Normal view

A caminho de Portugal? Mergulhadores captam imagens raras de tubarão-branco nesta região

9 June 2026 at 19:30

Uma equipa de mergulhadores voluntários captou imagens consideradas raras de um tubarão-branco adulto debaixo de água no Mar Mediterrâneo. O animal foi avistado entre a Sicília e a Tunísia, a vários quilómetros da costa, durante uma operação de remoção de redes de pesca abandonadas.

O encontro aconteceu em maio, junto a um naufrágio onde estavam presas redes antigas, também conhecidas como “redes-fantasma”. Estes equipamentos continuam a representar uma ameaça para a vida marinha muito tempo depois de terem sido perdidos ou abandonados.

Segundo a organização Healthy Seas, citada pelo Observador, a equipa documentou aquilo que acredita ser a primeira filmagem subaquática de um tubarão-branco adulto no Mediterrâneo, no seu habitat natural. O animal, presumivelmente um macho adulto, foi observado a cerca de 40 metros de profundidade.

Encontro raro durante operação no mar

A operação estava a ser realizada por mergulhadores ligados à proteção dos oceanos, numa zona considerada importante para a biodiversidade marinha. O objetivo inicial não era filmar tubarões, mas sim retirar redes de pesca abandonadas presas no fundo do mar.

Durante o mergulho, a equipa foi surpreendida pela presença do tubarão-branco. O animal aproximou-se dos mergulhadores e foi possível captar imagens debaixo de água, algo extremamente invulgar nesta região.

Derk Remmers, o mergulhador que filmou o momento, descreveu o encontro como muito especial. Em declarações à BBC, contou que o tubarão estava muito perto da equipa e que sentiu os dedos a tremer enquanto tentava ligar a câmara.

O mergulhador explicou ainda que o maior receio, naquele momento, era não conseguir registar o acontecimento. A filmagem acabou por se tornar um documento raro sobre a presença da espécie no Mediterrâneo central.

Animal estava longe das praias

Apesar do impacto das imagens, os mergulhadores fizeram questão de deixar uma mensagem de tranquilidade. O tubarão foi avistado em alto-mar, longe de zonas balneares e sem representar ameaça direta para banhistas.

Derk Remmers afirmou ao The Telegraph que espera que as imagens não provoquem pânico nem pedidos para capturar o animal. Para o mergulhador, é importante sublinhar que o encontro ocorreu no Mediterrâneo central, numa zona afastada da costa.

A presença de tubarões-brancos no Mediterrâneo não é nova, mas os avistamentos são raros e as filmagens debaixo de água são ainda mais difíceis de obter. Por isso, o registo ganhou destaque internacional.

Especialistas e organizações ambientais têm alertado que estes animais desempenham um papel importante no equilíbrio dos ecossistemas marinhos. A sua presença pode ser sinal de biodiversidade, embora a espécie esteja sob forte pressão.

Pode chegar a Portugal?

A pergunta pode surgir depois da divulgação das imagens, mas não há qualquer indicação de que este exemplar esteja a aproximar-se da costa portuguesa. O tubarão foi filmado entre a Sicília e a Tunísia, numa zona distante de Portugal e em pleno Mediterrâneo central.

Ainda assim, o tubarão-branco é uma espécie de grande mobilidade e pode percorrer longas distâncias. A sua presença em águas europeias faz parte da distribuição natural da espécie, embora os encontros sejam pouco comuns.

Em Portugal, a ocorrência de grandes tubarões no Atlântico não deve ser vista como algo impossível, mas também não deve ser motivo de alarme. A maioria destes animais vive longe da costa e evita o contacto com pessoas.

Por isso, o avistamento no Mediterrâneo deve ser entendido sobretudo como um registo científico e ambiental relevante, e não como um sinal de perigo iminente para praias portuguesas.

Espécie ameaçada no Mediterrâneo

As águas entre a Sicília e o Norte de África são consideradas um dos últimos refúgios para várias espécies ameaçadas, incluindo o tubarão-branco. No entanto, a pressão humana tem colocado estes animais em risco.

No Mediterrâneo, o tubarão-branco foi levado para perto da extinção devido à pesca excessiva, à pesca ilegal e à captura acidental em redes de arrasto. Muitos exemplares acabam presos em artes de pesca destinadas a outras espécies.

Em alguns casos, os tubarões capturados são vendidos em mercados de peixe de países do Norte de África, como a Tunísia e a Argélia. As organizações ambientais defendem uma maior proteção destas zonas e uma fiscalização mais eficaz.

O encontro filmado pelos mergulhadores acaba, assim, por ter uma dupla leitura. Por um lado, mostra a presença rara de um dos maiores predadores marinhos no Mediterrâneo; por outro, recorda a urgência de proteger os habitats onde estes animais ainda sobrevivem.

Imagens chamam a atenção para as redes-fantasma

Além do tubarão-branco, a operação destacou outro problema grave: as redes de pesca abandonadas no mar. Conhecidas como redes-fantasma, continuam a capturar peixes, tartarugas, aves marinhas e outros animais mesmo depois de deixarem de ser usadas.

