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Bubba Brothers fala ao TánaHora das próximas atuações em Faro e Albufeira e do novo tema

Novo tema ‘Alegria’ chega dentro de seis semanas

O projeto Bubba Brothers, liderado por Eliseu Correia, iniciou a época 2026 no passado mês de abril e no próximo domingo, 14 de junho, atua no Terrazzo em Faro, de cuja atuação falou ao Podcast TánaHora.

No dia 14, depois do sucesso que foi a última festa que fizemos, vamos lá voltar, é domingo, já com horário de Verão, começa às 19 horas, acaba às 23 e vou ter como convidado um talentoso DJ que se chama Andersson…” começa por explicar Eliseu Correia.

Distinguido com o Prémio Vicious Music Awards 2025 – Categoria Melhor Artista – Top Vendas Portugal, Eliseu Correia assume que a responsabilidade do projeto Bubba Brothers aumentou e fala sobre isso.

Em crescente para a época alta, no dia 20 de junho o evento é em Albufeira, no Libertos, sobre o qual Eliseu Correia revela que “vou cá ter um dos maiores Djs da música house do planeta, que é o Roland Clark…”, sobre o qual adianta alguns detalhes, ouça-os.

Roland Clark em São Paulo

Quanto a música nova dos Bubba Brothers, será lançada dentro das próximas seis semanas e chama-se ‘Alegria’ que segundo Eliseu Correia “todo o Mundo bem precisa” e será um tema “altamente dançável para termos um Verão cheio de Alegria”.

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Os Ritmos da Colômbia na República 14

Proyecto Jazz Colombia – Sábado 13 de junho às 21h00 – Olhão

A República 14 recebe este sábado o concerto dos Proyecto Jazz Colombia, uma formação sediada em Sevilha que cruza a riqueza dos ritmos tradicionais colombianos com a linguagem livre e improvisada do jazz, criando uma experiência musical singular marcada pelo encontro entre culturas e sonoridades.

Fundado em Sevilha, em 2020, o projeto tem vindo a afirmar-se nos palcos andaluzes, onde já participou em diversos festivais e ciclos de concertos, conquistando públicos de diferentes idades através de uma abordagem inovadora à música tradicional e contemporânea.

O grupo reúne três músicos andaluzes com sólida experiência no flamenco e jazz e a guitarrista e cantora colombiana Juana Gaitán, investigadora dedicada das tradições musicais do seu país. Desta colaboração nasceu uma sonoridade original, onde o diálogo entre as heranças musicais da Andaluzia e da Colômbia assume um papel central. Durante os concertos, os músicos partilham ainda algumas das ligações históricas e musicais entre estas culturas, revelando afinidades surpreendentes entre ritmos de ambos os lados do Atlântico.

No espetáculo será apresentado o álbum de estreia, “De Aquel Alto Vengo”, um trabalho que percorre as diversas regiões da Colômbia através de uma viagem sonora profundamente inspirada pelas suas tradições. Ritmos africanos, europeus e indígenas – elementos fundamentais da identidade musical colombiana – encontram-se com o jazz, que funciona como ponte entre a tradição e a modernidade, dando origem a uma música simultaneamente enraizada e contemporânea.

A formação é composta por Juana Gaitán (guitarra elétrica, voz e arranjos), Bernardo Parrilla (saxofones, flauta e arranjos), Javier Delgado (contrabaixo) e Nacho Megina (bateria e percussão).

Uma oportunidade para descobrir as múltiplas paisagens sonoras da Colômbia através de uma abordagem criativa, envolvente e aberta à improvisação, onde o jazz serve de ponto de encontro entre diferentes tradições musicais.
Sábado dia 13 de Junho às 21h na República 14 em Olhão.

Bilhetes estão disponíveis no local ou clicando AQUI.

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“Relicário Perpétuo” assinala 500 anos de Luís de Camões em Lisboa e Loulé

Ópera com música de Luís Tinoco | Libreto de Luísa Costa Gomes
10 de junho, 18:00 hrs | 11 de junho, 20:00 hrs – Teatro Nacional São Carlos, Teatro Camões, Lisboa
13 de junho, 20:00 hrs – Cineteatro Louletano, Loulé

Para assinalar os 500 anos de Luís de Camões, o Teatro Nacional de São Carlos e o comissariado para as Comemorações do V Centenário do Nascimento de Luís de Camões unem-se na coprodução Relicário Perpétuo, ópera de Luís Tinoco com libreto de Luísa Costa Gomes e encenação de Nuno Carinhas. 

Tudo se reflete numa tragicomédia onde o poeta disputa o seu lugar no cânone, perdido numa corte oriental caótica. Um rei, um vizir e o espectro de Camões num reino onde tudo se coleciona e a obsessão pela posse ameaça dar lugar à ruína, num diálogo entre património e criação contemporânea.

A estreia está marcada para o dia 10 de junho, data simbólica que celebra simultaneamente Portugal, Camões e as Comunidades Portuguesas, antes de a produção viajar até Loulé, onde estará em cena no dia 13 de junho, no Cineteatro Louletano.

