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Enchimento artificial de areia depois das tempestades “salvou a época balnear” no Algarve – SIC

Fica concluída já no início desta semana a intervenção de enchimento do areal da praia da Fuzeta. A promessa foi deixada pela ministra do Ambiente numa visita ao local. Também as praias de Loulé, muito afetadas pelas tempestades de inverno, conseguiram com a alimentação artificial ganhar 50 metros de areal até ao mar, como mostra a reportagem da SIC.

A Fuzeta teve também a época balnear em perigo. Foi preciso avançar com uma intervenção de emergência: 400 mil euros e 40 mil metros cúbicos de areia vão permitir abrir a praia aos banhistas.

Foi mesmo para salvar a época balnear e ainda bem que o fizemos”, afirma a ministra do Ambiente, Maria Graça Carvalho, que aproveitou o Dia Mundial do Ambiente, na sexta-feira, para visitar a reta final da intervenção na Fuzeta.

As tempestades de inverno chegaram, nalgumas zonas, a ‘comer’ 15 metros de areal. Foi preciso uma intervenção de mais de 14 milhões de euros para assegurar que nos sete quilómetros do Forte Novo a Vale do Lobo e Vale Garrão houvesse época balnear.

Imagem extraída da reportagem da SIC

Seguem-se dentro de meses dragagens nos portos também da Fuzeta, Tavira e Lagos. No final do verão, será retomada a intervenção entre a Praia da Rocha e a dos Três Castelos.

Temos tido problemas técnicos, tem sido difícil o transporte da mistura de areia e água. Não conseguimos acabar antes da época balnear por isso interrompeu-se e tirou-se tudo. Retomamos a seguir à época balnear”, explicou a ministra.

Entre obras concluídas, em curso ou contratualizadas, o investimento na reposição de areias e proteção costeira do Algarve aproxima-se dos 20 milhões de euros. Em média, a linha de costa tem recuado três metros por ano no Algarve.

Polémica dos guarda-sóis. Ministra recomenda desenho à entrada da praia – RTP

A Ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, no decorrer da visita que fez esta sexta-feira, 5 de junho, à Praia da Fuseta-Mar, no concelho de Olhão, falou aos jornalistas sobre a polémica dos guarda-sóis e diz que quer um desenho à entrada das praias que esclareça onde é que as pessoas podem colocar o guarda-sol, cuja declaração foi registada pela reportagem da RTP.

Maria da Graça Carvalho diz que a lei é clara e antiga, nada mudou, ou seja, a concessão só pode ter 30 por cento da área da praia e nunca mais de 50 por cento da linha do mar, e há ainda as zonas de segurança, nas entradas da praia e junto aos nadadores salvadores, tudo o resto é livre. A governante apela à comunicação eficaz das autarquias.

Vento e temperatura trocam voltas a quem rumou ao Algarve para umas miniférias – SIC

Muitos portugueses aproveitaram o feriado esta quinta-feira para umas miniférias no Algarve, mas o vento e a descida das temperaturas afastou muitos banhistas das praias, como regsitou a reportagem da SIC.

O feriado do Corpo de Deus esta quinta-feira permitiu umas miniférias a muitos portugueses que rumaram ao Algarve, mas o tempo não está de feição, mas o vento vespertino de norte e a temperatura da água, não tornam apetecível a permanência dos turistas nas praias do Algarve.

Aguardando por temperaturas mais altas e menos vento, os portugueses que rumaram a Sul para umas miniférias, aproveitam para caminhar no areal e descontrair, por agora, sem dúvidas sobre onde colocar o chapéu de sol porque espaço não falta.

Quanto ao mar, o nadador-salvador, Júlio Fonseca, da praia de Quarteira, lembra os cuidados a ter, sobretudo com as crianças.

Imagem extraída da reportagem da SIC

“A dica que dou é a distância de segurança. Não é estar na linha de água, a distância de segurança é de um braço. (…) Começámos a temporada a 7 de maio e no dia 8 já houve um afogamento e, até então, já tivemos quatro afogamentos. Dos 12 aos 15 anos é a faixa que mais arrisca e se coloca em perigo”, alerta o nadador-salvador.

A época balnear está aberta e com ou sem chapéus de sol à frente dos espaços concessionados, o importante é que quem vai ao mar tenha mais cuidados, para evitar sustos.

Greve + feriado + ponte = férias para muitos portugueses no Algarve – TVI

Com a greve geral e o feriado, mais um dia de férias, deu um fim de semana XXL e muitos portugueses optaram por descansar, aproveitando as temperaturas, que já começam a subir, para rumar até ao Algarve, indo até à praia como mostra a reportagem da TVI.

Como é notório pelas imagens e entrevistas realizadas pelo jornalista João Mira Godinho em Quarteira, o Algarve foi mesmo o destino de muitos portugueses. Para uns podia estar menos vento que não fazia mal, outros queriam que a água estivesse um pouco mais quente, enquanto que outros afirmam que “estamos à vontade, não há confusões, enfim, agradar a gregos e troianos é muito dificil.

Algarve: Chapéus-de-sol dividem banhistas e concessionários e Polícia Marítima já teve que intervir – SIC

Antes do arranque oficial da época balnear, instalou-se a confusão nas praias do Algarve, tendo em conta que enquanto em algumas já se permite chapéus de sol em frente das concessões, outras, como a de Monte Gordo, mantêm a proibição. Repetem-se os conflitos com os banhistas e até a Polícia Marítima já foi chamada a intervir, como é referido na reportagem da SIC.

A confusão começa cedo na Praia de Monte Gordo, no momento de abrir o chapéu de sol. Quem pensava que já não havia limitação descobre que tem mesmo de ir para outro sítio.

Em causa está a ideia de que não há lei que impeça colocar o chapéu de sol em frente da concessão. As declarações do presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) ainda não tiveram impacto na sinalética da praia.

No vazio, cada praia parece encontrar uma forma de reagir. Se na Galé, em Albufeira, os chapéus já se instalam onde antes lhes era vedado, Vila Real de Santo António mantém a proibição.

Os concessionários e o município estão unidos contra qualquer mudança. Alegam questões de segurança e temem, dizem, a “selva”.

Há, claro, outro impacto temido sobre quem paga atualmente cerca de 20 euros para estar numa concessão. Para já, aqui, vão mantendo a vista desafogada.

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