pelo piloto da Mercedes, George Russel ao assumir a liderança (1:14,679s), secundado Hamilton que chegava à segunda posição (+0,064s) superando o piloto italiano da Mercedes, Antonelli, que registava (+0,319s).
Lando Norris e Max Verstappen fecharam o top-five.

E foi sob uma temperatura ambiente em 30º C, com o asfalto em 51ºC, exigindo bastante gestão e aproveitamento dos pneus, que como habitualmente acontece, foram disputadas as três sessões da Classificação: Q1, Q2 e Q3.

Q1: Com a duração de 18 minutos, a sessão foi amplamente disputada entre os três pilotos mais em evidência nos treinos livres, da Mercedes, Ferrari e McLaren, mas com a Red Bull numa posição imediata.
Hamilton, Russell, Leclerc, Antonelli e Piastri foram os mais rápidos na primeira metade da sessão. Bortoleto colocava-se na décima posição.

Nos últimos cinco minutos do Q1, o ambiente aquecia bastante e todo o pelotão regressava para a pista, de pneus macios, utilizando apenas os últimos três minutos e meio para as voltas rápidas. Hamilton mateve-se na liderança (1:15,625s) seguido por Russell (+0,065s) e Lecler em terceiro.
Hülkenberg registava uma volta muito boa e chegava à quinta posição. Enquanto isso, Bortoleto não conseguia melhor o seu tempo, devido a muito trânsito no circuito e era relegado para 14º. Bortoleto passava ao Q2 por quatro décimos apenas.
Entretanto eram eliminados: Alonso, Stroll, Bottas, Perez, Albon e Ocon.

Q2: Nos primeiros 6 minutos, dos 15 que a sessão previa, ninguém foi para a pista (poupança de pneus, clara). Ao faltarem nove minutos, Verstappen era o mais rápido nos primeiros cronos, com Leclerc a superar o holandês e depois surgia Russell a saltar para o topo. Bortoleto realizada o 11º crono.

Mas o que valia era o que estava ainda por vir: Russell mantinha-se no topo (1:15,228s), seguido por Leclerc (+0,053s) e no terceiro lugar estava Antonelli (+0,067s). Norris e Hamilton ocupavam agora o top-five.
Bortoleto apenas conseguia o 12º crono e Hülkenberg o 10º mantendo-se apurado para o Q3.
E os eliminados foram: Lindblad, Bortoleto, Colapinto, Gasly, Bearman e Sainz.

Q3: Na derradeira sessão da Classificação para apurar o pole, o Q3 foi disputado em 13 minutos.
A saída de pista de Charles Leclerc, de frente para o muro, batendo forte e dando origem à bandeira vermelha, marcava por assim dizer este Q3 do GP de Barcelona. Estava tudo bem com Leclerc, mas como a pancada foi forte o Medical Car precisou entrar.
O melhor tempo nesse momento (um segundo antes da bandeira vermelha ser apresentada) qundo faltavam oito minutos e meio para cumprir, era alcançado por Oscar Piastri (1:15,176s) e Max Verstappen detinha o segundo crono (+0,152s).

Ao ser retomada a sessão, nos minutos finais, Russel reassumia a liderança (1:14,679s), Hamilton chegava à segunda posição (+0,064s) superando o piloto italiano da Mercedes, Antonelli, que registava (+0,319s) na terceira posição. Norris e Verstappen fechavam o top-five por esta ordem.

Ordem de largada para o Grande Prémio de Barcelona:
1) George Russell (Mercedes), 1’14.679