Estas redes podem ficar presas em naufrágios, rochas ou fundos marinhos durante anos, causando danos nos ecossistemas e colocando em risco várias espécies. A sua remoção é uma das tarefas realizadas por equipas de mergulhadores voluntários em diferentes zonas do mundo.

Neste caso, a missão acabou por revelar um encontro inesperado e raro. As imagens do tubarão-branco no Mediterrâneo tornaram-se uma oportunidade para falar não só da espécie, mas também da necessidade de proteger o mar.

Longe de ser motivo para medo, o registo mostra a importância de conhecer melhor estes animais e de preservar os ecossistemas onde ainda podem viver.

Leia também: Pode levar o cão à praia no Algarve? As regras que muitos donos ainda desconhecem

FlixBus avança com duas novas rotas que ligam Portugal a Espanha por menos de 15€

9 June 2026 at 15:22

A FlixBus anunciou a criação de duas novas ligações rodoviárias entre Portugal e Espanha, com partidas a partir de Lisboa e Braga e destinos em Badajoz e Madrid, respetivamente. De acordo com a NiT, a expansão inclui também novas paragens intermédias e reforça a presença da operadora alemã em zonas do interior, com bilhetes a partir de valores inferiores a 15 euros.

A ligação Lisboa–Badajoz marca também a entrada da empresa no Alto Alentejo, passando a permitir ligações diretas a várias localidades fronteiriças. Segundo a mesma fonte, Elvas, Borba e Estremoz passam a estar integradas na rede internacional da operadora, juntamente com novas conexões a Setúbal e Montemor-o-Novo.

A rota será assegurada com dois horários diários, um em cada sentido, com partidas da Gare do Oriente às 9:45 h e de Badajoz às 16:25 h. A duração estimada da viagem é inferior a quatro horas, o que coloca esta ligação entre as mais rápidas no eixo rodoviário ibérico.

Expansão também chega ao Norte

No caso da nova ligação Madrid–Braga, o serviço estará disponível todos os dias da semana, com dois horários diários em sentidos opostos. Conforme a mesma fonte, as partidas de Madrid têm início às 00:15 h, a partir do aeroporto da capital espanhola, enquanto a viagem de Braga parte às 22:45 h do Centro Coordenador de Transportes.

Esta ligação reforça a conexão entre o Minho e a capital espanhola, incluindo o acesso direto ao aeroporto Madrid-Barajas, um dos principais hubs internacionais da Península Ibérica.

Rede mais alargada e novas paragens

A NiT refere que a nova oferta não se limita às duas cidades principais, já que a operação Lisboa–Badajoz introduz também ligações diretas a várias localidades do interior alentejano e à fronteira. Este reforço permite encurtar distâncias entre zonas com menor densidade populacional e os principais corredores urbanos.

Em declarações citadas pela publicação, o diretor das operações da FlixBus em Portugal, Tiago Cavaco Alves, sublinha que a expansão representa um passo importante na estratégia da empresa no país. “A chegada da FlixBus a Extremoz, Borba e Elvas marca um momento importante na expansão da nossa rede em Portugal”, afirmou.

O responsável acrescenta ainda que o objetivo passa por reduzir assimetrias territoriais. “A nova expansão vai contribuir para reduzir as assimetrias entre litoral e interior, promovendo uma maior coesão territorial e impulsionando o desenvolvimento económico de territórios de baixa densidade populacional”, referiu.

Bilhetes já disponíveis com preços abaixo dos 15 euros

Os bilhetes para as novas ligações já estão disponíveis através da aplicação e do site da FlixBus, bem como em pontos de venda físicos e agências de viagens parceiras. Os preços começam nos 14,99 euros para a ligação Braga–Madrid e nos 11,99 euros para Lisboa–Badajoz.

Há ainda opções mais económicas em trajetos internos associados às novas rotas, com valores a partir de 9,49 euros entre Lisboa e Elvas e de 8,49 euros para Lisboa–Estremoz, reforçando a aposta em tarifas de baixo custo no transporte rodoviário internacional.

Mobilidade ibérica em expansão

A operadora destaca também o papel crescente do transporte rodoviário de longo curso no contexto atual. Em declarações citadas pela mesma fonte, a empresa sublinha que a procura por soluções de mobilidade mais acessíveis e sustentáveis tem vindo a aumentar, sobretudo em contexto de pressão nos custos energéticos.

Com estas novas ligações, a FlixBus reforça a sua presença no eixo ibérico, alargando a rede para zonas até agora menos servidas por transportes diretos internacionais.

