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Federação sindical diz que greve do pessoal não docente ronda os 50%

5 June 2026 at 09:19

A adesão à greve do pessoal não docente da Educação ronda, «neste momento», os 50%, sobretudo em estabelecimentos de ensino de Lisboa, Porto e Aveiro, disse à Lusa o dirigente da estrutura sindical que decretou a paralisação.

Mário Rui Cunha, dirigente da Federação Nacional de Sindicatos Independentes da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos (FESINAP), afirmou que “ainda é cedo” para apurar números definitivos, mas adiantou ter indicações de que a adesão é de 50%.

O dirigente da FESINAP criticou o que disse ser «intransigência» do Ministério da Educação no que diz respeito às reivindicações do pessoal não docente.

«Estamos a preparar, dependendo da adesão que se venha a verificar hoje, novas greves setoriais, quer nas Instituições Públicas de Solidariedade Social (IPSS) quer em outros estabelecimentos de ensino», acrescentou Mário Rui Cunha.

A FESINAP representa os profissionais que exercem atividade no setor da educação e formação profissional que trabalham por conta de outrem, em qualquer estabelecimento dos setores público, privado, social e cooperativo.

Tal inclui o trabalho em creches, ensino pré-escolar, básico, secundário, superior, IPSS, Misericórdias, no continente e nas regiões autónomas.

Para a FESINAP, foram «gravosas» as alterações que constam da proposta de lei denominada “Trabalho XXI” aprovada em Conselho de Ministros no passado dia 14 de maio.

Segundo a federação sindical, o Governo pretende, entre outras propostas, limitar e condicionar o direito à greve dos trabalhadores não docentes, designadamente na obrigatoriedade da prestação de serviços mínimos, por alteração do artigo 537.º do Código do Trabalho.

Por outro lado, a federação sindical indicou que o Governo não mostrou abertura para a reposição da carreira de Auxiliar de Ação Educativa e frisou que os trabalhadores não docentes que exercem funções em Unidades de Ensino Especializado devem auferir Suplemento de Penosidade.

A FESINAP declarou também que os trabalhadores não docentes devem ser integrados numa tabela remuneratória que tenha em conta a especificidade e o desgaste da profissão, e que «se impõe» a recuperação da carreira de Auxiliar de Ação Educativa da Rede Pública.

Entre as reivindicações, a federação sindical independente considera que a estrutura que representa os trabalhadores não deve ser excluída da negociação coletiva e setorial com o Governo.

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Nova greve, escolas fechadas hoje

By: ZAP
5 June 2026 at 08:35
Paralisação abrange todos os trabalhadores não docentes de creches e escolas. Presidente da FESINAP explica reivindicações. Apenas dois dias depois de uma greve geral que fechou muitas escolas, hoje, sexta-feira, também é dia de muitas escolas estarem fechadas: há nova greve. Numa escola em Matosinhos, apurou a Antena 1, o portão estava fechado às 8h da manhã. A habitual folha A4 no portão avisava: por motivos de greve, não há condições para a escola funcionar. Os pais chegam, estacionam, olham para o aviso e vão embora. À mesma hora, a RTP confirmou que uma escola em Oeiras também tinha um

“Uma grande greve” que “só prejudicou famílias” acaba em confrontos junto à AR

4 June 2026 at 06:00
Foi uma grande greve geral, diz a CGTP. Não trouxe nenhuma novidade nem apresentou nenhuma solução para os problemas na origem do protesto, e os prejudicados foram os portugueses, diz o Governo. Acabou em confrontos junto ao Parlamento — provocados por “infiltrados”, segundo os sindicalistas. A jornada de greve geral convocada pela CGTP contra o pacote laboral do Governo terminou esta quarta-feira em Lisboa com confrontos entre manifestantes e a PSP junto à Assembleia da República, que resultaram na detenção de pelo menos seis pessoas. O dia, que decorreu sem incidentes de relevo no resto do país, ficou marcado pelos

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Foi uma grande greve geral, diz a CGTP. Não trouxe nenhuma novidade nem apresentou nenhuma solução para os problemas na origem do protesto, e os prejudicados foram os portugueses, diz o Governo. Acabou em confrontos junto ao Parlamento — provocados por "infiltrados", segundo os sindicalistas. A jorn

SNS24 afetado, 200 voos cancelados, alunos com prova cancelada. Greve geral paralisa Portugal

By: ZAP
3 June 2026 at 12:48
Vários hospitais tiveram adesão de 100%, de acordo com os sindicatos. A FNSTFPS fala numa adesão acima de 95%, mas a ministra do Trabalho frisa que a maioria do setor privado está a operar. A greve geral convocada pela CGTP como protesto contra a proposta de alteração ao Código do Trabalho provocou esta quarta-feira fortes constrangimentos em vários setores essenciais, com especial impacto na Saúde, Educação e Transportes. O Governo não conseguiu alcançar um acordo em Concertação Social sobre o pacote laboral, circunstância que levou a central sindical a avançar com a greve nacional. Apesar da paralisação, foram assegurados os