2) Lewis Hamilton (Ferrari), 1’14.743
3) Kimi Antonelli (Mercedes), 1’14.998
4) Lando Norris (McLaren/Mercedes), 1’15.001
5) Max Verstappen (Red Bull/Red Bull Ford), 1’15.021
6) Isack Hadjar (Red Bull/Red Bull Ford), 1’15.077
7) Oscar Piastri (McLaren/Mercedes), 1’15.090
8) Liam Lawson (Racing Bulls/Red Bull Ford), 1’16.542
9) Nico Hülkenberg (Audi), 1’16.657
10) Charles Leclerc (Ferrari), s/tempo
11) Arvid Lindblad (Racing Bulls/Red Bull Ford), 1’15.840
12) Gabriel Bortoleto (Audi), 1’16.001
13) Franco Colapinto (Alpine/Mercedes), 1’16.191
14) Pierre Gasly (Alpine/Mercedes), 1’16.261
15) Oliver Bearman (Haas/Ferrari), 1’16.389
16) Carlos Sainz (Williams/Mercedes), 1’17.827
17) Esteban Ocon (Haas/Ferrari), 1’17.073
18) Alexander Albon (Williams/Mercedes), 1’17.424
19) Sergio Pérez (Cadillac/Ferrari), 1’17.545
20) Valtteri Bottas (Cadillac/Ferrari), 1’17.757
21) Lance Stroll (Aston Martin/Honda), 1’18.758
22) Fernando Alonso (Aston Martin/Honda), 1’18.815

(Colaboração F1Mania)

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F1: Russell – o mais veloz no último treino livre do GP de Barcelona. Bortoleto em 11.º

O terceiro e último treino livre do GP de Barcelona, sétima etapa da temporada 2026 da Fórmula 1, realizou-se neste sábado (13) e terminou com Russell a ser o mais veloz (1:15,679s).

Os pilotos da Fórmula 1 regressaram à pista em Montmeló para fechar as sessões de treinos livres antes da classificação. George Russell foi o mais veloz esta manhã, tendo Oscar Piastri e Charles Leclerc fechado o trio de honra.
Lando Norris completava o grupo dos quatro melhor colocados numa sessão que confirmou o equilíbrio entre Mercedes, McLaren e Ferrari.

Lewis Hamilton ficou na quinta posição, seguido por Max Verstappen. No sétimo posto ficava Kimi Antonelli após ter as suas duas últimas tentativas de volta rápida prejudicadas pelo tráfego. Isack Hadjar foi o oitavo colocado, Nico Hülkenberg o nono e Arvid Lindblad completou o top-ten.

Bortoleto, que começou a sessão ocupando lugares cimeiros, acabou por se manter na décima posição da tabela classificativa durante bastante tempo, até ao último minuto da sessão, mas acabava por ser relegado para 11º quando Hadjar subia da P12 para P8.

O TL3 era marcada por uma bandeira vermelha causada por Valtteri Bottas e por uma disputa equilibrada entre Mercedes, McLaren e Ferrari antes da definição da grelha de partida para a largada.

As altas temperaturas também chamaram atenção. Com 32°C na temperatura ambiente e 47°C no asfalto, as equipas trabalharam intensamente para entender o comportamento dos pneus, já prevendo uma classificação em que cada jogo de compostos macios poderá render apenas uma volta realmente competitiva.

Em relação à Audi, Hülkenberg conseguiu colocar seu carro no top-ten após uma boa volta com pneus macios novos. Bortoleto também mostrou competitividade durante toda a atividade e chegou a melhorar para 1:17.027s, mas acabou por terminar em 11º, muito próximo de Lindblad.
Refira-se que a direção de prova ainda anotou um incidente envolvendo o brasileiro e Franco Colapinto na Curva 10 para análise posterior.

No encerramento do treino, a impressão qiue ficou foi de uma equipa Mercedes ligeiramente à frente da concorrência em ritmo de classificação. Ainda assim, McLaren e Ferrari permanecem muito próximas, prometendo uma disputa apertada pela pole-position na Classificação, esta tarde.

Resultado do TL3 do GP de Barcelona:

