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Alemães destacam praia no Algarve pelas lagoas naturais e poucas multidões: “Paisagem é impressionante”

Uma página alemã dedicada à vida no Algarve destacou uma praia portuguesa pela combinação invulgar de mar, ribeira, dunas, falésias e lagoas naturais. O local fica na costa oeste algarvia e tem sido apontado como uma alternativa para quem procura paisagens menos urbanizadas e areais com menor pressão turística.

A praia em causa é a Praia da Amoreira, no concelho de Aljezur, integrada no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina. A página de Instagram @leben_in_der_algarve, criada por uma alemã que vive no Algarve, descreveu o local como uma das praias naturais mais espetaculares da costa portuguesa.

Mar e ribeira no mesmo cenário

O elemento que mais distingue a Praia da Amoreira é a foz da Ribeira de Aljezur, que desagua diretamente no Atlântico. Esta característica cria dois ambientes diferentes no mesmo espaço. De um lado, encontra-se o oceano, com ondulação mais forte e condições procuradas por surfistas e praticantes de bodyboard. Do outro, surgem zonas de água mais calma, associadas à ribeira, que podem tornar a praia mais apelativa para famílias, sobretudo durante a maré baixa.

Na publicação da página @leben_in_der_algarve, a criadora de conteúdos destaca precisamente esta versatilidade, sublinhando que a praia permite experiências diferentes no mesmo local.

Lagoas naturais mudam com a maré

Durante a maré baixa, a Praia da Amoreira transforma-se. A descida da água revela lagoas naturais, canais no areal e formações rochosas que ficam escondidas noutras alturas do dia.

Este sistema estuarino-lagunar dá ao local uma aparência diferente consoante a maré e a luz. A praia não se apresenta sempre da mesma forma, o que contribui para a sensação de descoberta referida por muitos visitantes. A combinação entre a ribeira e o Atlântico cria também um espaço de elevado valor paisagístico e ecológico, marcado por zonas de dunas, sapal e vegetação autóctone.

“A paisagem é impressionante”

A criadora da página alemã resume o impacto visual da Praia da Amoreira numa frase: “a paisagem é impressionante”. O destaque vai para as dunas preservadas, as falésias escuras e a amplitude do areal. Mesmo durante os meses mais procurados, a praia tende a manter uma sensação de espaço superior à de muitos areais mais pequenos ou urbanos do Algarve.

Outro ponto referido é a menor concentração de pessoas. Segundo a página @leben_in_der_algarve, mesmo no verão, é raro encontrar a praia demasiado cheia, o que ajuda a reforçar a imagem de refúgio natural.

Falésias e formações rochosas invulgares

A norte da praia, as arribas em xisto e grauvaques desenham uma forma que é frequentemente comparada à silhueta de um gigante deitado junto ao mar.

A sul, a paisagem apresenta formações rochosas associadas a vestígios fossilizados de uma antiga duna. Estes elementos acrescentam interesse geológico ao local e ajudam a distinguir a Amoreira de outras praias algarvias. A praia é, por isso, mais do que um areal para banhos. É também um ponto de observação da costa vicentina, com uma paisagem marcada por processos naturais que se mantêm visíveis no terreno.

Uma praia para surfistas, famílias e caminhantes

A Praia da Amoreira atrai públicos diferentes. Para surfistas, a exposição atlântica garante ondas consistentes. Para famílias, as lagoas formadas pela ribeira em maré baixa podem oferecer zonas mais calmas para brincar na água, sempre com atenção às condições do dia.

Para quem gosta de caminhadas, a praia está associada ao Circuito Praia da Amoreira, integrado nos percursos da Rota Vicentina e do Trilho dos Pescadores. Esta ligação reforça o perfil de destino de natureza, procurado por quem quer juntar praia, passeio e paisagem selvagem.

Acesso a partir de Aljezur

O acesso à Praia da Amoreira faz-se a partir de Aljezur, num percurso de cerca de sete quilómetros. A estrada atravessa o Vale D. Sancho, acompanhando a Ribeira de Aljezur e uma paisagem rural marcada por vegetação autóctone e pastagens.

A praia conta com Bandeira Azul, vigilância durante a época balnear, parque de estacionamento, restaurantes e apoio recreativo. Ainda assim, por se encontrar numa zona natural sensível, a visita exige respeito pela sinalização, pelos acessos definidos e pelas áreas dunares.

Um Algarve menos óbvio

A Praia da Amoreira mostra uma face diferente do Algarve. Em vez das grutas, falésias douradas e águas mais abrigadas do litoral sul, oferece uma paisagem atlântica, aberta e marcada pelo encontro entre rio e mar.

O destaque dado por uma página alemã dedicada à região reforça o interesse crescente de visitantes estrangeiros por praias menos massificadas e mais ligadas à natureza. Entre lagoas naturais, dunas, falésias e a sensação de espaço, a Amoreira continua a afirmar-se como uma das praias mais singulares de Aljezur. Um lugar onde, como resume a publicação alemã, a paisagem fala primeiro.

Leia também: Algarve ‘aquece motores’ para o verão com ocupação perto dos 80% nas ‘miniférias’ de junho

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Lego lança réplica da Sagrada Família com mais de 12 mil peças

A LEGO anunciou o que será o seu maior conjunto de sempre, pelo menos em número de peças. Trata-se de uma réplica da igreja mais alta do Mundo: a Sagrada Família, em Barcelona. O conjunto irá assinar os 100 anos da morte de Antoni Gaudí, o arquiteto catalão que projetou a igreja, que morreu em 1926, aos 73 anos, após ser atropelado por um elétrico. A nova construção recria ao detalhe o interior e o exterior da Sagrada Família, da Sagrada Família, que em outubro se tornou a mais alta do Mundo, seguindo as diferentes fases da sua edificação. “O

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João Neves voltou às origens: algarvio esteve em Tavira dias antes de se juntar ao estágio da Seleção Nacional

O jogador algarvio, João Neves, esteve em Tavira, nos dias que antecederam a sua integração no estágio da Seleção Nacional, num regresso às origens marcado por descanso, tempo em família e momentos partilhados com a namorada. De acordo com a revista TV Guia, o médio do Paris Saint-Germain aproveitou esta pausa antes de se ter juntado no último sábado, 6 de junho, ao grupo que prepara o Mundial de 2026.

Segundo a mesma fonte, o jogador algarvio não marcou presença no jogo frente ao Chile, devido ao calendário após o final de época ao serviço do clube francês, e apresentou-se mais tarde no estágio da Seleção.

Durante estes dias, João Neves esteve em Tavira, cidade onde nasceu e onde mantém ligações pessoais fortes, tendo aproveitado para descansar e circular pela região.

Descanso, namoro e ligação ao Algarve

A publicação acrescenta que o jogador esteve acompanhado pela namorada, Madalena Aragão, num período de lazer que incluiu passeios e praia, com vários momentos partilhados nas redes sociais.

Conforme a mesma fonte, Tavira tem um significado especial para o casal, por ter sido também o local onde surgiram os primeiros registos públicos da relação, tornando a passagem pelo Algarve particularmente simbólica.

Regresso ao trabalho com o Mundial no horizonte

A mesma revista refere ainda que João Neves se juntou ao estágio da Seleção a 6 de junho, já em preparação para o Mundial de 2026, competição que arranca no México, com Portugal a estrear-se a 17 de junho. O médio chega num momento de afirmação internacional, sendo apontado como uma das peças em destaque da nova geração da Seleção.