Leia também: Nem Porto nem Faro: este aeroporto português é o 6.º pior do mundo

O caça europeu do futuro está oficialmente morto

By: ZAP
9 June 2026 at 10:45
França e Alemanha abandonaram o plano de construir em conjunto um caça de nova geração, devido a profundas divergências industriais. A morte do FCAS é um duro golpe para a visão de Emmanuel Macron de uma maior integração europeia no domínio da defesa. Era uma morte anunciada: o Future Combat Air System (FCAS), programa militar conjunto de França, Alemanha e Espanha para desenvolver o caça europeu de sexta geração, é um assunto oficialmente encerrado. O colapso do projecto, inicialmente noticiado pela Reuters, sublinha a dificuldade de levar os países europeus a cooperar em programas multinacionais complexos e dispendiosos, apesar das

Grupo Naval de Olhão regressa de França com um 8.º lugar histórico na maior prova europeia de Va’a [vídeo]

9 June 2026 at 09:40

A equipa AUKAI, do Grupo Naval de Olhão, representou Portugal pela primeira vez na Vendée Va’a, considerada a mais importante prova de Va’a da Europa, que decorreu em Les Sables d’Olonne, em França.

A participação marcou uma estreia histórica para a canoagem polinésia, numa das competições mais tradicionais, exigentes e prestigiadas da modalidade a nível internacional.

Segundo a equipa, tratou-se de uma “estreia inédita e histórica da nossa escola de Olhão na Vendée Va’a, a maior prova de canoagem polinésia da Europa”.

A AUKAI levou às areias e ao mar de Les Sables d’Olonne uma equipa formada por nove remadores, que enfrentaram três dias de prova, em condições de mar e frio particularmente exigentes.

Remadores algarvios colocam Olhão em destaque internacional

Num contexto de forte competitividade internacional, os atletas olhanenses representaram as cores portuguesas e mostraram a técnica, a preparação e a capacidade de superação dos remadores algarvios.

De acordo com a equipa, esta participação reuniu “histórias de superação, preparação técnica, espírito de equipa e a emoção de colocar o Algarve no mapa mundial desta modalidade em expansão”.

O objetivo inicial passava por terminar entre os dez primeiros classificados, meta que foi alcançada com o oitavo lugar na classificação geral.

Para a AUKAI, o resultado constituiu “uma superação” e confirmou o crescimento da modalidade em Olhão e no Algarve.

Com esta presença inédita na Vendée Va’a, a equipa do Grupo Naval de Olhão abriu caminho a uma nova etapa para a canoagem polinésia portuguesa, levando o nome de Portugal a uma das provas de maior referência da modalidade na Europa.

Leia também: Dia da Cidade traz Delfins à Praça da República em Tavira

Merkel sobre o efeito dos refugiados e no que concorda com Trump

By: ZAP
9 June 2026 at 08:30
Antiga chanceler alemã alertou recentemente para a ascensão do nacionalismo na Europa. E admite que a decisão de acolher refugiados em 2015 impulsionou a AfD, partido de extrema-direita que lidera atualmente as sondagens no país. Uma das líderes democráticas mais duradouras do pós-guerra, a antiga chanceler federal alemã Angela Merkel, reconheceu que a sua decisão de manter as portas do país abertas durante a crise dos refugiados de 2015 impulsionou o partido de extrema-direita Alternativa para a Alemanha (AfD). O partido, que elegeu a segunda maior bancada no Parlamento em 2025 e hoje promove abertamente a “remigração” de cidadãos indesejados

Tem 1€? Pode comprar este antigo hospital com cerca de 6.000 metros quadrados

8 June 2026 at 18:50

Um antigo hospital com cerca de 6.000 metros quadrados está à venda na Alemanha por apenas um euro. O preço simbólico chama a atenção, mas há um detalhe importante: o edifício está abandonado há vários anos e precisa de obras profundas de reabilitação.

De acordo com o jornal espanhol AS, o imóvel é o Waldkrankenhaus, situado em Rosbach, no estado alemão de Hesse. O antigo hospital encerrou definitivamente em 2002, depois de deixar de cumprir os padrões sanitários europeus em vigor.

Apesar do valor simbólico, a compra não é simples. A autarquia local quer que os interessados apresentem um projeto viável e garantam capacidade financeira para recuperar o edifício.

Obras podem custar milhões

O hospital está sem uso há mais de duas décadas e as instalações encontram-se obsoletas. Para poder ser transformado em habitação, alojamento turístico, espaço assistencial ou outro projeto, terá de ser adaptado às normas atuais.

Segundo a imprensa espanhola, o custo da reabilitação poderá ascender a vários milhões de euros. É por isso que o município não procura apenas um comprador, mas alguém capaz de impedir a degradação total do imóvel.

Ainda não são conhecidos prazos concretos para a apresentação de propostas. As autoridades locais estarão, no entanto, em contacto com investidores interessados em assumir o projeto.

Edifício tem valor histórico

O Waldkrankenhaus foi construído no início do século XX e funcionou durante décadas como centro especializado no tratamento de doenças respiratórias.

O edifício tem dezenas de quartos e amplas zonas comuns, distribuídas por cerca de 6.000 metros quadrados. A dimensão torna o espaço apelativo, mas também aumenta a complexidade das obras.

