Oito pessoas nascidas na Coreia do Sul e adoptadas ilegalmente na Dinamarca estão a processar o Estado dinamarquês pelo papel que desempenhou nas suas adopções, exigindo que assuma a responsabilidade por ter encoberto as suas origens. Hoje com 52 anos, Sofie Randel tinha três anos quando chegou à Dinamarca com o irmão mais novo, em 1977, durante um período de regime autoritário na Coreia do Sul. Criança viva e faladora, na altura falava coreano fluentemente, e o pai adoptivo gravou-a numa cassete que acabou por ficar anos a apanhar pó. Em 2023, Randel entregou a gravação a uma jornalista, que