1) George Russell (Mercedes) 1’15.679
2) Oscar Piastri (McLaren/Mercedes) 1’15.893
3) Charles Leclerc (Ferrari) 1’15.922
4) Lando Norris (McLaren/Mercedes) 1’15.925
5) Lewis Hamilton (Ferrari) 1’16.381
6) Max Verstappen (Red Bull/Red Bull Ford) 1’16.434
7) Kimi Antonelli (Mercedes) 1’16.500
8) Isack Hadjar (Red Bull/Red Bull Ford) 1’16.684
9) Nico Hülkenberg (Audi) 1’16.961
10) Arvid Lindblad (Racing Bulls/Red Bull Ford) 1’17.020
11) Gabriel Bortoleto (Audi) 1’17.027
12) Liam Lawson (Racing Bulls/Red Bull Ford) 1’17.324
13) Pierre Gasly (Alpine/Mercedes) 1’17.583
14) Franco Colapinto (Alpine/Mercedes) 1’17.625
15) Carlos Sainz (Williams/Mercedes) 1’17.730
16) Esteban Ocon (Haas/Ferrari) 1’18.040
17) Oliver Bearman (Haas/Ferrari) 1’18.391
18) Alexander Albon (Williams/Mercedes) 1’18.412
19) Sergio Pérez (Cadillac/Ferrari) 1’18.691
20) Fernando Alonso (Aston Martin/Honda) 1’19.496
21) Valtteri Bottas (Cadillac/Ferrari) 1’19.962
22) Lance Stroll (Aston Martin/Honda) 1’20.103

(Colaboração F1Mania)

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Ginásio Olhanense mostra Taça Nacional de sub-18 de basquetebol na Câmara

A equipa de sub-18 masculina de basquetebol do Ginásio Clube Olhanense, recentemente coroada vencedora da Taça Nacional 2025/2026, foi recebida esta semana no Salão Nobre da Câmara Municipal pelo executivo liderado por Ricardo Calé.

A receção pretendeu «assinalar e homenagear a extraordinária conquista» alcançada pela formação olhanense, vencedora da competição – segundo patamar do escalão a nível nacional – após derrotar, em Maio, o Olivais de Coimbra na final disputada no Montijo.

A equipa concluiu a segunda fase e a final a quatro com um registo perfeito de 16 vitórias em 16 jogos, um feito notável que ficará para a história do clube e do desporto olhanense.

Durante a cerimónia, Ricardo Calé, que enquanto atleta representou o emblema, felicitou atletas, treinadores e dirigentes pelo trabalho desenvolvido ao longo da época, destacando o exemplo que representam para os jovens do concelho.

«Como antigo atleta do Ginásio Clube Olhanense, sinto um enorme orgulho por ver esta geração alcançar um feito tão marcante. Este título é o resultado do talento, da dedicação e do espírito de equipa demonstrados ao longo de toda a temporada. São um exemplo para a juventude de Olhão e dignificam o nome do nosso concelho em todo o país», afirmou.

Sul Informação

Além dos resultados desportivos, foi também destacado o espírito de fair-play demonstrado pela equipa durante a competição, nomeadamente por Bernardo Gago.

O jovem atleta recebeu um cartão branco na final a quatro ao reconhecer perante a equipa de arbitragem uma situação de jogo que beneficiava a equipa contrária.

«A conquista da Taça Nacional reforça o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pelo Ginásio Clube Olhanense na formação de jovens atletas, consolidando o clube como uma das principais referências do basquetebol de formação», reforça a autarquia.

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XI Torneio Internacional de Basquetebol regressa a Tavira em julho

O Clube de Basquetebol de Tavira (CBT) apresentou o programa oficial do XI Torneio Internacional de Basquetebol “Cidade de Tavira”, que decorrerá entre os dias 1 e 5 de julho, em Tavira.

Ao longo de cinco dias, a cidade recebe centenas de atletas, treinadores, dirigentes e familiares provenientes de várias regiões de Portugal e do estrangeiro, num encontro que alia a competição desportiva à promoção de valores como o fair-play, o respeito e o espírito de equipa, bem como ao convívio intercultural. A edição de 2026 integra ainda atividades de ténis de mesa e matraquilhos, reforçando a participação de diferentes modalidades do clube.

Além da vertente desportiva, o torneio assume-se como um evento de dinamização turística e económica do concelho, contribuindo para a promoção da cidade e da sua oferta cultural, patrimonial e gastronómica.

O programa inclui jogos em vários escalões de formação, encontros de veteranos, momentos de convívio, animação musical e cerimónias protocolares, culminando com a entrega de prémios às equipas e atletas participantes.