Entre a tradição e o presente, Relicário perpétuo afirma-se como um gesto de continuidade de um nome que permanece central na identidade cultural portuguesa.

O que guardar, o que deitar fora, o que tem valor – que autoridade poderá ditá-lo? E Camões, qual deles guardar e celebrar? O dos sonetos petrarquistas, o das odes horacianas, o da epopeia virgiliana agora em revisão? O Camões do teatro mal- amado? O das cartas semi-vis? O das sátiras ainda por estudar? Em Relicário Perpétuo estão todos os Camões, o mais que eles podem. No libreto, o Poeta convoca uma geografia fantasiosa de corte oriental, onde um desamparado príncipe coleciona indiscriminadamente tudo o que lhe vem à mão, numa acumulação insana, incapaz de decidir sobre o seu valor. Espera o regresso de Salomão, seu pai, sua bússola moral e estética. Naufragado e oprimido nessa ilha encantada que o adora, a corte de Gerardo é a arena onde Camões irá combater pelo seu lugar no cânone, influenciado pelo Vizir que lhe faz ver as vantagens da epopeia. Trata-se, então, de uma tragicomédia, mais humorística nas cenas de carácter crítico-museológico, mais trágica no tom impaciente de Camões encarcerado nas nossas leituras redutoras.

O libreto tem seis cantores e um faquir mudo. São três vozes masculinas e três femininas, representando algumas delas várias partes. Para além de Camões, príncipe dos poetas de Portugal, temos Gerardo, príncipe de sangue da Índia; Hipócrita, o vizir do Rei Salomão, e o próprio Salomão, que regressa em pessoa para de novo partir no seu projeto de envelhecimento ativo. As vozes femininas são a da Escrava, uma espécie de factótum de todos, de serviço ao Relicário e não só, A Santa de Roca, uma senhora que tem ouvido absoluto, ouvindo até os sons vindos do futuro; e a Boba Joana, tecendo comentários que vão do popular ao filosófico. A Santa de Roca será também uma cantora e uma Cortesã, Dona Isabel.

Uma nota apenas sobre as línguas em que o libreto é escrito: inclui textos em papiamentu e (mais ou menos) negrillo, para além de línguas inventadas que partem do provençal e do catalão e às vezes soam a galaico-portucalense; o português literário seiscentista é apenas mais uma “língua estrangeira”.

As récitas de 10 e 11 de junho são precedidas por uma conversa com Luís Tinoco, Luísa Costa Gomes e Nuno Carinhas, moderada por Pedro Amaral, Diretor Artístico do Teatro Nacional de São Carlos. A récita de dia 13 de junho, no Cineteatro Louletano, é em versão de concerto.

Bilhetes em BOL.PT

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Quarteira prepara-se para receber os Santos Populares, este ano com mais um dia

Em Quarteira, ultimam-se os preparativos para o evento mais icónico da cidade. Os Santos Populares de Quarteira estão a chegar e o momento alto, o desfile das Marchas, traz este ano uma novidade. Em vez dos habituais três dias, 12, 23 e 28 de junho, esta iniciativa, que tem lugar no Passeio das Dunas, acontece em mais uma data, o dia 19 de junho.

Em representação das principais ruas da cidade, desfilam nestes dias sete marchas: Onda Jovem, Florinhas de Quarteira, Gago Coutinho, Rua do Outeiro, Poeta Pardal, Rua da Cabine e Rua Vasco da Gama.

O desfile destaca-se pelo forte bairrismo, pela criatividade ao nível da elaboração dos trajes e das coreografias, e pela profunda ligação à tradição piscatória local.

Nas noites de Stº António, S. João e S. Pedro, e também na noite de dia 19, a partir das 21h00, o Passeio das Dunas irá engalanar-se com os tradicionais arcos e balões para receber centenas de marchantes que dão vida a meses de ensaios e dedicação.

A entrada no recinto do Passeio das Dunas é livre, sendo recomendada a chegada antecipada devido à habitual forte afluência de público.

Mas por estes dias há muitos outros motivos de animação por toda a cidade. Os arraias levam a música, o baile e a gastronomia típica da quadra, como a sardinha assada e o caldo verde, a vários locais.  Estas festas já aconteceram no Largo dos Rosas e Rua Vasco da Gama.

Prosseguem com a seguinte cronologia: Rua da Gaivota (dia 9), Rua da Fonte (dias 12 e 13), Rua da Cabine (dias 19 e 20) e Rua da Madrugada (dias 26 e 27). Os arraias decorrem das 19h30 às 00h00.

Por outro lado, no Largo Autárquico acontece o habitual evento solidário de venda de manjericos. Nos dias 12, 23 e 26 de junho, das 9h30 às 13h00, quem por aqui passar poderá adquirir este símbolo dos Santos Populares, também conhecida como a “erva dos namorados”. O valor angariado reverte a favor de instituições de solidariedade social da freguesia.

Para além do forte cariz identitário, os Santos Populares de Quarteira assumem-se como o principal cartaz turístico da região nos dias que antecedem o início da época alta no Algarve.