Segundo a mesma fonte, João Neves foi recentemente considerado o português mais valioso num ranking internacional, surgindo também associado a interesse de grandes clubes europeus, embora o Paris Saint-Germain não demonstre intenção de o vender. Entre descanso no Algarve e preparação para uma grande competição, o jogador entra agora numa fase decisiva da sua carreira internacional.

Leia também: Da Ria Formosa ao topo da Europa: relembre o percurso de João Neves e Gonçalo Ramos até se tornarem bicampeões da Champions pelo PSG

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Vizinhos podem trazer pessoas para a piscina do condomínio? Saiba o que diz a lei

Com o verão à porta, muitos condomínios voltam a enfrentar a mesma dúvida: um morador pode levar amigos ou familiares para a piscina do prédio? Em Portugal, não existe uma regra nacional que diga exatamente quantos convidados cada condómino pode levar, mas o regulamento do condomínio pode impor limites.

A piscina de um condomínio é, em regra, uma parte comum do prédio, salvo se o título constitutivo estabelecer outra afetação. Isto significa que pertence ao conjunto dos condóminos e deve ser usada de acordo com as regras aprovadas para esse edifício.

O ponto essencial é este: o direito principal de usar a piscina pertence aos condóminos. Residentes, arrendatários, familiares, visitantes ou hóspedes podem utilizá-la nos termos do regulamento e do título que legitima a ocupação da fração. Já a entrada de convidados depende das normas internas do condomínio.

Regulamento pode limitar convidados

O regulamento do condomínio pode definir se os convidados podem ou não usar a piscina. Também pode estabelecer quantas pessoas cada fração pode levar, em que horários e com que condições.

O Código Civil prevê que o regulamento do condomínio discipline o uso, a fruição e a conservação das partes comuns. Segundo a DECO, as regras sobre piscinas em condomínios podem abranger o uso exclusivo pelos condóminos, o alargamento a familiares e amigos, a possibilidade de eventos, os horários, a higiene e a vigilância.

Estas regras devem ser aprovadas em assembleia de condóminos e aplicadas de forma igual a todos. O objetivo não deve ser perseguir um morador específico, mas garantir segurança, conforto e boa convivência.

Por exemplo, um condomínio pode decidir que cada fração só pode levar um ou dois convidados para a piscina. Também pode limitar o acesso em dias de maior lotação ou exigir que o condómino ou residente responsável esteja presente enquanto os convidados utilizam o espaço.

Não há número fixo na lei

A lei não diz que cada vizinho pode levar uma, duas, três ou cinco pessoas. Esse número depende da dimensão da piscina, da lotação recomendada do espaço, do número de frações e do que estiver definido no regulamento interno.

Num condomínio pequeno, permitir muitos convidados por fração pode tornar a piscina impraticável para os restantes moradores. Já num condomínio maior, com espaço amplo e regras claras, pode haver maior flexibilidade.

Por isso, a resposta à pergunta “quantas pessoas podem levar?” é simples: depende do regulamento do condomínio e das regras aprovadas pela assembleia.

Convidados não podem tirar o direito aos moradores

Mesmo quando os convidados são permitidos, a sua presença não deve impedir os condóminos e residentes autorizados de usar a piscina. A prioridade deve ser sempre de quem tem direito regular à utilização do espaço comum.

Se um condómino levar muitas pessoas e isso causar excesso de lotação, barulho, falta de espaço ou conflitos, o condomínio pode intervir. O administrador deve aplicar o regulamento e, se necessário, levar o tema à assembleia.

A piscina não deve transformar-se num espaço de festas privadas, a menos que isso esteja expressamente previsto e autorizado pelas regras internas.

Segurança também conta

As regras da piscina não servem apenas para evitar conflitos. Também existem por razões de segurança. A lotação recomendada, a vigilância de crianças, os horários, o ruído, a higiene e o uso correto do espaço devem estar definidos de forma clara.

A DECO PROteste tem alertado para a insuficiência de regulamentação específica sobre piscinas de lazer em condomínios, o que torna ainda mais importante a existência de regras internas bem aprovadas e publicitadas.

Em condomínios com piscina, é aconselhável que as principais regras estejam afixadas junto ao acesso. O Decreto-Lei n.º 268/94 também prevê que o administrador assegure a publicitação das regras respeitantes à segurança do edifício e dos equipamentos de uso comum. Assim, moradores, arrendatários e convidados sabem o que podem ou não fazer.

Também pode ser exigido que os convidados estejam sempre acompanhados pelo morador responsável. Em caso de danos, incumprimento de regras ou comportamento inadequado, o condómino ou residente que os levou pode ser chamado a responder perante o condomínio, sem prejuízo de eventual responsabilidade civil.

E se não houver regulamento?

Se o condomínio não tiver regras claras sobre convidados na piscina, podem surgir conflitos. Nesses casos, o tema deve ser levado à assembleia de condóminos para aprovação de normas internas.

A assembleia pode definir limites razoáveis, desde que respeite a lei, o título constitutivo da propriedade horizontal e os direitos dos condóminos. As regras devem ser proporcionais e justificadas pela boa utilização do espaço comum.

O ideal é que o regulamento indique quem pode usar a piscina, quantos convidados são permitidos, se há necessidade de identificação, quais os horários e que comportamentos são proibidos.

Se forem aprovadas sanções por incumprimento, estas devem respeitar os limites legais e ficar previstas no regulamento ou em deliberação válida da assembleia.

Alojamento local

Quando há alojamento local no condomínio, a questão pode tornar-se mais sensível. A entrada frequente de hóspedes na piscina deve ser analisada à luz do regulamento e das deliberações da assembleia.

Segundo o Guia Técnico do Alojamento Local do Turismo de Portugal, quando o alojamento local funciona em edifício em propriedade horizontal, o livro de informações disponibilizado aos hóspedes deve incluir informação sobre o regulamento e as regras do condomínio relevantes para a utilização do alojamento e das partes comuns.

O que fazer em caso de abuso

Se um vizinho leva constantemente grupos grandes para a piscina e isso causa incómodo, o primeiro passo é verificar o regulamento do condomínio. Se houver uma regra clara, deve ser comunicada ao administrador.

Caso o regulamento seja omisso, os condóminos podem pedir que o assunto seja discutido em assembleia. A partir daí, podem ser aprovadas regras mais concretas para evitar novas situações de conflito.

A resposta prática é simples: os vizinhos podem levar convidados para a piscina do condomínio se o regulamento o permitir. Mas não há um direito automático a levar grupos sem limite, nem uma regra nacional igual para todos os prédios.

Antes de convidar amigos ou familiares, o melhor é confirmar o regulamento, respeitar a lotação e garantir que os convidados não retiram aos restantes moradores o direito de usar a piscina em segurança e tranquilidade.

Leia também: Tem infiltração vinda do vizinho? Saiba quem pode ter de pagar os estragos

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Engel & Völkers Faro-Tavira reforça ligação ao desporto com patrocínio de torneio de padel

A Engel & Völkers Faro-Tavira será a patrocinadora oficial do torneio “Play Like a Premier”, um evento de padel que promete reunir jogadores, parceiros, clientes e entusiastas da modalidade nos dias 13 e 14 de junho, na prestigiada Pedras Tennis & Padel Academy, localizada no empreendimento Pedras da Rainha, em Cabanas de Tavira.

Esta iniciativa reforça o compromisso da Engel & Völkers com a promoção de estilos de vida ativos, do bem-estar e da ligação à comunidade local, associando-se a uma modalidade que tem registado um crescimento exponencial em Portugal e que reflete valores como a superação, o espírito de equipa e a excelência.

O torneio contará com diferentes categorias de competição, incluindo D1 (Feminino 5/6 e Masculino 4/5) e D2 (Misto 5/6), proporcionando momentos de competição saudável e convívio entre participantes de diferentes níveis.