Parte do conjunto arquitetónico está protegido pelo seu valor histórico. Esta condição pode dificultar a intervenção e tornar a recuperação mais cara, uma vez que certas características terão de ser preservadas.

Localização em ambiente natural

Outro fator que torna o imóvel especial é a sua localização. O antigo hospital fica numa zona natural próxima do vale do rio Sieg, o que pode ser atrativo para projetos turísticos, residenciais ou de saúde.

Ao mesmo tempo, a proximidade a uma área ambientalmente sensível pode impor regras adicionais. Qualquer projeto terá de respeitar o enquadramento natural e as limitações urbanísticas aplicáveis.

É precisamente esta combinação entre dimensão, valor histórico e localização que torna o caso invulgar. O edifício custa apenas um euro, mas o verdadeiro investimento estará na sua recuperação.

Preço simbólico não significa negócio fácil

A venda por um euro pode parecer uma oportunidade rara, mas funciona sobretudo como forma de atrair investidores com capacidade de reabilitação. O objetivo é dar nova vida ao imóvel antes que o estado de conservação piore.

Casos deste tipo são cada vez mais usados por municípios europeus para recuperar património abandonado. Em vez de manter edifícios vazios e degradados, as autarquias procuram compradores que assumam obras e apresentem projetos sustentáveis.

No caso do Waldkrankenhaus, o futuro dependerá da capacidade de encontrar uma proposta credível. Por agora, o antigo hospital alemão tornou-se notícia pelo preço simbólico, mas também pelo desafio financeiro que esconde.

Leia também: Ventura diz que Espanha, Suíça e França têm limites nas pensões. Afinal, é mesmo assim?

Ventura diz que Espanha, Suíça e França têm limites nas pensões. Afinal, é mesmo assim?

7 June 2026 at 11:30

O deputado da Assembleia da República Portuguesa André Ventura voltou a defender a criação de um teto máximo para as pensões em Portugal, com o argumento de que a medida serviria para limitar disparidades no valor das reformas. O líder do Chega propõe um limite de 4.500 euros para travar aquilo que classifica como “reformas milionárias”.

Em entrevista à TVI/CNN Portugal, citada pelo Polígrafo, Ventura sustentou que a ideia não é inédita na Europa e apontou Espanha, Suíça e França como exemplos de países onde existem limites máximos nas pensões. A afirmação é genericamente verdadeira, mas a comparação exige várias cautelas, porque os sistemas de pensões não funcionam da mesma forma.

Espanha tem um limite máximo nas pensões públicas

No caso espanhol, existe de facto um teto para as pensões públicas contributivas. Segundo a informação referida pelo Polígrafo, com base no Ministério da Inclusão, Segurança Social e Migrações de Espanha, o limite em 2026 situa-se nos 3.359,60 euros por mês.

Este teto aplica-se à soma das pensões públicas recebidas pelo beneficiário. Ou seja, mesmo que uma pessoa tenha direito a mais do que uma prestação pública, o valor conjunto não pode ultrapassar o limite fixado. Em termos anuais, o montante máximo corresponde a 47.034,40 euros. Espanha é, por isso, o exemplo mais direto entre os países referidos por André Ventura.

Na Suíça, o sistema tem vários pilares

A Suíça também tem limites, mas a comparação é menos linear. O primeiro pilar, conhecido como Old-Age and Survivors Insurance, tem um valor máximo mensal de 2.520 francos suíços por pessoa e de 3.780 francos suíços no caso de um casal. Convertidos para euros, os valores referidos no artigo do Polígrafo correspondem a cerca de 2.671 euros por pessoa e 4.128 euros por casal.

No entanto, a reforma suíça não se esgota nesse primeiro pilar. Existe também a previdência profissional obrigatória, o chamado segundo pilar, que contribui para o rendimento final na reforma. Por isso, o limite referido não representa necessariamente o total que um reformado suíço pode receber.

França também tem limite, mas só na pensão de base

Em França, o regime geral da Segurança Social estabelece que a pensão de base do Estado não pode exceder 50% do teto mensal da Segurança Social em vigor. Segundo o Polígrafo, para quem se reforme em 2026, essa regra traduz-se num limite de 2.002,50 euros por mês.

Mas também aqui há uma diferença importante. Este não é um teto global da reforma. Os trabalhadores do setor privado recebem ainda uma pensão complementar obrigatória, através do regime Agirc-Arrco. Esse regime complementar funciona por pontos e é calculado de forma independente. O valor obtido acresce à pensão de base, podendo aumentar de forma relevante o rendimento total do reformado.

Portugal não tem um teto máximo igual

Em Portugal, não existe atualmente um valor máximo fixo para a pensão de reforma nos mesmos termos do teto espanhol. Ainda assim, há regras que condicionam o cálculo. O Polígrafo recorda que, desde 2007, o cálculo da pensão passou a considerar não apenas os 10 melhores anos dos últimos 15, mas também toda a carreira contributiva.