A edição deste ano conta ainda com o envolvimento da Associação de Estudantes do Agrupamento de Escolas Dr. Jorge Augusto Correia, reforçando a ligação entre o desporto, a juventude e a comunidade local.

O arranque do torneio está marcado para quarta-feira, 1 de julho, com o início do mega convívio às 19h00, no recinto exterior da EB 2 3 D. Paio Peres Correia, seguindo-se às 22h00 a festa “Preto & Branco” com DJ Jonny V, na Associação Rock da Baixa Mar.

Na quinta-feira, 2 de julho, o programa inclui jogos de basquetebol entre as 09h00 e as 22h00 no Pavilhão Municipal Dr. Eduardo Mansinho e no Pavilhão Desportivo da EB 2 3 D. Paio Peres Correia, bem como jogos de ténis de mesa entre as 17h00 e as 22h00 no Pavilhão Municipal. A Fun Zone abre às 19h00, seguindo-se a atuação do DJ Van Gohen às 22h00.

Na sexta-feira, 3 de julho, os jogos decorrem entre as 09h00 e as 17h00. Às 19h00 realiza-se o desfile das equipas com a Banda Musical de Tavira, seguido da atuação do grupo de capoeira Muzenza às 19h20, na Praça da República, e da abertura solene do torneio às 19h30. A Fun Zone abre às 20h00, altura em que decorrem também jogos de veteranos e ténis de mesa até às 22h00. A noite encerra com os concertos dos Radio Rock às 21h30 e DJ Kikocoxx às 23h30.

No sábado, 4 de julho, os jogos de basquetebol decorrem entre as 09h00 e as 20h00, enquanto os matraquilhos funcionam entre as 10h00 e as 19h00. Os jogos de ténis de mesa realizam-se entre as 17h00 e as 22h00. A Fun Zone abre às 19h00, seguindo-se jogos de veteranos entre as 20h00 e as 22h00 e o espetáculo “We Are The Millennium Show” às 21h30.

No domingo, 5 de julho, realizam-se as finais de basquetebol entre as 09h00 e as 15h45, no Pavilhão Municipal Dr. Eduardo Mansinho e no Pavilhão Desportivo da EB 2 3 D. Paio Peres Correia. A cerimónia de encerramento está agendada para as 16h00, seguindo-se às 16h15 a atuação da Associação Gimnochamps de Tavira, que assinala o fim da XI edição do torneio.

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Marco Silva diz ser “claramente capaz” de tornar Benfica campeão

Ex-Sporting admite que assumir comando técnico dos encarnados “é o maior desafio da sua carreira”. Objetivo “é ficar três anos” na Luz. “Estamos claramente capazes de tornar o Benfica campeão”, fazendo frente aos dragões e ao seu ex-colega de balneário e novo rival, Rui Borges. O novo treinador do Benfica, Marco Silva, confessou que orientar o Benfica é o “maior desafio da carreira”, face ao momento que o clube encarnado atravessa, pelo que deseja incutir uma “identidade dominadora” para ganhar títulos no futebol. “É o maior desafio da minha carreira pelo momento da minha carreira, pelo momento que o Benfica

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Vila Real de Santo António adere à campanha “O fair-play joga em casa”

O Município de Vila Real de Santo António e quatro clubes do concelho aderiram à campanha “O fair-play joga em casa”, promovida pela Associação de Futebol do Algarve (AFA), reforçando o compromisso com os valores da ética, do respeito e da cidadania no desporto.

A assinatura do protocolo decorreu na segunda-feira passada, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, e envolveu o Município de Vila Real de Santo António, a AEF Montegordo 2019, a Associação de Futebol F.O., o Cacela FC e o Lusitano FC.

A sessão contou com a presença do presidente da Câmara Municipal, Álvaro Araújo, da vice-presidente e vereadora com o pelouro do Associativismo Cultural e Desportivo, Patrícia Jerónimo, do chefe da Divisão de Desporto, Mário Rolla, da chefe da Subdivisão de Desporto Lúdico e Associativismo, Sara Gomes, bem como do presidente da Associação de Futebol do Algarve, João Pedro Gomes, e de dirigentes dos clubes aderentes.