Crédito: Engel & Völkers Faro-Tavira

Durante os dois dias de evento, a equipa da Engel & Völkers Faro-Tavira estará presente para apoiar a organização, receber convidados e fortalecer relações com clientes, parceiros e a comunidade empresarial da região. A presença da marca neste torneio enquadra-se na estratégia de proximidade e envolvimento local que tem vindo a desenvolver em todo o Sotavento Algarvio.

Segundo a organização, o evento pretende criar uma experiência diferenciadora que combina desporto, lazer e networking num ambiente descontraído e familiar, tirando partido da excelente localização e infraestruturas da Pedras Tennis & Padel Academy.

Com esta parceria, a Engel & Völkers Faro-Tavira continua a afirmar-se não apenas como uma referência no mercado imobiliário de luxo do Algarve, mas também como uma marca comprometida com iniciativas que promovem qualidade de vida, comunidade e experiências memoráveis. A Engel & Völkers Faro-Tavira convida toda a comunidade local a acompanhar este evento e a celebrar dois dias dedicados ao desporto, à convivência e ao espírito competitivo.

A Engel & Völkers Faro-Tavira convida toda a comunidade local a acompanhar este evento e a celebrar dois dias dedicados ao desporto, à convivência e ao espírito competitivo.

Crédito: Pedras Tennis & Padel Academy

Leia também: Engel & Völkers Faro-Tavira assinala Santos Populares com evento junto à Praia da Lota

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FlixBus avança com duas novas rotas que ligam Portugal a Espanha por menos de 15€

A FlixBus anunciou a criação de duas novas ligações rodoviárias entre Portugal e Espanha, com partidas a partir de Lisboa e Braga e destinos em Badajoz e Madrid, respetivamente. De acordo com a NiT, a expansão inclui também novas paragens intermédias e reforça a presença da operadora alemã em zonas do interior, com bilhetes a partir de valores inferiores a 15 euros.

A ligação Lisboa–Badajoz marca também a entrada da empresa no Alto Alentejo, passando a permitir ligações diretas a várias localidades fronteiriças. Segundo a mesma fonte, Elvas, Borba e Estremoz passam a estar integradas na rede internacional da operadora, juntamente com novas conexões a Setúbal e Montemor-o-Novo.

A rota será assegurada com dois horários diários, um em cada sentido, com partidas da Gare do Oriente às 9:45 h e de Badajoz às 16:25 h. A duração estimada da viagem é inferior a quatro horas, o que coloca esta ligação entre as mais rápidas no eixo rodoviário ibérico.

Expansão também chega ao Norte

No caso da nova ligação Madrid–Braga, o serviço estará disponível todos os dias da semana, com dois horários diários em sentidos opostos. Conforme a mesma fonte, as partidas de Madrid têm início às 00:15 h, a partir do aeroporto da capital espanhola, enquanto a viagem de Braga parte às 22:45 h do Centro Coordenador de Transportes.

Esta ligação reforça a conexão entre o Minho e a capital espanhola, incluindo o acesso direto ao aeroporto Madrid-Barajas, um dos principais hubs internacionais da Península Ibérica.

Rede mais alargada e novas paragens

A NiT refere que a nova oferta não se limita às duas cidades principais, já que a operação Lisboa–Badajoz introduz também ligações diretas a várias localidades do interior alentejano e à fronteira. Este reforço permite encurtar distâncias entre zonas com menor densidade populacional e os principais corredores urbanos.

Em declarações citadas pela publicação, o diretor das operações da FlixBus em Portugal, Tiago Cavaco Alves, sublinha que a expansão representa um passo importante na estratégia da empresa no país. “A chegada da FlixBus a Extremoz, Borba e Elvas marca um momento importante na expansão da nossa rede em Portugal”, afirmou.

O responsável acrescenta ainda que o objetivo passa por reduzir assimetrias territoriais. “A nova expansão vai contribuir para reduzir as assimetrias entre litoral e interior, promovendo uma maior coesão territorial e impulsionando o desenvolvimento económico de territórios de baixa densidade populacional”, referiu.

Bilhetes já disponíveis com preços abaixo dos 15 euros

Os bilhetes para as novas ligações já estão disponíveis através da aplicação e do site da FlixBus, bem como em pontos de venda físicos e agências de viagens parceiras. Os preços começam nos 14,99 euros para a ligação Braga–Madrid e nos 11,99 euros para Lisboa–Badajoz.

Há ainda opções mais económicas em trajetos internos associados às novas rotas, com valores a partir de 9,49 euros entre Lisboa e Elvas e de 8,49 euros para Lisboa–Estremoz, reforçando a aposta em tarifas de baixo custo no transporte rodoviário internacional.

Mobilidade ibérica em expansão

A operadora destaca também o papel crescente do transporte rodoviário de longo curso no contexto atual. Em declarações citadas pela mesma fonte, a empresa sublinha que a procura por soluções de mobilidade mais acessíveis e sustentáveis tem vindo a aumentar, sobretudo em contexto de pressão nos custos energéticos.

Com estas novas ligações, a FlixBus reforça a sua presença no eixo ibérico, alargando a rede para zonas até agora menos servidas por transportes diretos internacionais.

Leia também: Nem Porto nem Faro: este aeroporto português é o 6.º pior do mundo

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Nem Porto nem Faro: este aeroporto português é o 6.º pior do mundo

O desempenho dos aeroportos portugueses voltou a estar em análise num dos rankings internacionais mais conhecidos do setor da aviação e os resultados mostram diferenças significativas entre as principais infraestruturas do país. De acordo com o Jornal Económico, que cita o AirHelp Score Aeroportos 2026, o Aeroporto de Faro continua a liderar entre os aeroportos nacionais, enquanto Lisboa permanece nos lugares mais baixos da classificação mundial. A avaliação analisou 279 aeroportos de 76 países, considerando indicadores como pontualidade, experiência dos passageiros e qualidade das instalações entre maio de 2025 e abril deste ano.

Os resultados colocam o Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, na posição 274 do ranking global. Isto significa que apenas cinco aeroportos avaliados obtiveram uma classificação inferior, tornando a infraestrutura lisboeta o sexto pior aeroporto do mundo nesta edição do estudo. A pontuação global atribuída foi de 6,59 valores, com destaque para a classificação de 6,30 na componente da pontualidade.

Faro mantém liderança nacional

Enquanto Lisboa continua a enfrentar dificuldades operacionais, Faro conserva a posição de melhor aeroporto português. O aeroporto algarvio surge no 125.º lugar mundial, alcançando uma pontuação global de 7,61.

A classificação resulta de avaliações de 7,90 na pontualidade, 7,60 na experiência dos passageiros e 6,90 nas instalações e conforto. Apesar de ter descido algumas posições face ao ano anterior, continua a liderar entre os aeroportos nacionais. Segundo a publicação, o menor volume de tráfego ajuda a explicar parte dos resultados alcançados.

Porto sobe e Madeira perde terreno

Uma das principais novidades desta edição é a subida do Aeroporto do Porto para o segundo lugar nacional. O terminal portuense passou da posição 205 para a 192. A melhoria ficou associada sobretudo à experiência dos passageiros, indicador onde obteve uma pontuação de 8,20.

Já o Aeroporto da Madeira registou a maior queda entre os aeroportos portugueses analisados. Depois de ocupar a posição 201 no ranking anterior, surge agora no lugar 262. O estudo aponta uma classificação de 5,70 nas categorias relacionadas com instalações e conforto, fator que poderá ter influenciado a descida registada.