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Município de Lagoa vai hastear Bandeiras Azuis 2026 nas praias do concelho

A Câmara Municipal de Lagoa vai realizar a Cerimónia do Hastear dos Galardões: Bandeira Azul | Praia Acessível, Praia para Todos | Qualidade Ouro, no próximo dia 17 de junho, pelas 09h30, nas diversas praias do concelho, começando por hastear as bandeiras Azul e Qualidade Ouro na Praia Grande, em Ferragudo.

Programa

  • 09:30 – Praia Grande, Ferragudo (Bandeira Azul e Qualidade Ouro) 
  • 10:15  – Praia dos Caneiros (Bandeira Azul e Qualidade Ouro) 
    • Espetáculo de Robertos: D. Roberto ”O Guardião da Cápsula do Ambiente” 
  • 11:30  – Praia do Carvoeiro (Bandeira Azul, Praia Acessível e Qualidade Ouro) 
  • 11:45  – Praia de Vale de Centeanes (Bandeira Azul e Qualidade Ouro) 
  • 12:15  – Praia da Senhora da Rocha (Bandeira Azul e Qualidade Ouro) 
  • 13:00  – Praia de Vale Olival (Bandeira Azul e Qualidade Ouro) 
  • 13:30  – Fim da Atividade 
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ACREMS Celebra 23 Anos ao Serviço da Música e da Cultura

A Associação Cultural e Recreativa Escola de Música Sambrazense (ACREMS) assinala, hoje, dia 10 de junho, o seu 23.º aniversário, numa celebração que pretende partilhar com toda a comunidade de São Brás de Alportel.

As comemorações decorrem após a cerimónia evocativa do Dia de Portugal e o hastear da bandeira nos Paços do Concelho, momento em que será executado o Hino da ACREMS. Pelas 10h15, a Banda Filarmónica de São Brás de Alportel sairá à rua para um desfile pelas principais artérias da vila, levando a música e o espírito festivo a todos os que se quiserem associar a esta data especial.

Fundada há 23 anos, a ACREMS tem desenvolvido um trabalho contínuo na formação musical, dedicando-se ao ensino de instrumentos de sopro e percussão, à promoção da cultura musical e à dinamização de iniciativas ligadas ao movimento filarmónico. A Banda Filarmónica de São Brás de Alportel constitui um dos mais importantes resultados deste percurso, sendo hoje uma referência cultural no concelho.

Ao longo da sua história, a associação tem contado com o apoio dos órgãos autárquicos e de diversas entidades locais, regionais e nacionais, parcerias fundamentais para o desenvolvimento dos seus projetos e para a concretização da sua missão.

A ACREMS convida toda a população a participar nesta celebração e a acompanhar o desfile, assinalando em conjunto mais um ano de dedicação à música, à cultura e à formação das novas gerações.


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Quarteira prepara-se para receber os Santos Populares, este ano com um dia extra

Em Quarteira, ultimam-se os preparativos para o evento mais icónico da cidade.

Os Santos Populares de Quarteira estão a chegar e o momento alto, o desfile das Marchas, traz este ano uma novidade. Em vez dos habituais três dias, 12, 23 e 28 de junho, esta iniciativa, que tem lugar no Passeio das Dunas, acontece em mais uma data, o dia 19 de junho.

Em representação das principais ruas da cidade, desfilam nestes dias sete marchas: Onda Jovem, Florinhas de Quarteira, Gago Coutinho, Rua do Outeiro, Poeta Pardal, Rua da Cabine e Rua Vasco da Gama. O desfile destaca-se pelo forte bairrismo, pela criatividade ao nível da elaboração dos trajes e das coreografias, e pela profunda ligação à tradição piscatória local.

Nas noites de Stº António, S. João e S. Pedro, e também na noite de dia 19, a partir das 21h00, o Passeio das Dunas irá engalanar-se com os tradicionais arcos e balões para receber centenas de marchantes que dão vida a meses de ensaios e dedicação.

A entrada no recinto do Passeio das Dunas é livre, sendo recomendada a chegada antecipada devido à habitual forte afluência de público.

Mas por estes dias há muitos outros motivos de animação por toda a cidade. Os arraiais levam a música, o baile e a gastronomia típica da quadra, como a sardinha assada e o caldo verde, a vários locais.  Estas festas arrancaram no Largo dos Rosas e Rua Vasco da Gama. Prosseguem com a seguinte cronologia: Rua da Gaivota (dia 9), Rua da Fonte (dias 12 e 13), Rua da Cabine (dias 19 e 20) e Rua da Madrugada (dias 26 e 27). Os arraiais decorrem das 19h30 às 00h00.

Por outro lado, no Largo Autárquico acontece o habitual evento solidário de venda de manjericos. Nos dias 12, 23 e 26 de junho, das 9h30 às 13h00, quem por aqui passar poderá adquirir este símbolo dos Santos Populares, também conhecida como a “erva dos namorados”. O valor angariado reverte a favor de instituições de solidariedade social da freguesia.

Para além do forte cariz identitário, os Santos Populares de Quarteira assumem-se como o principal cartaz turístico da região nos dias que antecedem o início da época alta no Algarve

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