Com a assinatura do protocolo, as entidades formalizaram o seu compromisso com os princípios do fair-play e receberam diplomas e bandeiras alusivos à iniciativa.

A campanha pretende promover uma cultura desportiva assente no respeito, na lealdade e na responsabilidade, sublinhando que o fair-play deve estar presente não apenas dentro das quatro linhas, mas em todos os contextos da prática desportiva.

Segundo a AFA, a iniciativa procura sensibilizar atletas, treinadores, dirigentes e adeptos para a importância de comportamentos exemplares, contribuindo para que o desporto continue a ser um espaço para alegria, respeito, união e formação.

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Mais de 7 km a nadar entre a Ilha do Farol e a Zona Ribeirinha de Olhão

No próximo dia 16 de junho, feriado municipal de Olhão, a Ria Formosa volta a ser palco da 13.ª Travessia a Nado Farol – Olhão.

O protagonista deste desafio é Mário Barreto, carinhosamente conhecido por “Neco”, um nadador que se tornou um verdadeiro símbolo de perseverança e paixão pelo mar. Nesta edição, o atleta irá percorrer os 7,3 quilómetros que separam a Ilha do Farol da Zona Ribeirinha de Olhão, contando este ano com a companhia de outros nadadores que se associam à travessia.

A partida está marcada para as 11:30, na Ilha do Farol, estando a chegada prevista a partir das 13:30, junto aos emblemáticos Mercados de Olhão.

A iniciativa conta com o apoio da Câmara Municipal de Olhão e da Associação de Valorização do Património Cultural e Ambiental de Olhão (APOS), reforçando a ligação histórica da cidade ao mar e à Ria Formosa.

A segurança dos participantes será assegurada pela Polícia Marítima, pela Capitania do Porto de Olhão e por diversas embarcações de pescadores locais, garantindo todas as condições para a realização da travessia.

População e visitantes estão convidados a concentrarem-se ao longo da zona ribeirinha para apoiar e incentivar os atletas nesta demonstração de resistência, espírito de superação e amor ao mar.

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Pista de Atletismo de Faro recebe 1.ª edição da Festa da Motricidade com mais de 2500 alunos

A 1.ª edição da Festa da Motricidade arrancou esta semana na Pista de Atletismo de Faro, reunindo já, nos dias 11 e 12 de junho, 600 crianças de 31 turmas da educação pré-escolar, integradas no projeto “Crescer Ativo” dinamizado pelo Departamento de Desporto e Juventude da Câmara Municipal de Faro.  Ao longo destes dois dias, os mais novos participaram em diversos jogos, percursos motores e atividades de deslizamento com trotinetes, skates e bicicletas, num ambiente marcado pela aprendizagem, pela diversão e pelo movimento.

A iniciativa, que reúne mais de 2.500 alunos dos agrupamentos de escolas do concelho, prossegue entre os dias 15 e 19 de junho com a participação dos alunos do 1.º, 2.º e 3.º anos do ensino básico. Os alunos do 1.º e 2.º anos integram o projeto “Saber Correr, Saltar e Lançar”, que promove a aprendizagem e o aperfeiçoamento das habilidades motoras fundamentais associadas à corrida, ao salto e aos lançamentos, contribuindo para o desenvolvimento físico e motor das crianças.

Já os alunos do 3.º ano participam no projeto “Saber Pedalar” que visa a aquisição e consolidação das competências básicas de utilização da bicicleta, sensibilizando simultaneamente para a adoção de hábitos de mobilidade ativa, segura e sustentável.

O evento assinala o encerramento das atividades desenvolvidas ao longo do ano letivo no âmbito do Programa de Apoio à Educação Física e ao Desporto Escolar, celebrando o trabalho realizado ao longo do ano na promoção da atividade física e do desenvolvimento motor das crianças.

Mais do que uma demonstração das aprendizagens realizadas durante o ano letivo, esta primeira edição da Festa da Motricidade pretende afirmar-se como um momento anual de celebração da atividade física e do desenvolvimento infantil, proporcionando às crianças experiências positivas associadas ao movimento, ao convívio e à prática desportiva.