Lisboa continua sob pressão

O caso de Lisboa destaca-se pela persistência dos problemas identificados em anos anteriores. Conforme a mesma fonte, o elevado volume de operações continua a exercer pressão sobre o funcionamento diário do aeroporto.

Com cerca de 225.000 voos anuais, o Aeroporto Humberto Delgado enfrenta desafios relacionados com a gestão do tráfego aéreo e dos fluxos de passageiros. Essa realidade acaba por refletir-se nos indicadores utilizados para construir a classificação internacional.

Um retrato da experiência dos passageiros

O AirHelp Score é elaborado anualmente pela empresa AirHelp, especializada em tecnologia de compensação de passageiros aéreos. A avaliação combina dados operacionais com opiniões dos utilizadores e procura medir a experiência global de quem utiliza os aeroportos.

Neste contexto, Portugal apresenta uma realidade contrastante. Enquanto Faro e Porto conseguem manter classificações mais favoráveis, Lisboa continua a figurar entre os aeroportos com pior desempenho do mundo. A posição alcançada nesta edição reforça uma tendência que se tem repetido nos últimos anos e que volta a colocar o principal aeroporto do país entre os últimos lugares da tabela internacional.

Leia também: Ventura diz que Espanha, Suíça e França têm limites nas pensões. Afinal, é mesmo assim?

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Mundial de Futebol anima verão do Hilton Vilamoura com gastronomia e cocktails

O Hilton Vilamoura As Cascatas Golf Resort & Spa prepara-se para receber adeptos, famílias e grupos de amigos durante o Mundial de Futebol, com uma programação pensada para juntar desporto, gastronomia e convívio num ambiente descontraído e sofisticado.

Localizado no coração de Vilamoura, o resort aposta numa experiência que pretende transformar os dias de jogo em momentos especiais para hóspedes e visitantes, aliando a emoção do futebol internacional ao ambiente cosmopolita característico do destino algarvio.

Ao longo da competição, os principais jogos serão transmitidos em diferentes áreas do hotel, incluindo bares e espaços lounge, onde será possível acompanhar cada partida com cocktails de assinatura, propostas gastronómicas e momentos de convívio.

Segundo o resort, a grande novidade será a transformação do Centro de Conferências do Hilton Vilamoura num “verdadeiro estádio indoor”, especialmente concebido para proporcionar uma experiência imersiva aos adeptos.

Futebol, gastronomia e animação em ambiente premium

O espaço contará com ecrãs de grandes dimensões, ambiente inspirado nos grandes palcos do futebol internacional e uma configuração pensada para recriar a emoção das bancadas. De acordo com o hotel, este espaço promete tornar-se “o ponto de encontro obrigatório para acompanhar os jogos mais aguardados da competição”.

O Hilton Vilamoura encontra-se já a realizar testes com transmissões de grandes finais e eventos desportivos, procurando garantir uma experiência de excelência para todos os visitantes.

Durante o Mundial, estará também disponível uma carta especial de finger food e bebidas, criada para complementar os momentos de convívio e tornar cada jogo mais memorável.

Reconhecido pela sua oferta de wellness, golfe e lazer, o Hilton Vilamoura apresenta-se como uma opção para quem pretende combinar férias de verão com a emoção do futebol internacional, a poucos minutos da marina, da praia e de alguns dos principais campos de golfe do país.

Além da transmissão dos jogos, o resort irá contar com experiências especiais inspiradas no espírito do Mundial, incluindo sugestões gastronómicas temáticas, happy hours e momentos de animação pensados para reunir adeptos nacionais e internacionais num ambiente premium e descontraído.

Com várias piscinas exteriores, espaços de restauração, Seven Spa e uma localização privilegiada no centro de Vilamoura, o Hilton Vilamoura reforça neste verão a sua posição como um dos principais pontos de encontro do Algarve para assistir ao Mundial.

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Festivais de verão e férias em Portugal: 3 formas de economizar

O verão em Portugal é também sinónimo de festivais. Entre férias grandes ou escapadinhas, praia e campismo, sobretudo para os mais jovens, os festivais de verão são um marco onde se criam memórias inesquecíveis.

A verdade é que, a cada ano que passa, entre bilhetes, deslocações, alimentação, alojamento e outras pequenas despesas que vão surgindo ao longo das férias, é muito fácil gastar mais do que o previsto. Ainda assim, com algum planeamento e, sobretudo, escolhas inteligentes, continua a ser possível aproveitar ao máximo um festival.

Para isso, muitas vezes basta ajustar alguns hábitos, comparar opções e preparar melhor as viagens para conseguir reduzir significativamente os custos. A pensar nisso, listamos aqui três formas práticas de economizar durante os festivais de verão e as férias em Portugal.

  1.  Optar por tendas em vez de alojamentos caros

Uma das formas mais eficazes de reduzir custos durante o verão é optar por tendas e zonas de campismo em vez de hotéis ou alojamentos locais. Além de ser uma alternativa mais económica, o campismo oferece ainda uma maior flexibilidade e contacto com a natureza. É, sem dúvida, uma experiência diferente, ainda mais quando se está entre amigos ou outros festivaleiros.

Hoje em dia, nos principais festivais de verão em Portugal, como o MEO Sudoeste ou o Vodafone Paredes de Coura, as zonas de campismo tendem a ser uma das opções mais procuradas. Em muitos casos, o acesso ao campismo já se encontra incluído no bilhete do festival, permitindo poupar um bom dinheiro em alojamento.

Portugal tem ainda uma vasta oferta de parques de campismo com boas condições e infraestruturas. Além disso, basta comparar preços, para perceber que uma noite num parque custa bem menos do que o valor de um hotel na mesma região.

Para gastar ainda menos, leve consigo a sua tenda. Invista num modelo resistente e reutilizável, em vez de comprar tendas descartáveis. O mesmo se aplica a colchões insufláveis, lanternas, geleiras e outros acessórios que podem ser utilizados durante vários verões ou até vendidos mais tarde em segunda mão.

Outra vantagem do campismo é a possibilidade de preparar refeições no local, evitando os gastos elevados e recorrentes em alimentação. 

Além disso, optar por dormir numa tenda permite ainda outras poupanças. Ao ficar perto do recinto do festival, por exemplo, evita gastos em deslocações diárias, reduzindo despesas com combustível, estacionamento ou transportes noturnos.

  1.  Planear as deslocações e dividir as despesas

As deslocações representam uma das maiores despesas. Afinal, não se trata apenas do combustível. Há também que considerar os custos das portagens e do estacionamento.

Uma das melhores formas de poupar no verão é planear antecipadamente a viagem. Se for viajar de transportes públicos, por exemplo, compre os bilhetes de comboio ou autocarro com antecedência, de modo a garantir preços mais baixos e aproveitar as ofertas em vigor, especialmente em períodos de grande procura – note que isto também é válido para viagens de avião. 

No caso do comboio e do autocarro, compare os preços de ambos os meios (em Portugal, as camionetas tendem a ser mais baratas) e aproveite também as ofertas disponíveis, como os descontos para estudantes, se for o caso.

Se vai de carro, dividir despesas entre amigos pode fazer uma enorme diferença, ainda mais porque muitos eventos têm parques pagos ou zonas limitadas de estacionamento.

Acima de tudo, evite deixar tudo para a última hora. Quanto mais próxima estiver a data da viagem, mais elevados tendem a ser os preços. Reservar com antecedência continua a ser uma das formas mais simples e eficazes de controlar o orçamento.

  1.  Controlar gastos em comida, bebidas e evitar compras impulsivas

Pequenos consumos diários podem parecer inofensivos. Porém, quando somados, representam facilmente valores elevados e até exagerados. Seja em bebidas nos festivais, refeições fora de casa ou pequenas compras, tudo acaba por sair caro, podendo impactar significativamente o seu orçamento das férias.