Chega: greve geral colada a feriado e ponte é “artifício para ter dias de férias”

By: Lusa
3 June 2026 at 10:05
Reunião na Câmara de Lisboa em dia de greve geral: “pressão sobre os trabalhadores”. Críticas à esquerda, reação diferente do Chega. Os partidos de esquerda na Câmara de Lisboa contestaram esta terça-feira o agendamento de uma reunião camarária para quarta-feira, dia de greve geral, considerando que representa uma forma de “pressão” e de “condicionamento” dos trabalhadores, defendendo o adiamento da sessão. Em comunicado, a vereação do PS – principal partido de oposição à governação PSD/CDS-PP/IL, liderada pelo social-democrata Carlos Moedas – manifestou “profunda discordância” com a convocação de uma reunião para o dia da greve geral. Por isso, os socialistas

A greve geral não vai ter uma grande adesão, diz o contestado Montenegro

By: Lusa
3 June 2026 at 06:00
“Aquilo que eu espero é que deixem os portugueses trabalhar”. Já a ministra do Trabalho admite “alguns inconvenientes”. O primeiro-ministro mostrou-se convicto de que a “esmagadora maioria dos portugueses que trabalha” vai trabalhar hoje, quarta-feira, dia de greve geral. À entrada para a conferência “50 Anos do Poder Local – Democracia, Desenvolvimento e Futuro”, iniciativa do Jornal de Notícias (JN), no Porto, e questionado sobre a greve geral de quarta-feira, Luís Montenegro disse “não fazer ideia” de qual será a adesão. “Logo veremos, o que eu espero é que, como tenho a minha convicção, é de que a grande maioria,

Greve: Concentração de docentes e investigadores na entrada do Campus de Gambelas da UAlg

O Sindicato Nacional do Ensino Superior (SNESup), em conjunto com o Sindicato dos Professores da Zona Sul (SPZS), anunciou a realização de uma concentração / piquete de Greve de docentes do ensino superior e Investigadores, que está agendada para amanhã, dia 3 de junho, às 09:00 na entrada do Campus de Gambelas da Universidade do Algarve (UAlg).

Segundo a nota enviada ao nosso jornal, em causa está a rejeição à Proposta de Lei 77/XVII/1 – Projeto de Reforma da Legislação Laboral “Trabalho XXI”, que contradiz os princípios do direito do trabalho, nomeadamente a defesa dos interesses dos trabalhadores. O “Trabalho XXI” vulnera a vida familiar, facilita os despedimentos, torna permanente a precariedade e limita gravemente a ação dos sindicatos.

Nesta oportunidade, os professores do ensino superior e investigadores manifestam, também, descontentamento pela diminuição acentuada e continuada do poder de compra – há mais de uma década que os aumentos salariais anuais destes profissionais são inferiores à taxa de inflação, com perdas na ordem dos 30%.  Ao que acresce a instabilidade dos vínculos contratuais nas Instituições de Ensino Superior e a precariedade sistémica a que estão condenados mais de 80% dos investigadores, bem como, os professores do ensino superior, “falsos professores convidados”, que trabalham à margem das carreiras.

Presente na concentração estará José Moreira, presidente do Sindicato Nacional do Ensino Superior e professor e investigador na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade do Algarve (UAlg) desde 1999.

Greve junta docentes e investigadores da UAlg na entrada do Campus de Gambelas

2 June 2026 at 17:20

O Sindicato Nacional do Ensino Superior (SNESup), em conjunto com o Sindicato dos Professores da Zona Sul (SPZS), organiza uma concentração/ piquete de greve de docentes do ensino superior e investigadores esta quarta-feira, 3 de Junho, às 9h00, na entrada do Campus de Gambelas da Universidade do Algarve (UAlg).

Em causa está a rejeição à Proposta de Lei 77/XVII/1 – Projeto de Reforma da Legislação Laboral “Trabalho XXI”, que, de acordo com o sindicato, «contradiz os princípios do direito do trabalho, nomeadamente a defesa dos interesses dos trabalhadores».

«O “Trabalho XXI” vulnera a vida familiar, facilita os despedimentos, torna permanente a precariedade e limita gravemente a ação dos sindicatos», acrescentam.

Os professores do ensino superior e investigadores manifestam também descontentamento pela diminuição acentuada e continuada do poder de compra.

Além disso, realçam a «instabilidade dos vínculos contratuais nas Instituições de Ensino Superior e a precariedade sistémica a que estão condenados mais de 80% dos investigadores, bem como, os professores do ensino superior, “falsos professores convidados”, que trabalham à margem das carreiras».

A concentração conta com a presença de José Moreira, presidente do Sindicato Nacional do Ensino Superior e professor e investigador na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade do Algarve (UAlg) desde 1999. 

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