O Município de Faro, que mantém o seu compromisso com a promoção de estilos de vida ativos, saudáveis e inclusivos desde a infância, agradece o envolvimento dos agrupamentos de escolas do concelho, bem como o apoio prestado pela Escola Profissional D. Francisco Gomes de Avelar, através da participação dos alunos dos cursos de Técnico de Ação Educativa e de Animador Sociocultural, que contribuíram para a organização e dinamização desta iniciativa.

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F1: Norris supera concorrência no TL2 do GP de Barcelona

Lando Norris, campeão mundial em título, terminou hoje o TL2 do GP de Barcelona da Fórmula 1 com o crono mais rápido da primeira jornada deste fim de semana.

No encerramento do segundo treino livre (TL2) desta sexta-feira (12), em Barcelona, o piloto da McLaren averbou o tempo de 1:15,426s alcançando assim o topo da tabela classificativa.

Com uma marca apenas 0,009s mais lenta que o seu adversário, também britânico, George Russell ficou na segunda posição. Oscar Paistri, Charles Leclerc e Kimi Antonelli completaram as cinco primeiras posições do treino sem grandes problemas.

O piloto da Audi, Gabriel Bortoleto completou o dia em Espanha com a oitava posição da tabela – uma melhoria significativa em relação ao anterior treino livre.

Quase metade do TL2 já tinha sido cumprido e o único piloto que ainda não tinha deixado as boxes era Valtteri Bottas, que tinha problemas no seu Cadillac. Aliás, nesse momento, a maior parte do pelotão estava nas boxes.

A ordem na pista estava com Oscar Piastri, seguido por George Russell e Max Verstappen, perseguidos por Norris, Leclerc, Hadjar, Hülkenberg, Antonelli, Lawson e Sainz. O treino começava a ficar com aspecto semelhante à Classificação.

Os tempos começavam a cair em Barcelona. Com a maior parte do pelotão com pneu macio, Lando Norris estava em primeiro, perseguido por Russell.
Antonelli, líder do campeonato, era o quinto, com Bortoleto em oitavo lugar.

Perto do final, Isack Hadjar e Sergio Pérez protagonizaram um breve momento na pista. O francês da Red Bull, nervoso, no rádio, dizia não entender o que o mexicano tinha feito no meio do traçado, onde os dois quase colidiram.

Treino encerrado e Lando Norris completava a sessão com o crono mais rápido do dia no GP de Barcelona da F1. George Russell e Oscar Piastri seguiram-no na tabela, com o líder do campeonato, Kimi Antonelli, a ficar apenas em quinto.

Tabela de tempos no TL2 do GP de Barcelona:

1) Lando Norris (McLaren/Mercedes) 1’15.426
2) George Russell (Mercedes) 1’15.435
3) Oscar Piastri (McLaren/Mercedes) 1’15.483
4) Charles Leclerc (Ferrari) 1’15.799
5) Kimi Antonelli (Mercedes) 1’16.015
6) Max Verstappen (Red Bull/Red Bull Ford) 1’16.321
7) Arvid Lindblad (Racing Bulls/Red Bull Ford) 1’16.411
8) Gabriel Bortoleto (Audi) 1’16.611
9) Lewis Hamilton (Ferrari) 1’16.631
10) Isack Hadjar (Red Bull/Red Bull Ford) 1’16.674
11) Nico Hülkenberg (Audi) 1’16.934
12) Oliver Bearman (Haas/Ferrari) 1’16.945
13) Liam Lawson (Racing Bulls/Red Bull Ford) 1’16.967
14) Carlos Sainz (Williams/Mercedes) 1’17.020
15) Franco Colapinto (Alpine/Mercedes) 1’17.051
16) Pierre Gasly (Alpine/Mercedes) 1’17.260
17) Esteban Ocon (Haas/Ferrari) 1’17.538
18) Valtteri Bottas (Cadillac/Ferrari) 1’18.225
19) Alexander Albon (Williams/Mercedes) 1’18.790
20) Sergio Pérez (Cadillac/Ferrari) 1’19.261
21) Fernando Alonso (Aston Martin/Honda) 1’19.286
22) Lance Stroll (Aston Martin/Honda) 1’19.459

(Colaboração F1Mania)

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Ronaldo acredita que está bem. “Não têm visto os jogos?”