Posto isto, considere definir previamente um valor diário máximo que pretende gastar. Ter um limite é uma das melhores formas de controlar compras impulsivas e perceber onde está realmente a gastar o seu dinheiro.

Nos festivais, leve consigo snacks, fruta, bebidas e até pequenas refeições para consumir antes de entrar no recinto. 

Se vai acampar, prepare previamente um menu para cada dia, de forma a comprar tudo antecipadamente e evitar estar sempre a comer fora.

Outra dica importante é evitar as compras por impulso. Especialmente em stands de festival, barracas junto à praia, mas também dos dos comércios turísticos e das estações de comboio, rodoviárias ou aeroportos, onde os preços tendem a ser mais elevados.

E já que falamos de dinheiro, não deixe de aproveitar campanhas, cartões de fidelização e descontos sazonais. São muitas as marcas e supermercados em Portugal que lançam promoções específicas durante o verão, especialmente em produtos relacionados com viagens, praia, campismo ou festivais. Portanto: aproveite!

Como pode ver, verão, festivais e poupança podem ser bons aliados. Com um bom planeamento, pode aproveitar cada momento sem a preocupação constante com gastos excessivos e imprevistos. Sobretudo, aproveite bem o sol, os concertos e crie memórias inesquecíveis com amigos e família.

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Autarquia ‘trava’ e os comerciantes entram em ‘pânico’: Albufeira muda regras e os empresários dizem não ter sido consultados antes

As novas regras para o funcionamento de estabelecimentos noturnos e comerciais em algumas das zonas mais movimentadas de Albufeira estão a gerar preocupação entre empresários locais, que receiam consequências económicas numa altura em que a época alta turística está prestes a atingir o seu pico. A decisão da autarquia surge com o objetivo de combater os excessos associados à vida noturna, mas os comerciantes afirmam ter sido surpreendidos pela forma como as medidas foram implementadas.

De acordo com o jornal Expresso, o despacho transitório abrange áreas, como a Oura, a Avenida Sá Carneiro, a baixa e o centro histórico de Albufeira. As novas regras determinam que lojas de conveniência, minimercados e garrafeiras passem a encerrar às 23 h, enquanto os bares ficam autorizados a funcionar até às 3 h e as discotecas até às 5 h. A iniciativa resulta de uma promessa assumida durante a campanha eleitoral por Rui Cristina, presidente da Câmara Municipal de Albufeira, que defendia uma intervenção mais firme sobre os problemas associados à animação noturna.

Empresários falam em surpresa e falta de diálogo

Embora reconheçam que existiam situações problemáticas em algumas zonas da cidade, os empresários garantem que estavam disponíveis para participar na definição de soluções equilibradas. O descontentamento surge sobretudo pela ausência de consulta prévia e pela rapidez com que as novas regras entram em vigor.

Representantes do setor tinham manifestado, ainda durante o mês de maio, disponibilidade para colaborar com a autarquia na procura de respostas para os problemas identificados. No entanto, poucos dias depois foram confrontados com a publicação do despacho. Entre os empresários existe receio de que as limitações tenham impacto direto na atividade económica durante os meses de maior procura turística. Alguns responsáveis descrevem mesmo o ambiente vivido no setor como de forte apreensão perante uma alteração considerada inesperada.

Novas exigências chegam já este mês

As alterações não se limitam aos horários de funcionamento. Os estabelecimentos abrangidos pelas novas regras terão também de cumprir requisitos relacionados com o controlo do ruído, uma das questões que mais tem gerado queixas ao longo dos últimos anos.

Segundo a mesma fonte, os espaços terão de instalar limitadores e contadores de ruído ainda durante este mês. A autarquia reconhece que a adaptação poderá representar desafios para alguns operadores, mas considera que as medidas são necessárias. A decisão surge depois de, no ano passado, o município ter avançado com um código de comportamento na via pública destinado a responder aos episódios de excesso que se repetiam em determinadas zonas da cidade.

Turismo continua a crescer apesar da polémica

O debate surge numa altura particularmente sensível para o concelho, que continua a apresentar indicadores turísticos muito expressivos e que espera receber ainda mais visitantes durante este verão. Por isso, muitos empresários defendem que alterações desta dimensão deveriam ter sido preparadas com maior antecedência.

A Associação Comercial de Albufeira estima que o número de visitantes durante a época alta possa atingir os quatro milhões este ano. Conforme a mesma fonte, só no verão passado foram registadas cerca de 3,2 milhões de dormidas no concelho. Estes números ajudam a explicar a preocupação do setor, que teme que restrições introduzidas em pleno arranque da época turística possam ter reflexos na atividade económica. Já a autarquia entende que as medidas deveriam ter sido adotadas há mais tempo e considera que a sua implementação é necessária para garantir um maior equilíbrio entre a atividade turística, o funcionamento dos negócios e a qualidade de vida de residentes e visitantes.

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Quando deve cortar o cabelo

Cabelo fino, cabelo grosso, cabelo encaracolado e texturizado? Cada cabeça, cada corte. As explicações de uma especialista. Há quem nunca pense no assunto, há quem pense diariamente no assunto: com que frequência se deve cortar o cabelo? Depende do cabelo, claro. E depende do objectivo de cada pessoa. Laura Polko, cabeleireira de celebridades, começa por dizer na revista Vogue que um corte de cabelo é a melhor forma de se livrar das pontas espigadas; e também é melhor cortar quando começa a notar quebra. Se reparar que o seu cabelo está mais seco ou a começar a perder a forma,

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Nem São Miguel nem Terceira: TAP inaugura nova rota para esta ilha nos Açores

A rede de ligações aéreas entre o continente e os Açores continua a ser ajustada com novas rotas e reforços de capacidade, num movimento que procura responder à procura crescente por viagens entre os dois territórios. A mais recente alteração envolve a abertura de uma ligação direta a uma das ilhas menos servidas do arquipélago.

De acordo com o Jornal Económico, a TAP Air Portugal passou a operar uma nova rota entre Lisboa e a ilha de Santa Maria, nos Açores, reforçando a presença da companhia no arquipélago. A ligação arrancou com duas frequências semanais, programadas para quintas-feiras e domingos.

Segundo a mesma fonte, os voos partem de Lisboa ao início da tarde, com chegada a Santa Maria pouco depois, enquanto o regresso à capital ocorre ainda no mesmo dia, ao final da tarde.

Operação ajustada ao longo do ano

A operação vai variar consoante a época do ano, com diferentes aeronaves atribuídas à rota. A mesma fonte refere que, durante o verão, será utilizado o Airbus A320neo, com maior capacidade de passageiros, enquanto no restante período do ano a ligação será assegurada pelo Embraer 190.

Esta adaptação permite ajustar a oferta à procura sazonal, mantendo a regularidade da ligação ao longo do ano.

Expansão da rede para o arquipélago

A nova rota para Santa Maria surge integrada num conjunto mais amplo de alterações na operação da TAP para os Açores. Está também prevista a abertura de uma nova ligação entre o Porto e a ilha Terceira, com início marcado para o início de julho.

Com estas alterações, a companhia reforça a presença no arquipélago, onde já mantém ligações regulares a outras ilhas a partir de Lisboa.

Mais ligações semanais entre continente e Açores

Conforme o Jornal Económico, com a soma destas novas rotas às já existentes entre Lisboa, Ponta Delgada e Terceira, a TAP passa a disponibilizar um total de 48 voos semanais entre o continente e o arquipélago dos Açores.

O reforço da operação insere-se numa estratégia de aumento da conectividade aérea entre regiões, garantindo maior frequência de ligações ao longo da semana.

