A China está a expandir o seu arsenal nuclear de armas mais rapidamente do que qualquer outro país. O mais recente anuário do Instituto Internacional de Investigação para a Paz de Estocolmo (SIPRI) afirma que Pequim possui atualmente cerca de 620 ogivas nucleares. Esta evolução poderá constituir motivo de preocupação para os EUA e os seus aliados, uma vez que, segundo o relatório, a China continua a desenvolver novos sistemas nucleares. “A China poderá potencialmente ter, até ao final da década, pelo menos tantos mísseis balísticos intercontinentais como a Rússia ou os EUA”, refere o relatório. Segundo o Interesting Engineering,
Presidente chinês de visita a Pyongyang esta semana. Quer mostrar força na Península Coreana e ganhar trunfos contra Trump, enquanto a Coreia do Norte procura aceitação tácita do seu estatuto como potência nuclear. Durante o encontro de segunda-feira, integrado na primeira visita do Presidente chinês, Xi Jinping, à Coreia do Norte em sete anos, os dois líderes concordaram em abrir “um novo capítulo” nas relações bilaterais através do reforço dos intercâmbios e da cooperação em áreas como política, economia e cultura, segundo a agência noticiosa estatal norte-coreana KCNA. A KCNA indicou que os dois líderes discutiram o reforço da coordenação
Como sabíamos que horas eram antes dos relógios? Tivemos de ser criativos. Eis como funcionavam os relógios de incenso da China e Japão medievais. Hoje, saber as horas é um gesto ainda mais automático do que era há uns anos atrás, quando ainda tínhamos de erguer o pulso e, uns mais rápidos que outros, “traduzir” os ponteiros. Agora, temos sempre o telemóvel na mão, sempre pronto para nos dizer se vamos chegar a tempo. No entanto, durante grande parte da história da humanidade, medir o tempo exigiu alguma criatividade. Antes dos relógios mecânicos, e muito antes dos relógios atómicos, os
Como sabíamos que horas eram antes dos relógios? Tivemos de ser criativos. Eis como funcionavam os relógios de incenso da China e Japão medievais. Hoje, saber as horas é um gesto ainda mais automático do que era há uns anos atrás, quando ainda tínhamos de erguer o pulso e, uns mais rápidos que outro