Seleção partiu esta sexta-feira para os Estados Unidos, onde se estreará no Mundial 2026 no dia 17. Ronaldo tem esperança nesta “geração muito boa”, mas mantém os pés assentes na terra. Na Cidade do Futebol, em Oeiras, imediatamente antes da despedida da comitiva lusa que rumou entretanto aos Estados Unidos para disputar o Campeonato do Mundo, esta sexta-feira Cristiano Ronaldo falou à imprensa e garantiu estar bem fisicamente. Até se mostrou algo surpreendido pela pergunta. “Como estou fisicamente? Fisicamente, bem. Não têm visto os jogos? Acho que estou bem. Não há surpresa nenhuma”, disse o avançado de 41 anos, que

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Melhor projeto de educação olímpica do mundo nasceu na Escola de Marim em Olhão

Os alunos da Escola Básica de Marim foram recebidos esta semana no Salão Nobre da Câmara Municipal de Olhão, numa cerimónia que assinalou a conquista de importantes distinções ligadas aos Jogos de Quelfes, projeto de educação olímpica sediado naquela escola. 

A turma do 3.º/4.º BM recebeu o Troféu Turma Olímpica, atribuído pela Academia Olímpica de Portugal, após vencer o Desafio dos Deuses dos Jogos de Quelfes entre 24 turmas finalistas de todo o país, entre as quais se encontrava também uma turma da Escola de Brancanes, igualmente do concelho de Olhão.

A sessão serviu ainda para celebrar a atribuição aos Jogos de Quelfes do prémio de Melhor Projeto de Educação Olímpica do Mundo, distinção concedida pela Academia Olímpica Internacional, que reconhece a excelência do trabalho desenvolvido na promoção dos valores olímpicos.

Durante a receção, o presidente da Câmara de Olhão, Ricardo Calé, destacou a importância da distinção alcançada pelo projeto que nasceu precisamente na Escola de Marim e que, este ano, foi considerado o melhor programa de educação olímpica a nível mundial.

Perante alunos, professores, encarregados de educação e representantes de associações parceiras que constituem o consórcio dos Jogos de Quelfes, o autarca sublinhou que a conquista representa um motivo de orgulho para a escola, para o concelho e para o país. “Portugal foi representado pelos Jogos de Quelfes e venceu. Estamos a falar do melhor projeto de educação olímpica do mundo”, destacou.

Ricardo Calé informou os mais novos que “a Câmara costuma receber atletas e equipas que alcançam títulos regionais e nacionais e considerámos que os alunos da Escola de Marim também mereciam esse reconhecimento por terem levado o nome de Olhão além-fronteiras. Vocês fizeram história!”, salientou o autarca.

A cerimónia contou também com intervenções de responsáveis do consórcio dos Jogos de Quelfes, que elogiaram o trabalho desenvolvido pela comunidade escolar e destacaram os valores do olimpismo promovidos pelo projeto, como a amizade, o respeito, a inclusão e o espírito de equipa.

Criados em 2008, os Jogos de Quelfes têm envolvido milhares de crianças e jovens em atividades desportivas, culturais e educativas inspiradas nos ideais olímpicos. A recente distinção internacional reconhece o impacto do projeto na formação das novas gerações e coloca Olhão e a Escola de Marim em destaque no panorama mundial da educação olímpica.

No final da sessão, os alunos tiveram oportunidade de apresentar o troféu conquistado e registar o momento com uma fotografia de grupo, assinalando uma conquista que ficará marcada na história da escola e do concelho.

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Faro celebra motricidade infantil com mais de 2.500 alunos

A Pista de Atletismo de Faro acolhe a primeira edição da Festa da Motricidade, uma iniciativa que reúne mais de 2.500 alunos dos agrupamentos de escolas do concelho.

O evento arrancou esta semana, nos dias 11 e 12 de junho, com a participação de 600 crianças de 31 turmas da educação pré-escolar, integradas no projeto “Crescer Ativo”, dinamizado pelo Departamento de Desporto e Juventude da Câmara Municipal de Faro.