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Especialistas avisam: não deve lavar estas frutas ao chegar a casa e estes são os motivos

Lavar a fruta assim que chega a casa pode parecer uma boa prática, mas nem sempre é a melhor decisão. Especialistas alertam que alguns frutos devem ser guardados sem lavar, porque a humidade extra pode acelerar o aparecimento de bolor e reduzir a sua duração no frigorífico.

De acordo com o Notícias ao Minuto, a recomendação aplica-se sobretudo a frutas mais delicadas, porosas ou com camadas naturais de proteção. Nestes casos, o ideal é conservar o alimento seco e só passar por água fria imediatamente antes de o consumir.

Segundo especialistas citados pela EatingWell, frutos como morangos, mirtilos, framboesas, amoras, maçãs, pêssegos, nectarinas, uvas e cerejas podem estragar-se mais depressa quando são lavados antes de serem guardados.

Frutos vermelhos absorvem água

Morangos, mirtilos, framboesas e amoras são frutos porosos, ou seja, absorvem água com facilidade. Quando são lavados antes de irem para o frigorífico, ficam com mais humidade na superfície e no interior.

Essa humidade cria um ambiente favorável ao crescimento de bolor e pode fazer com que amadureçam mais depressa. Mesmo uma lavagem rápida pode reduzir em vários dias a vida útil destes frutos.

O ideal é guardá-los secos, num recipiente ventilado, sobre papel de cozinha e, se possível, numa só camada. A lavagem deve ser feita apenas no momento de comer.

Maçãs também devem ficar secas

Apesar de serem mais resistentes, as maçãs também não devem ser lavadas antes de serem armazenadas. A razão está na camada natural cerosa que ajuda a proteger o fruto.

Essa cutícula ajuda a reter humidade e a manter a maçã crocante durante mais tempo. Quando é removida pela lavagem antecipada, a fruta pode ficar mais vulnerável ao ressecamento e à deterioração.

As maçãs devem ser guardadas à temperatura ambiente ou no frigorífico, consoante a duração pretendida. Também é aconselhável mantê-las afastadas de outras frutas, porque libertam etileno, um gás que acelera o amadurecimento.

Pêssegos e nectarinas são delicados

Pêssegos e nectarinas têm casca fina e macia, o que os torna mais sensíveis à humidade. Quando são lavados antes de serem guardados, a água pode penetrar na casca e acelerar o aparecimento de bolor.

Estes frutos devem ser manuseados com cuidado, especialmente se já estiverem maduros. Pequenas marcas ou zonas pisadas podem tornar-se pontos de deterioração mais rápida.

A melhor opção é mantê-los secos até ao consumo. Quando chegar a altura de os comer, devem ser lavados em água corrente fria e consumidos pouco depois.

Uvas têm uma proteção natural

As uvas muitas vezes apresentam uma camada esbranquiçada na casca, que algumas pessoas confundem com pó ou sujidade. Na verdade, trata-se de pruína, uma proteção natural do fruto.

Essa camada ajuda a proteger as uvas contra insetos e deterioração. Lavar as uvas antes de as guardar pode remover essa proteção e aumentar a humidade no cacho.

Por isso, deve resistir à tentação de lavar as uvas logo após a compra. O melhor é conservá-las secas e lavá-las apenas na quantidade que vai consumir.

Cerejas devem manter o caule

As cerejas também não devem ser lavadas antes de serem guardadas. A humidade na casca pode acelerar a deterioração e favorecer o bolor.

Outro cuidado importante é não retirar os caules antes do tempo. O caule ajuda a proteger o fruto e a manter a frescura durante mais tempo.

Tal como acontece com os frutos vermelhos, as cerejas devem ser lavadas apenas antes de serem comidas. Depois de molhadas, o ideal é consumi-las rapidamente.

Como lavar a fruta corretamente

A fruta com casca comestível deve ser lavada antes do consumo, mas não precisa de sabão, detergente, vinagre ou outros produtos químicos. A recomendação é usar apenas água corrente fria.

Durante a lavagem, deve remover sujidade ou resíduos visíveis com cuidado, sem danificar a casca. Depois, pode secar a fruta com papel de cozinha limpo ou um pano adequado.

Os especialistas lembram que as bactérias podem contaminar produtos cultivados de diferentes formas, pelo que lavar antes de consumir continua a ser importante. A diferença está no momento certo: não ao chegar a casa, mas sim antes de comer.

Regra simples para conservar melhor

A regra prática é guardar a fruta seca e lavar apenas no momento do consumo. Esta dica é especialmente importante para frutos vermelhos, uvas, cerejas, pêssegos, nectarinas e maçãs.

Ao evitar humidade desnecessária, é possível prolongar a frescura, reduzir desperdício e poupar dinheiro. Muitas vezes, o hábito que parece mais higiénico acaba por fazer a fruta estragar-se mais depressa.

Por isso, antes de lavar tudo ao chegar das compras, vale a pena separar o que deve ficar seco. A fruta continua a precisar de ser lavada, mas só na altura certa.

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Adeus vespas: o truque natural para as afastar sem inseticidas e com algo que tem em casa

Com os dias quentes e as refeições ao ar livre, as vespas voltam a aparecer em jardins, varandas, esplanadas e piqueniques. Para quem quer evitar inseticidas, há um truque simples que tem ganho popularidade: queimar café moído para criar fumo e afastar estes insetos.

O método é natural, barato e fácil de aplicar. De acordo com o jornal espanhol AS, basta usar café moído seco, um recipiente resistente ao calor e um isqueiro ou fósforo. Ao arder lentamente, o café liberta um fumo com odor intenso que pode tornar o local menos atrativo para vespas, mosquitos e outros insetos.

Este truque não mata as vespas. A ideia é apenas mantê-las afastadas durante algum tempo, permitindo comer ou estar ao ar livre com menos incómodo.

Como fazer o truque do café

Para experimentar, coloque café moído seco num pequeno recipiente resistente ao calor, como um prato de cerâmica, uma taça metálica ou uma tampa de alumínio. O café deve estar seco para conseguir libertar fumo.

Depois, aproxime uma chama direta durante alguns segundos. O café não deverá arder com chama viva, mas sim começar a fumegar lentamente, de forma semelhante a um incenso.

O recipiente pode ser colocado perto da mesa, da varanda, de uma janela ou de uma porta. Se estiver a comer no exterior, deve ficar num local seguro, afastado de crianças, animais, tecidos, toalhas ou materiais inflamáveis.

Porque pode afastar vespas

O fumo do café contém compostos voláteis e tem um cheiro forte, desagradável para alguns insetos. É por isso que muitas pessoas usam este método como repelente natural em espaços exteriores.

As vespas tendem a evitar zonas com fumo e odores intensos. O mesmo pode acontecer com mosquitos e tábanos, embora a eficácia varie conforme o local, o vento, a quantidade de insetos e o alimento exposto.

Em dias de vento, o truque pode funcionar pior, porque o fumo dispersa rapidamente. Em espaços muito abertos, pode ser necessário colocar o recipiente num ponto estratégico, sem comprometer a segurança.

Cuidado com alimentos doces

As vespas são atraídas por alimentos doces, fruta madura, bebidas açucaradas, compotas e restos de comida. Por isso, além do café queimado, é importante manter a mesa limpa e tapar alimentos sempre que possível.

Bebidas em latas ou copos devem ser verificadas antes de beber, porque as vespas podem entrar sem serem vistas. Este cuidado é especialmente importante com crianças.

Também deve evitar deixar fruta cortada, doces ou restos de carne expostos durante muito tempo. Quanto menos alimento disponível houver, menor será a probabilidade de atrair insetos para a mesa.