Além disso, os 10 melhores anos dos últimos 15 ficaram limitados a 12 vezes o Indexante dos Apoios Sociais. No entanto, quando toda a carreira contributiva supera esse patamar, não há um teto máximo absoluto para a pensão atribuída.

A comparação tem de ser feita com cuidado

A afirmação de André Ventura tem base factual quando diz que Espanha, Suíça e França têm limites nas pensões. Porém, esses limites aplicam-se de formas diferentes e em sistemas com estruturas distintas. Em Espanha, o teto é mais claro e aplica-se ao conjunto das pensões públicas contributivas. Na Suíça, o limite referido diz respeito ao primeiro pilar, mas existe outro pilar obrigatório. Em França, o teto aplica-se à pensão de base, mas não impede o recebimento de uma pensão complementar obrigatória.

Assim, a existência de limites noutros países não significa que todos tenham um teto global equivalente ao que o Chega propõe para Portugal.

O debate em Portugal

A proposta do Chega surge num debate mais amplo sobre idade da reforma, sustentabilidade da Segurança Social e desigualdade no valor das pensões. A criação de um teto máximo teria impacto direto sobre pensões mais elevadas, mas levantaria também questões sobre carreiras contributivas longas, descontos feitos ao longo da vida ativa e desenho geral do sistema previdencial.

A conclusão é, por isso, equilibrada: sim, os países citados por André Ventura têm limites em partes dos seus sistemas de pensões. Mas a forma como esses limites funcionam varia bastante, pelo que a comparação com Portugal não pode ser feita sem atender às diferenças entre os modelos de Segurança Social.

Leia também: Nova funcionalidade da Segurança Social promete pagamentos mais rápidos: veja o que muda

Segurança Social permite voltar a receber subsídio de doença pela mesma doença? Esta é a regra em Portugal

6 June 2026 at 11:49

Em Espanha, a Segurança Social prevê regras específicas para trabalhadores que, depois de esgotarem a incapacidade temporária ou verem recusada a incapacidade permanente, voltam a ficar incapacitados pela mesma ou por semelhante patologia. Em Portugal, o regime não funciona nos mesmos termos, mas também existem regras para proteger quem continua temporariamente incapaz de trabalhar.

No sistema português, o apoio equivalente é o subsídio de doença, pago pela Segurança Social a trabalhadores que não podem trabalhar temporariamente por motivo de doença. De acordo com o portal Gov.pt, o pagamento é automático quando existe um Certificado de Incapacidade Temporária, conhecido como baixa médica, emitido por médico, desde que estejam cumpridas as condições legais.

Quanto tempo pode durar o subsídio de doença em Portugal

A principal diferença face ao regime espanhol está no prazo máximo. Em Portugal, o subsídio de doença pode ser atribuído, em regra, até 1095 dias aos trabalhadores por conta de outrem. Para trabalhadores independentes e beneficiários em situações equiparadas, como bolseiros de investigação científica enquadrados no Seguro Social Voluntário, o limite aplicável é de 365 dias. Em caso de tuberculose, não existe esse limite temporal enquanto se mantiver a incapacidade.

O Decreto-Lei n.º 28/2004, que regula a proteção social na doença, estabelece que, para efeitos de contagem do período máximo, são consideradas as situações de incapacidade que ocorram nos 60 dias imediatos ao fim de uma incapacidade anterior.

Isto significa que, se houver uma nova baixa pouco tempo depois, o período pode ser somado ao anterior, em vez de começar uma contagem totalmente nova. A regra não depende apenas de ser a mesma doença: o critério legal relevante é a proximidade entre incapacidades.

Esta regra afasta a lógica espanhola dos 180 dias. Em Portugal, o prazo relevante para a ligação entre incapacidades sucessivas é, em termos gerais, de 60 dias, embora cada situação dependa da avaliação médica e administrativa.

E se a pessoa continuar incapaz depois do limite

Quando o trabalhador esgota o período máximo de subsídio de doença e continua incapaz para o trabalho, o regime português prevê a articulação com a invalidez. A lei determina que, se o beneficiário tiver esgotado o período máximo de 1095 dias e mantiver a incapacidade para trabalhar, pode ser atribuída uma pensão provisória de invalidez a partir do dia seguinte à cessação do subsídio. Essa atribuição pode ser feita de forma automática, com base nos elementos constantes do sistema de informação da Segurança Social.

Depois, o beneficiário deve ser sujeito a avaliação pela comissão de verificação de incapacidade permanente. Se for reconhecida incapacidade permanente, poderá ser atribuída pensão de invalidez. Se essa incapacidade permanente não for certificada, a pensão provisória cessa.

Há, no entanto, uma exceção importante: nos termos do Decreto-Lei n.º 187/2007, não há lugar à pensão provisória de invalidez se os 1095 dias forem atingidos sem que tenha passado um ano sobre uma decisão anterior da comissão de verificação ou de recurso que não tenha reconhecido incapacidade permanente, salvo se houver agravamento do estado de saúde. O beneficiário é notificado do valor provisório e da data de início do pagamento. A lei permite desistir do pedido de pensão no prazo de 15 dias a contar dessa notificação, com restituição dos valores já recebidos, quando aplicável.