Ao longo destes dois dias, os mais novos participaram em jogos, percursos motores e atividades de deslizamento com trotinetes, skates e bicicletas, num ambiente que o Município descreve como marcado “pela aprendizagem, pela diversão e pelo movimento”.

Iniciativa promove atividade física desde a infância

A Festa da Motricidade prossegue entre os dias 15 e 19 de junho, com a participação dos alunos do 1.º, 2.º e 3.º anos do ensino básico.

Os alunos do 1.º e 2.º anos integram o projeto “Saber Correr, Saltar e Lançar”, que promove a aprendizagem e o aperfeiçoamento das habilidades motoras fundamentais associadas à corrida, ao salto e aos lançamentos.

Já os alunos do 3.º ano participam no projeto “Saber Pedalar”, que visa a aquisição e consolidação das competências básicas de utilização da bicicleta, sensibilizando para hábitos de mobilidade ativa, segura e sustentável.

Segundo a autarquia, o evento assinala o encerramento das atividades desenvolvidas ao longo do ano letivo no âmbito do Programa de Apoio à Educação Física e ao Desporto Escolar.

Mais do que uma demonstração das aprendizagens realizadas, esta primeira edição pretende afirmar-se como “um momento anual de celebração da atividade física e do desenvolvimento infantil”, proporcionando às crianças experiências positivas associadas ao movimento, ao convívio e à prática desportiva.

O Município de Faro sublinha que mantém o compromisso com a promoção de estilos de vida ativos, saudáveis e inclusivos desde a infância.

A autarquia agradece ainda o envolvimento dos agrupamentos de escolas do concelho e o apoio da Escola Profissional D. Francisco Gomes de Avelar, através da participação dos alunos dos cursos de Técnico de Ação Educativa e de Animador Sociocultural, que contribuíram para a organização e dinamização da iniciativa.

Leia também: Duas igrejas de Tavira estão na corrida às Novas 7 Maravilhas de Portugal

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O “casal de chatos” e a negação. Viúva e pais de Diogo Jota quebram silêncio em novo livro

Quase um ano depois, os pais dos irmãos que morreram tragicamente em Zamora falaram, e começam a circular excertos do livro “Diogo Jota – Nunca Mais é Muito Tempo”, que recorda a vida do internacional português. Já passou quase um ano desde a morte trágica de Diogo Jota e do irmão, André Silva — uma tragédia que tirou os únicos filhos a Joaquim e Isabel Silva naquele que é descrito pelo casal como “o dia mais horrível” das suas vidas. No contexto do lançamento do livro “Diogo Jota – Nunca Mais é Muito Tempo”, já anunciado pela FPF, o casal

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Torneio leva centenas de jovens basquetebolistas a Tavira no início de Julho

O XI Torneio Internacional de Basquetebol “Cidade de Tavira”, a realizar entre os dias 1 e 5 de Julho, vai contar com a presença de centenas de atletas de vários escalões de formação.

A prova, organizada pelo Clube de Basquetebol de Tavira (CBT), tem-se consolidado «como um dos maiores eventos desportivos de formação realizados no Algarve».

Ao longo de cinco dias, a cidade algarvia acolhe centenas de atletas, além de treinadores, dirigentes e familiares provenientes de diversos pontos de Portugal e do estrangeiro, «proporcionando uma verdadeira celebração do basquetebol, da juventude e do convívio intercultural».

A edição de 2026 contará com dezenas de jogos distribuídos por vários escalões de formação. Este ano também se junta à festa do desporto as outras modalidades do CBT: o ténis de mesa e os matraquilhos.

Para além da componente desportiva, o torneio continuará a afirmar-se como «um importante veículo de promoção turística e económica do concelho», dinamizando a cidade e dando a conhecer a riqueza cultural, patrimonial e gastronómica de Tavira aos visitantes.

O programa oficial contempla a realização dos jogos, cerimónias protocolares, momentos de convívio entre participantes e a habitual cerimónia de encerramento e entrega de prémios, que distinguirá equipas e atletas participantes.

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