Outros truques naturais

Há outros métodos caseiros usados para tentar afastar vespas. Algumas pessoas recorrem a cravinho, hortelã, lavanda, alho, cebola assada ou óleos essenciais com odores intensos.

Outra opção é colocar algo doce, como pedaços de melão ou um pouco de compota, longe da zona onde está a comer. A ideia é atrair as vespas para outro ponto, afastado da mesa principal.

Ainda assim, estes truques nem sempre resultam da mesma forma. O comportamento das vespas depende da espécie, da época do ano, da presença de alimento e da existência de ninhos nas proximidades.

Não tente destruir ninhos

Se houver muitas vespas numa varanda, jardim ou telhado, pode existir um ninho por perto. Nesse caso, não deve tentar destruí-lo sem apoio adequado.

A remoção de ninhos pode ser perigosa, sobretudo para pessoas alérgicas ou em locais de difícil acesso. O mais seguro é contactar serviços especializados ou as autoridades locais, consoante a situação.

As picadas de vespa podem causar dor, inchaço e, em pessoas alérgicas, reações graves. Em caso de dificuldade respiratória, tonturas, inchaço no rosto ou sensação de desmaio, deve procurar ajuda médica urgente.

Truque simples para o verão

O café queimado pode ser uma ajuda prática para refeições ao ar livre, piqueniques, churrascos ou fins de tarde na varanda. Não substitui cuidados básicos de higiene e segurança, mas pode reduzir a presença de insetos.

O truque é simples: café seco, recipiente seguro e atenção ao fogo. Se for usado com cuidado, pode tornar o ambiente mais confortável sem recorrer a inseticidas.

Com o verão à porta, esta é uma solução fácil para experimentar em casa. As vespas podem não desaparecer por completo, mas o cheiro do café queimado pode ajudar a mantê-las a uma distância mais confortável.

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Esta praia escondida entre falésias no Algarve já foi considerada uma das melhores da Europa

Há praias no Algarve que se impõem pelo nome e pela fama. Outras mantêm-se mais discretas, escondidas entre falésias, acessíveis por escadarias e conhecidas sobretudo por quem fica alojado nas imediações ou procura recantos menos movimentados.

É nesse segundo grupo que entra a Praia da Cova Redonda, no concelho de Lagoa, uma pequena baía protegida por arribas altas e associada a um ambiente mais tranquilo do que o de muitos areais vizinhos. Segundo o Algarve Portugal Tourism, esta praia já foi considerada uma das melhores da Europa, distinção que ajuda a explicar a curiosidade que continua a despertar.

Uma praia abrigada entre arribas

A Praia da Cova Redonda fica na zona de Porches e é também conhecida como Praia das Gaivotas ou Praia do Vilalara, numa referência ao resort situado no topo das falésias. Apesar da proximidade a unidades hoteleiras, mantém um ambiente relativamente reservado. É frequentada por hóspedes dos hotéis próximos, mas também por visitantes que procuram uma alternativa aos areais mais cheios da região.

O areal tem dimensão média quando comparado com outras praias do concelho de Lagoa. Durante a época balnear, parte da praia pode estar concessionada, com colmos e espreguiçadeiras disponíveis para aluguer. Há também vigilância por nadadores-salvadores no período oficial.

Mar geralmente calmo e protegido do vento

As falésias altas ajudam a proteger a praia do vento, criando um ambiente mais resguardado. O mar costuma apresentar-se calmo, o que torna o local apelativo para quem procura banhos tranquilos. No lado nascente, junto a uma formação rochosa de grande dimensão, a água tende a ser menos profunda. Esta característica pode tornar a zona mais confortável para crianças, embora a praia seja frequentemente procurada por casais.

Ainda assim, como acontece em várias praias de arribas no Algarve, é necessário respeitar a distância de segurança face às falésias. O risco de queda de blocos existe e deve ser levado a sério, mesmo em dias de bom tempo.

Um areal discreto, mas com alguns cuidados

A areia da Praia da Cova Redonda pode não ser tão fina como a de outros areais algarvios, apresentando pequenas pedras e conchas. Para muitos visitantes, é apenas uma característica natural do local. Para outros, pode justificar algum cuidado ao caminhar ou o uso de calçado adequado. A praia é sobretudo procurada para descansar, tomar banho e observar a paisagem. Ao largo, é comum ver embarcações turísticas a passar, e há também quem aproveite as condições do mar para praticar stand up paddle.

Não existe um restaurante ou bar de apoio fixo no areal. Por isso, quem pretende passar várias horas na praia deve levar água e alguma comida. Em alguns anos pode surgir um pequeno quiosque junto à entrada, mas essa presença não é garantida.

O acesso faz-se por escadaria

O acesso à praia é feito através de uma escadaria situada na Rua da Cova Redonda, subindo a partir da zona do Hotel Pestana Viking. A descida tem mais de uma centena de degraus, mas não é particularmente íngreme. Ainda assim, a subida pode exigir algum esforço, sobretudo em dias de calor ou depois de várias horas no areal.

Por essa razão, a praia não é indicada para pessoas com mobilidade reduzida. Também deve ser tida alguma cautela por quem transporte chapéus de sol, geleiras ou outro equipamento mais pesado.

Como chegar à Praia da Cova Redonda

De carro, a Praia da Cova Redonda fica a cerca de dez minutos de Armação de Pêra, 20 minutos do Carvoeiro e 25 minutos de Albufeira. O estacionamento é feito na estrada, podendo tornar-se mais difícil nos períodos de maior procura, sobretudo durante a época alta.

Para quem usa transportes públicos, existem ligações da Vamus com paragem próxima, na zona da Praia Senhora da Rocha. Segundo o Algarve Portugal Tourism, as carreiras 13 e 51 fazem ligações a partir de localidades como Albufeira, Portimão e Lagos. Ainda assim, a frequência pode ser limitada, sobretudo aos fins de semana. Por isso, convém confirmar horários antes da deslocação, para evitar dificuldades no regresso.

Praias próximas completam o passeio

A Praia da Cova Redonda fica perto de alguns dos recantos mais conhecidos da zona de Porches. A Praia da Senhora da Rocha, com a ermida no topo do promontório, fica a cerca de dez minutos a pé e é uma das imagens mais fotografadas desta faixa costeira.

Ao lado, através de um túnel escavado na falésia, encontra-se a Praia Nova, de maior dimensão. Para leste, ficam ainda as praias dos Tremoços e dos Beijinhos, mais pequenas e com ambiente também reservado. Esta proximidade permite combinar a ida à Cova Redonda com um passeio por diferentes praias da costa de Lagoa, desde que sejam respeitados os acessos permitidos e as regras de segurança junto às arribas.

Um recanto para quem procura tranquilidade

A Praia da Cova Redonda não é a opção mais óbvia para quem procura grandes apoios, acessos fáceis ou restaurantes no areal. Também não é a praia mais indicada para quem tem mobilidade reduzida, devido à escadaria de acesso.

Mas para quem valoriza paisagem, mar calmo e alguma tranquilidade, continua a ser uma das baías mais interessantes desta zona do Algarve. Entre falésias, águas abrigadas e um ambiente mais discreto, este recanto de Lagoa mostra que ainda há praias algarvias capazes de surpreender sem precisarem de grandes multidões.

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Afinal estas cinco praias portuguesas têm dono? Esta empresa diz ser proprietária dos areais e avança com ação judicial

A propriedade de terrenos costeiros continua a gerar disputas em várias zonas do país. Em Setúbal, uma ação judicial veio reabrir a discussão sobre a titularidade de cinco praias situadas na zona da Herdade da Comenda, colocando uma empresa privada em confronto com entidades do Estado. Em causa está a definição dos limites entre domínio privado e domínio público marítimo.