Baixa temporária e invalidez não são a mesma coisa

A baixa médica serve para situações temporárias, em que se prevê que o trabalhador possa recuperar e regressar ao trabalho. Já a pensão de invalidez exige incapacidade permanente para o trabalho, certificada pelo Sistema de Verificação de Incapacidades da Segurança Social. Esta distinção é essencial. Uma pessoa pode estar incapaz de trabalhar durante meses, ou até por um período prolongado, sem que isso signifique automaticamente que tem direito a pensão de invalidez.

Da mesma forma, uma recusa da pensão de invalidez não significa, por si só, que o trabalhador esteja plenamente recuperado. Significa apenas que, na avaliação feita, não ficou demonstrada uma incapacidade permanente nos termos exigidos para essa pensão.

A Segurança Social pode reavaliar a baixa

Em baixas prolongadas, a Segurança Social pode chamar o beneficiário para avaliação pelo Sistema de Verificação de Incapacidades. Se a comissão concluir que já não subsiste incapacidade temporária para o trabalho, o subsídio de doença pode cessar.

Desde as alterações introduzidas ao regime de verificação de incapacidades, a comissão de reavaliação pode intervir em determinadas situações. A lei prevê que, quando o beneficiário requeira reavaliação dentro do prazo legal, a manutenção do direito ao subsídio de doença depende da deliberação dessa comissão. Na prática, se o trabalhador discordar da decisão que o considera apto, deve agir dentro dos prazos previstos e apresentar o pedido de reavaliação quando a lei o permitir. Este ponto é importante porque a continuação do pagamento pode depender dessa decisão.

Nova baixa pela mesma doença: o que muda

Se o trabalhador tiver uma nova baixa pela mesma doença pouco tempo depois de uma anterior, a Segurança Social pode não tratar o caso como um processo totalmente novo. A regra dos 60 dias é relevante para a contagem do período máximo de concessão. Ou seja, quando duas situações de incapacidade estão próximas no tempo, podem ser somadas para efeitos do limite máximo de 1095 dias, ou de 365 dias nos casos em que esse seja o limite aplicável. Isto evita que sucessivas baixas próximas reiniciem sempre o contador.

Mas há uma nuance importante: em Portugal, esta regra não está formulada apenas para a mesma patologia. O que a lei refere são situações de incapacidade que ocorram nos 60 dias imediatos à cessação da incapacidade anterior.

Já se a nova incapacidade surgir depois de decorrido esse intervalo, a análise pode ser distinta e pode iniciar-se um novo período de contagem. Ainda assim, o direito ao subsídio depende sempre do cumprimento das condições legais, da existência de baixa médica válida e das verificações que a Segurança Social possa determinar. Se o período máximo já tiver sido esgotado, a contagem do prazo de garantia para novo subsídio começa a partir da data em que ocorra novo registo de remunerações.

E se for uma doença diferente

Quando a nova baixa resulta de uma doença ou acidente diferente, o enquadramento clínico pode ser outro. A situação deve ser apreciada com base no novo Certificado de Incapacidade Temporária e nos elementos médicos disponíveis.

Ainda assim, uma doença diferente não elimina automaticamente a regra dos 60 dias para efeitos de contagem do período máximo, se a nova incapacidade surgir logo após a anterior. O que muda é a avaliação médica da causa da incapacidade e a forma como a Segurança Social enquadra o novo certificado. Continuam também a aplicar-se as regras gerais do subsídio de doença: prazo de garantia, certificação médica, eventual período de espera, limites máximos e possibilidade de verificação pela Segurança Social.

O portal Gov.pt recorda que o subsídio de doença é pago a trabalhadores que descontam para a Segurança Social e que fiquem temporariamente impossibilitados de trabalhar por doença. O pagamento depende da existência de Certificado de Incapacidade Temporária e do cumprimento das restantes condições legais.

O que deve fazer o trabalhador

Quem recebe alta, mas continua sem condições para trabalhar, deve pedir nova avaliação médica junto dos serviços de saúde. Se houver nova baixa, esta é comunicada eletronicamente à Segurança Social, quando emitida pelos meios habituais.

Se a Segurança Social cessar o subsídio por considerar que já não existe incapacidade, e o trabalhador discordar, deve confirmar os prazos para pedir reavaliação. O regime legal prevê a intervenção de comissões de reavaliação em situações específicas e dentro de prazos curtos.

Em caso de baixa prolongada, recusa de invalidez, nova doença ou conflito com a decisão da Segurança Social, é aconselhável pedir informação diretamente à Segurança Social e, se necessário, recorrer a apoio jurídico. Quando existam também implicações laborais, pode fazer sentido contactar a ACT.

A resposta para Portugal

Em Portugal, não existe uma regra igual à espanhola que obrigue, em termos gerais, a esperar 180 dias para voltar a receber incapacidade temporária pela mesma patologia. O regime português trabalha com outros prazos e mecanismos.

