Luís Montenegro rejeita falhas nas declarações de interesses sobre a Spinumviva e diz que os recursos no Tribunal Constitucional visam apenas clarificar questões jurídicas levantadas pela Entidade para a Transparência. O primeiro-ministro reiterou esta quinta-feira que não existe qualquer incumprimento declarativo no âmbito do caso relacionado com a sua antiga empresa familiar, Spinumviva, indicando que as questões em discussão têm natureza jurídica e aguardam decisão do Tribunal Constitucional. Num esclarecimento enviado à Lusa, o gabinete do chefe do Governo sublinha que Luís Montenegro “cumpriu todas as suas obrigações declarativas” e rejeita a existência de qualquer infração às regras aplicáveis aos
“Aquilo que eu espero é que deixem os portugueses trabalhar”. Já a ministra do Trabalho admite “alguns inconvenientes”. O primeiro-ministro mostrou-se convicto de que a “esmagadora maioria dos portugueses que trabalha” vai trabalhar hoje, quarta-feira, dia de greve geral. À entrada para a conferência “50 Anos do Poder Local – Democracia, Desenvolvimento e Futuro”, iniciativa do Jornal de Notícias (JN), no Porto, e questionado sobre a greve geral de quarta-feira, Luís Montenegro disse “não fazer ideia” de qual será a adesão. “Logo veremos, o que eu espero é que, como tenho a minha convicção, é de que a grande maioria,