De acordo com o jornal Público, a Palácio da Comenda, S.A. avançou com uma ação judicial para reclamar a propriedade das praias da Rasca, Comenda, Rainha, Maria Esguelha e Albarquel, bem como de outras áreas localizadas junto à ribeira da Ajuda e ao estuário do Sado. A empresa sustenta que estes terrenos integram o domínio particular e não o domínio público marítimo.

O processo decorre no Tribunal Judicial da Comarca de Setúbal desde julho do ano passado e procura obter o reconhecimento formal da propriedade dessas áreas.

Ministério Público e APA rejeitam argumentos

A pretensão da empresa é contestada pelo Ministério Público, que considera não terem sido apresentados elementos suficientes para demonstrar, de forma inequívoca, a propriedade e posse dos terrenos reclamados. Segundo a mesma fonte, o entendimento do MP é que as praias em causa continuam a integrar o domínio público marítimo.

Também a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) rejeita a posição da autora da ação. A entidade defende que o cadastro existente não inclui aquelas praias no prédio correspondente à Herdade da Comenda e aponta ainda falta de clareza na delimitação concreta da área reclamada.

Decisão caberá aos tribunais

O Público refere que a APA questiona igualmente a ausência de cartografia suficientemente detalhada para identificar de forma inequívoca os limites do terreno objeto da ação judicial. Essa questão poderá assumir relevância na apreciação do processo.

A decisão final caberá agora aos tribunais, que terão de determinar se existem fundamentos legais para reconhecer a natureza privada dos terrenos ou se as praias permanecem integradas no domínio público marítimo, como defendem as entidades do Estado.

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Ouvidos “entupidos” no avião? Há um truque simples que quase ninguém usa corretamente

A pressão nos ouvidos durante um voo é um problema frequente, sobretudo na descolagem e na aterragem, e pode traduzir-se numa sensação de bloqueio, audição abafada ou até dor. O fenómeno tem um nome clínico, barotrauma do ouvido, e surge quando o organismo não consegue ajustar rapidamente a diferença de pressão entre o ouvido médio e o ambiente da cabine.

De acordo com a Women’s Health, revista de lifestyle, existe uma técnica simples que pode ajudar a aliviar este desconforto de forma imediata. Trata-se da chamada manobra de Valsalva, frequentemente utilizada em contexto clínico para equilibrar a pressão no ouvido.

Um gesto simples que pode fazer a diferença

A chamada manobra de Valsalva assenta num princípio básico: forçar suavemente a igualdade de pressão entre o interior do ouvido e o exterior. Na prática, consiste em fechar a boca, tapar o nariz com os dedos e tentar expelir o ar de forma ligeira, sem o deixar sair.

Este pequeno gesto ajuda a abrir a trompa de Eustáquio, o canal que liga o ouvido médio à parte posterior da garganta e que é responsável por regular a pressão interna. Quando este canal não reage com rapidez suficiente às alterações de altitude, surge a sensação de ouvido “entupido”.

Segundo a mesma fonte, o alívio é, muitas vezes, imediato ou surge após algumas repetições. Ainda assim, os especialistas alertam para um ponto essencial: a força aplicada deve ser sempre moderada. Um esforço excessivo pode causar lesões, incluindo danos no tímpano.

Porque acontece esta sensação durante o voo

As alterações rápidas de pressão são mais intensas nas fases de subida e descida do avião. Nesses momentos, a pressão externa varia mais depressa do que a capacidade de adaptação do ouvido humano.

Numa situação normal, a trompa de Eustáquio abre-se de forma automática para compensar essa diferença. No entanto, se estiver parcialmente bloqueada, por exemplo devido a alergias ou congestão, essa regulação torna-se mais difícil. O resultado é uma pressão desigual nos dois lados do tímpano, que pode provocar desconforto ou dor.

Esse desequilíbrio explica também fenómenos como o “estalar” dos ouvidos, que não é mais do que o momento em que a pressão se equaliza subitamente.

Outras estratégias que ajudam a aliviar

Quando a manobra de Valsalva não é suficiente, existem outras abordagens simples que podem ajudar a reduzir o incómodo durante o voo. Muitas passam por estimular o movimento da mandíbula e da garganta, favorecendo a abertura da trompa de Eustáquio.

Entre as mais comuns estão gestos como mastigar pastilha elástica, bocejar ou engolir frequentemente. Estes movimentos ativam os músculos responsáveis por permitir a passagem de ar, facilitando o equilíbrio da pressão no ouvido médio.

Há ainda quem recorra a sprays nasais, especialmente em casos de congestão, para desobstruir as vias respiratórias e melhorar a ventilação do ouvido. Em situações mais persistentes, poderá ser necessária avaliação médica, sobretudo se a dor for intensa ou prolongada.

Atenção aos sinais de alerta

Na maioria dos casos, a pressão nos ouvidos durante o voo é temporária e resolve-se rapidamente após a aterragem. Ainda assim, há sintomas que não devem ser ignorados.

Se a dor persistir, se houver sensação de perda auditiva ou sinais como tonturas e secreção no ouvido, é aconselhável procurar um especialista. Estes indícios podem apontar para uma complicação rara, mas possível, como uma lesão no tímpano.

Segundo a Women’s Health, a prevenção continua a ser a melhor abordagem. Aplicar técnicas simples no momento certo, sobretudo durante a descida, pode ser suficiente para evitar que um incómodo comum se transforme numa experiência dolorosa.

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New York Times criticado por fazer perfil da “actriz” IA Tilly Norwood

Os críticos sustentam que o jornal nova-iorquino está a dar palco a este “delírio cruel e humilhante da oligarquia anti-arte”. Mas como é que se faz sequer o perfil de um modelo de IA? O The New York Times está a ser duramente criticado por leitores depois de a sua revista ter publicado um perfil da “actriz” de inteligência artificial Tilly Norwood. “Faço perfis de celebridades para viver. Nada me preparou para Tilly Norwood”, lê-se no título do artigo, assinado por Taffy Brodesser-Akner. O subtítulo reforça esta lógica de antropomorfização: “A actriz de IA fala sobre o seu ofício, o

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Porque a Apple está a pensar incluir câmaras nos seus próximos AirPods?

A Apple está a testar uma nova geração de AirPods equipados com câmaras, concebidos para permitir que a Siri compreenda melhor o ambiente que rodeia o utilizador. Estes auriculares encontram-se já numa fase avançada de testes com funcionários da empresa, integrando a estratégia da Apple para reforçar a sua aposta na inteligência artificial. De acordo com a Wired, embora o hardware esteja praticamente concluído, a componente de inteligência visual da Siri continua a não corresponder às expectativas. Além disso, alguns executivos da Apple manifestam preocupações relativamente à privacidade, questionando se a introdução de câmaras nos auriculares se justifica perante a

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RTP, SIC e TVI transmitem 20 jogos do Mundial 2026

Estações televisivas conseguiram um acordo com a FIFA, a 5 dias do início do torneio. Todos os jogos de Portugal estão assegurados. A RTP, SIC e TVI chegaram a acordo com a FIFA para assegurar a transmissão gratuita de 20 jogos do Mundial de futebol deste ano, incluindo todos jogos de Portugal, o de abertura e a final, anunciaram hoje os operadores. “A RTP, a SIC e a TVI chegaram a acordo com a FIFA para a aquisição conjunta dos direitos de transmissão de 20 jogos do Campeonato do Mundo FIFA, garantindo aos portugueses o acesso, em sinal aberto, aos

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