O subsídio de doença pode durar até 1095 dias para trabalhadores por conta de outrem, as incapacidades ocorridas nos 60 dias seguintes podem contar para o mesmo período máximo e, quando esse limite se esgota, pode haver articulação com a pensão provisória de invalidez se a incapacidade para o trabalho se mantiver.

Assim, a ideia central é esta: se a incapacidade é temporária, o caminho é a baixa médica e o subsídio de doença; se se torna permanente, entra em causa a pensão de invalidez. Entre uma e outra situação, a Segurança Social pode avaliar, reavaliar e decidir se o pagamento deve continuar.

Leia também: Nova funcionalidade da Segurança Social promete pagamentos mais rápidos: veja o que muda

Menor de idade entre as peregrinas portuguesas atropeladas em Santiago de Compostela

5 June 2026 at 16:50

Duas peregrinas portuguesas, entre as quais uma menor de idade, foram atropeladas na manhã desta sexta-feira em Santiago de Compostela, na Galiza, Espanha. As duas vítimas ficaram em estado grave e foram encaminhadas para uma unidade hospitalar.

Segundo o Notícias ao Minuto, o atropelamento aconteceu por volta das 09h10 locais, 08h10 em Portugal continental, no centro da cidade. As duas portuguesas circulavam numa calçada quando foram atingidas por um automóvel.

A notícia foi avançada pela La Voz de Galicia, que refere que o condutor, um homem de idade avançada, terá perdido o controlo do veículo antes de atingir as peregrinas.

Carro subiu o passeio

Segundo a imprensa espanhola, o automóvel saiu da faixa de rodagem e acabou por subir o passeio, onde se encontravam as duas portuguesas. Além de atropelar as vítimas, o carro embateu ainda num semáforo e na fachada de um prédio.

As circunstâncias do acidente estão a ser investigadas pelas autoridades espanholas. Uma das hipóteses em análise é a possibilidade de o condutor ter desmaiado ao volante.

O impacto causou ferimentos graves às duas peregrinas, que receberam assistência no local antes de serem transportadas para o hospital.

Condutor também foi hospitalizado

O condutor do veículo também foi encaminhado para uma unidade hospitalar, não por ferimentos provocados diretamente pelo embate, mas devido a um ataque de ansiedade após o acidente.

Até ao momento, não foram divulgados mais detalhes sobre a idade das vítimas, a sua origem em Portugal ou o estado clínico atualizado após a hospitalização.

As autoridades locais deverão continuar a recolher informação para perceber o que levou à perda de controlo do veículo no centro de Santiago de Compostela.

Acidente causa preocupação

Santiago de Compostela recebe diariamente muitos peregrinos, incluindo portugueses que percorrem os Caminhos de Santiago. O atropelamento de duas cidadãs portuguesas numa zona pedonal está a gerar preocupação, sobretudo por envolver uma menor de idade.

O caso volta a chamar a atenção para a segurança de peões e peregrinos em zonas urbanas, especialmente em locais com grande circulação de pessoas.

Para já, a prioridade está no acompanhamento clínico das duas vítimas e no esclarecimento das causas do acidente pelas autoridades espanholas.

Leia também: Jovem de 17 anos e bebé entre os 3 portugueses mortos em colisão violenta em Espanha

Jovem de 17 anos e bebé entre os 3 portugueses mortos em colisão violenta em Espanha

4 June 2026 at 14:50

Três portugueses, incluindo um bebé de quatro meses, morreram na terça-feira, 2 de junho, na sequência de uma colisão violenta entre uma carrinha e um camião em Espanha. O acidente ocorreu numa estrada perto da cidade de Agón, em Zaragoza, na região de Aragão.

Segundo o Notícias ao Minuto, as vítimas mortais são um homem de 47 anos, um jovem de 17 anos e um bebé de quatro meses. De acordo com informação avançada pela imprensa espanhola e citada pelo Notícias ao Minuto, todos eram cidadãos portugueses e seguiam na carrinha envolvida no acidente.

A colisão aconteceu durante a tarde de terça-feira, cerca das 15h00 locais. O acidente envolveu a carrinha onde seguiam as vítimas e um camião, cujo condutor escapou ileso.

Acidente ocorreu em Zaragoza

Segundo a Guardia Civil, a colisão registou-se na rodovia A-122, perto de Agón, no distrito de Zaragoza. As circunstâncias exatas do acidente ainda estão a ser investigadas pelas autoridades espanholas.

A violência do embate foi fatal para todos os ocupantes da carrinha. Apesar da gravidade da colisão, o motorista do camião não sofreu ferimentos, de acordo com os dados divulgados pela imprensa local.

As autoridades continuam a apurar as causas do acidente, incluindo as condições em que os dois veículos circulavam e o ponto exato em que ocorreu a colisão.

Vítimas eram todas portuguesas

A tragédia envolveu três cidadãos portugueses de diferentes idades. Entre as vítimas está um bebé de apenas quatro meses, facto que agravou a comoção em torno do acidente.

Morreu também um jovem de 17 anos e um homem de 47 anos. Até ao momento, não foram divulgados mais detalhes sobre a origem das vítimas em Portugal nem sobre o destino da viagem.

A identificação completa das vítimas não foi revelada pelas autoridades nos dados públicos disponíveis. A comunicação oficial tem-se limitado à nacionalidade, idades e circunstâncias gerais do acidente.

Terça-feira trágica em Aragão

A imprensa espanhola descreveu a terça-feira como um dia particularmente trágico nas estradas de Aragão. Além do acidente em Agón, outro choque mortal foi registado no mesmo dia na região.

Em Ilche, na província de Huesca, três pessoas que também viajavam numa carrinha morreram após colisão com um camião. Ao todo, seis pessoas perderam a vida em acidentes rodoviários na região durante a mesma terça-feira.

As autoridades espanholas têm manifestado preocupação com a sinistralidade rodoviária em Aragão. Segundo dados da Delegação do Governo citados pela imprensa local, 21 pessoas já morreram este ano em acidentes nas estradas da região.

Causas ainda em investigação

No caso que vitimou os três portugueses, a Guardia Civil está a investigar as causas do acidente. Este tipo de inquérito procura perceber se houve erro humano, condições da via, falha mecânica, distração, ultrapassagem indevida ou outro fator relevante.

A análise poderá incluir testemunhos, marcas de travagem, posição dos veículos, velocidade estimada e condições de visibilidade no momento da colisão. Só depois dessa investigação será possível perceber com maior clareza o que aconteceu.

Até lá, as informações confirmadas apontam apenas para uma colisão entre uma carrinha e um camião, com morte de todos os ocupantes da carrinha e sem ferimentos no condutor do veículo pesado.

Acidentes com pesados têm impacto grave

As colisões entre veículos ligeiros ou carrinhas e camiões tendem a ter consequências muito graves, devido à diferença de peso e dimensão entre os veículos. Mesmo a velocidades moderadas, o impacto pode ser fatal para os ocupantes do veículo mais pequeno.

Este acidente volta a evidenciar os riscos associados à circulação em estradas nacionais e regionais, onde muitas vezes há tráfego misto de veículos ligeiros, carrinhas e pesados de mercadorias.

A prudência nas manobras, a atenção à velocidade, a distância de segurança e o respeito pela sinalização são essenciais, sobretudo em vias onde a circulação de camiões é frequente.

Comunidade portuguesa acompanha caso

A morte de três portugueses em território espanhol gera particular comoção, sobretudo pela presença de um bebé entre as vítimas. Casos desta natureza costumam envolver contactos entre autoridades espanholas e portuguesas, nomeadamente para identificação formal e apoio às famílias.

Não foram ainda conhecidos detalhes sobre eventuais procedimentos consulares, transladação ou apoio aos familiares das vítimas. Estes processos decorrem normalmente de forma reservada e com acompanhamento das entidades competentes.

A tragédia em Agón soma-se a um dia negro nas estradas de Aragão e deixa três famílias portuguesas em luto. As autoridades espanholas prosseguem agora a investigação para esclarecer as circunstâncias da colisão.

Leia também: Tem Via Verde? GNR alerta para erro comum ao passar nas portagens e há uma regra que deve cumprir

Autarquia de Loulé felicita Diogo Virgínia por título de Vice-campeão Europeu de Ori BTT

1 June 2026 at 07:03

A Câmara Municipal de Loulé endereça as felicitações a Diogo Virgínia, jovem louletano que alcançou dia 27, o título de Vice-Campeão no Campeonato da Europa de Orientação em BTT, prova que decorreu em Vilar Formoso.

O atleta do Club BTT Terra de Loulé conquistou o 2º lugar na prova de Mass Start/Longa Distância do escalão M17, sagrando-se Vice-Campeão Europeu.

Num formato exigente, marcado pela resistência física, velocidade e decisões constantes, o jovem atleta português voltou a colocar Portugal em destaque numa das maiores competições internacionais de Orientação em BTT.

“Parabéns, Diogo!  Parabéns, Club BTT Terra de Loulé! Obrigada por projetarem o nome do nosso concelho além-fronteiras! Este incrível resultado honra o desporto louletano e motiva-nos a trabalhar ainda mais para proporcionarmos as melhores condições a todos os praticantes, seja quem é atleta federado ou quem pratica desporto informalmente”, afirma o presidente da Autarquia de Loulé, Telmo Pinto.

Recorde-se que o BTT e todas as suas vertentes mobilizam no concelho de Loulé um elevado número de praticantes, de todas as idades. O Club BTT Terra de Loulé é um dos principais clubes da Europa ao nível da formação desportiva.

O conteúdo Autarquia de Loulé felicita Diogo Virgínia por título de Vice-campeão Europeu de Ori BTT aparece primeiro em Sempre à Mão.

❌